[{"data":1,"prerenderedAt":100},["ShallowReactive",2],{"vitex-beraviensis":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":92,"description":93,"planting_instructions":94,"short_description":95,"cover":96,"comments":97,"conversations":98,"plantDiscovers":99},"69ea36a6260a910022c902a5",[],[],[],[],[],"3891390","Vitex beraviensis Vatke","Vitex beraviensis",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62,64,66,68,70,72,74,76,78,80,82,84,86,88,90],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609222467/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609222525/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628196038/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/663116241/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/663116256/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/663116275/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/663116289/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/663116306/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/679790984/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/679791119/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/679791255/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/470052033/original.jpeg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791185/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791213/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791242/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791302/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791324/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791350/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791413/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/548791492/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/256089782/original.jpeg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/256089789/original.jpeg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/264828697/original.jpeg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/264828740/original.jpeg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/264828783/original.jpeg",{"url":65},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/264828826/original.jpeg",{"url":67},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/264828863/original.jpeg",{"url":69},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/287130489/original.jpeg",{"url":71},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/287130519/original.jpeg",{"url":73},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/289884168/original.jpeg",{"url":75},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/289884199/original.jpeg",{"url":77},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/289884233/original.jpeg",{"url":79},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/289884264/original.jpeg",{"url":81},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/289884293/original.jpeg",{"url":83},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/216166383/original.jpeg",{"url":85},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/216166410/original.jpeg",{"url":87},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/216166445/original.jpeg",{"url":89},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/216166471/original.jpeg",{"url":91},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/216166499/original.jpeg","vitex-beraviensis","Nome e taxonomia\n- Nome científico: Vitex beraviensis.\n- Nome popular: sem nome popular conhecido (ou não documentado).\n- Família: Lamiaceae (muitos autores incluem Vitex nessa família; tradicionalmente alguns colocavam o género em Verbenaceae).\n- Observação: há poucas publicações acessíveis especificamente sobre esta espécie; por isso, algumas informações abaixo são baseadas em características típicas do género Vitex e em dados fragmentários disponíveis.\n\nDescrição morfológica (linguagem simples)\n- Porte: normalmente espécies do género Vitex são arbustos ou árvores pequenas a médias. Vitex beraviensis provavelmente é uma árvore ou arbusto lenhoso, mas o porte exato pode variar e não há descrição detalhada amplamente disponível.\n- Tronco e casca: casca geralmente lisa a ligeiramente fissurada em espécies de Vitex; cor e textura específicas para V. beraviensis não estão bem documentadas.\n- Folhas: o género Vitex costuma ter folhas opostas e compostas (pinnadas) com vários folíolos. Os folíolos são, em geral, de formato lanceolado a elíptico, com ápice pontiagudo e base arredondada; a folha pode ser ligeiramente aromática ao ser esmagada.\n- Flores: as flores de Vitex normalmente aparecem em inflorescências em panícula (cachos) terminais ou axilares. As flores são geralmente zigomorfas, com tubo corolado e corola em 2–4 lóbulos; cores comuns no género variam do branco, rosa, lilás ao azul. Para V. beraviensis, a cor e o tamanho das flores não estão bem referenciados.\n- Fruto: frutos do género são drupas pequenas e carnosas, geralmente com uma única semente dura dentro. O fruto pode ser arredondado a oblongóide.\n- Sementes: uma semente por fruto, rente a um caroço endurecido.\n\nHabitat e distribuição\n- Informação específica e confiável sobre a distribuição natural de Vitex beraviensis é limitada em fontes públicas. Muitas espécies de Vitex ocorrem em áreas tropicais e subtropicais: matas abertas, bordas de florestas, matagais secos e terrenos perturbados.\n- Para saber onde exatamente ocorre V. beraviensis, recomenda-se consultar bases de dados botânicas (ex.: GBIF, Plants of the World Online, herbários regionais) ou floras locais.\n\nEcologia e interação com outros seres vivos\n- Espécies de Vitex costumam atrair polinizadores como abelhas, borboletas e, em alguns casos, beija-flores, por terem flores nectaríferas.\n- Os frutos servem de alimento para aves e pequenos mamíferos, que podem dispersar as sementes.\n\nUsos e propriedades\n- Para V. beraviensis não há registos amplamente conhecidos de usos populares, medicinais ou madeireiros documentados nas fontes acessíveis.\n- No entanto, várias espécies do género Vitex são usadas tradicionalmente para fins medicinais, ornamentais e, ocasionalmente, madeireiros. Não é correto assumir esses usos para V. beraviensis sem confirmação local.