[{"data":1,"prerenderedAt":56},["ShallowReactive",2],{"vepris-lanceolata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":48,"description":49,"planting_instructions":50,"short_description":51,"cover":52,"comments":53,"conversations":54,"plantDiscovers":55},"68d6b8a2b54ad40022ad9f56",[],[],[],[],[],"3834395","Vepris lanceolata (Lam.) G.Don","Vepris lanceolata",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610606592/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607912642/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607912648/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607912665/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606828076/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606828113/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613868278/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614098191/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/615698778/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618031848/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619217595/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619217619/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619494757/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619494751/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619494755/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619885736/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/616295028/original.jpg","vepris-lanceolata","Vepris lanceolata (família Rutaceae – a mesma dos citros)\n\n- Visão geral:\n  - Árvore sempre-verde de porte pequeno a médio, normalmente entre 6 e 15 m de altura (podendo chegar a ~20 m em locais muito favoráveis).\n  - Pertence ao grupo das “árvores aromáticas”: folhas e casca têm glândulas de óleo que liberam cheiro cítrico quando amassadas.\n  - Em inglês é conhecida como “white ironwood” (ferro-branco), por ter madeira dura e pesada. Em português, geralmente não tem nome popular consolidado.\n\n- Aspecto e identificação:\n  - Tronco e casca: casca cinzenta a pardo-clara, lisa a levemente fissurada com a idade; corte fresco com leve aroma cítrico.\n  - Copa: densa, arredondada a algo irregular, boa para sombra.\n  - Folhas: simples (não compostas), em geral opostas, formato lanceolado a elíptico, cerca de 6–15 cm de comprimento por 2–5 cm de largura; textura coriácea, verde-escuro e brilhante na face de cima, mais claro embaixo; bordas inteiras (não serrilhadas). Contra a luz, vêem-se pontinhos translúcidos (glândulas de óleo).\n  - Flores: bem pequenas, brancas a verde-creme, perfumadas, reunidas em cachos nas axilas das folhas ou nas pontas dos ramos. A espécie é frequentemente dioica (plantas masculinas e femininas separadas).\n  - Frutos: parecidos com pequenas “bagas” ou drupas, arredondadas a ovais, cerca de 1–1,5 cm; verdes tornando-se amarelas a alaranjadas quando maduras; geralmente com uma semente.\n\n- Distribuição e habitat:\n  - África oriental e austral: do Quênia e Tanzânia, passando por Moçambique e Zimbábue, até o leste da África do Sul.\n  - Ocorre em florestas costeiras, margens de florestas sempre-verdes, matas ribeirinhas e, às vezes, em vegetação de dunas. Prefere solos bem drenados, muitas vezes arenosos, e clima quente sem geadas fortes.\n\n- Ecologia:\n  - Flores pequenas atraem abelhas e outros insetos polinizadores.\n  - Frutos são comidos por aves e pequenos mamíferos, que ajudam a dispersar as sementes.\n  - Como membro das Rutaceae, pode servir de planta hospedeira para algumas borboletas “rabo-de-andorinha” que usam citros e parentes como plantas de larva.\n\n- Usos e importância:\n  - Madeira: muito dura e durável; usada localmente para cabos de ferramentas, peças de mobiliário, esquadrias, postes e lenha.\n  - Ornamental: boa árvore para jardins e ruas em regiões tropicais e subtropicais; folhas brilhantes e copa agradável.\n  - Uso tradicional: em algumas áreas, casca e folhas aromáticas têm usos medicinais populares (varia conforme a comunidade).\n\n- Cultivo e manejo:\n  - Luz: sol pleno a meia-sombra.\n  - Solo: bem drenado; tolera solos arenosos e condições litorâneas (vento e névoa salina).\n  - Rega: moderada; após estabelecida, enfrenta curtos períodos de seca.\n  - Clima: tropical a subtropical; sensível a geadas intensas.\n  - Propagação: por sementes frescas. Remover a polpa antes de semear acelera a germinação, que pode levar de algumas semanas a poucos meses. Estacas lenhosas podem enraizar, mas com mais dificuldade.\n  - Manutenção: crescimento de moderado a relativamente rápido em boas condições; aceita poda para formar copa ou cerca-viva densa; geralmente pouco suscetível a pragas quando bem situada.\n\n- Conservação:\n  - Em grande parte da área de ocorrência, não é considerada rara onde o habitat está preservado. Perde espaço com o desmatamento de florestas costeiras e fragmentação de habitats.\n\n- Como distinguir de espécies parecidas:\n  - Vepris undulata tem margens das folhas visivelmente onduladas; em V. lanceolata as margens tendem a ser retas.\n  - Algumas Vepris têm folhas trifoliadas; em V. lanceolata as folhas são tipicamente simples.\n\n- Curiosidade:\n  - O nome “lanceolata” descreve o formato das folhas, semelhante a uma lança, e ajuda a lembrar a identificação da espécie.","A seguir vai um guia prático para plantar e cuidar de Vepris lanceolata (família Rutaceae; conhecida em inglês como