\n\nConservação\n- O estatuto de conservação (por exemplo, avaliação IUCN) para Vitex beraviensis pode não estar disponível ou pode ser obsoleto. Espécies com pouca documentação podem ser raras, endêmicas ou simplesmente pouco estudadas.\n- Recomendo verificar listas nacionais de conservação, herbários e a base IUCN para obter informação atualizada.\n\nComo identificar no campo (passo a passo simples)\n1. Observe o porte: arbusto ou árvore pequena/mediana.\n2. Veja as folhas: procure folhas opostas e compostas (folíolos em cada lado do eixo central).\n3. Procure inflorescências em cachos terminais e flores com formato tubular/irregular típico de Vitex.\n4. Verifique frutos: pequenas drupas com uma semente dura.\n5. Consulte uma flora regional ou compare com espécimes de herbário para confirmar a identificação, pois várias espécies de Vitex são parecidas.\n\nFontes e onde buscar mais informação\n- Herbários locais e exsicatas (coleções botânicas) — ótimos para ver material coletado e notas de coleta.\n- Bases de dados internacionais: GBIF (gbif.org), Plants of the World Online (powo.science.kew.org).\n- Floras ou monografias regionais (p. ex. se for de Madagascar, consultar flora de Madagascar).\n- Artigos científicos e relatórios de conservação; em caso de necessidade, contate botânicos especialistas em Lamiaceae/Verbenaceae.\n\nSe quiser, posso:\n- Procurar referências e links atualizados (se concordar que eu os consulte via web),\n- Ajudar a montar uma ficha técnica resumida para sua base de dados com campos padronizados (descrição, habitat, usos, conserv.),\n- Ou auxiliar a localizar imagens e dados de ocorrência (GPS) em bases como GBIF. Qual dessas opções prefere?","Observação inicial\n- Há pouca informação específica e amplamente divulgada sobre Vitex beraviensis; por isso as recomendações abaixo baseiam‑se no comportamento geral do gênero Vitex e em práticas de cultivo para espécies tropicais/subtropicais de arbustos/árvores de porte médio. Ajuste conforme as condições locais e observe a planta para adaptar cuidados.\n\nResumo rápido\n- Luz: pleno sol (mín. 6–8 h/dia).\n- Solo: bem drenado, franco a arenoso, pH levemente ácido a neutro.\n- Rega: regular até estabelecer; depois moderada e tolerante a alguma seca.\n- Clima: provavelmente tropical/subtropical; sensível a geadas fortes.\n- Propagação: sementes e estaquia (enxertia rara).\n- Poda: poda de formação e limpeza; podas após floração.\n- Porte: arbusto ou árvore pequena; prever espaçamento de 3–6 m dependendo do porte.\n\nAntes de plantar\n1. Escolha o local: sol pleno, proteção contra ventos fortes se jovem. Evite áreas que acumulam água.\n2. Prepare o solo: mexa o solo até 30–50 cm de profundidade; incorpore matéria orgânica (composto bem curtido ou húmus) e, se necessário, areia grossa para melhorar a drenagem.\n\nPlantio em solo\n1. Cova: 2–3 vezes o volume do torrão; afine as laterais.\n2. Plantio: retire a planta do vaso mantendo o torrão; coloque na cova mantendo o colo no mesmo nível do solo.\n3. Preencha com terra misturada com composto; compacte levemente para eliminar bolsas de ar.\n4. Regue bem após o plantio.\n5. Aplique cobertura morta (mulch) ao redor, deixando alguns cm afastados do tronco (5–8 cm de espessura).\n\nPlantio em vaso\n- Use vaso grande (min. 30–40 L para porte adulto), substrato bem drenante (mistura de terra vegetal, composto e perlita/areia grossa).\n- Drene bem e regue com moderação para evitar encharcamento.\n\nRega\n- Primeiros 6–12 meses: manter solo úmido, regas mais frequentes (2–3x/semana dependendo do clima).\n- Estabelecida: reduzir para regas semanais/moderadas; tolera períodos curtos de seca.\n- Evitar solo encharcado — raízes de Vitex não gostam de água parada.\n\nAdubação\n- Ao plantar: adubação de base com composto.\n- Anualmente: no início da estação de crescimento (primavera/verão), aplicar adubo balanceado granulado (por ex. 10-10-10) conforme tamanho da planta, ou composto em cobertura.\n- Em vasos: fertilizar líquido a cada 3–4 semanas na primavera/verão com fertilizante equilibrado diluído.\n\nPoda\n- Poda de formação nos primeiros anos para estruturar.\n- Poda de limpeza para remover galhos doentes, cruzados ou mal posicionados.\n- Se florescer, podar logo após a floração para não remover futuros botões.\n- Evitar podas muito drásticas perto do inverno em regiões frias.\n\nPropagação\n- Sementes: podem germinar, mas podem ter dormência — deixar de molho 24 h e semear em substrato leve; manter calor e umidade; germinação varia.\n- Estaquia (preferível para manter características): estaquias semi‑lenhosas/lenhosas em substrato bem drenante com estímulo de enraizamento (hormônio enraizante), ambiente úmido e sombra parcial; enraizam em algumas semanas.\n- Mudas em viveiro: plantar na época de chuvas/primavera para melhor estabelecimento.\n\nPestes e doenças\n- Piores problemas geralmente por manejo: apodrecimento radicular em solos encharcados, fungos por excesso de umidade.\n- Pragas: pulgões, cochonilhas, trips e lagartas podem ocorrer; controlar com água jabonosa, óleo mineral ou inseticida seletivo quando necessário.\n- Monitorar folhas e ramos regularmente e tratar precocemente.\n\nCuidados sazonais\n- Proteja plantas jovens de geadas com cobertura ou pano térmico; em regiões frias, considere cultivo em vaso e retirada para local abrigado no inverno.\n- Reforçar regas em períodos secos e reduzir no período chuvoso.\n- Renovar cobertura morta anualmente.\n\nObservações finais\n- Como informações específicas sobre porte, florada e rusticidade de Vitex beraviensis são escassas, acompanhe o desenvolvimento da planta no seu local e ajuste regas, poda e adubação conforme vigor.\n- Se possível, consulte viveiros locais, herbários ou especialistas em flora regional (ex.: botânicos/agrônomos) para dados mais precisos sobre tolerância ao frio, altura esperada e época de floração dessa espécie.\n\nSe quiser, posso:\n- Montar um cronograma de cuidados mensal para sua região (diga em que cidade/estado você está).\n- Instruções detalhadas passo a passo para enraizar estaquia ou germinar sementes.","Sem nome popular conhecido (Vitex beraviensis): árvore elegante de folhas vistosas e flores atraentes — charme exótico para jardins que adoram polinizadores!","/uploads/species_cover/vitex-beraviensis.webp",[],[],[],1786829094187]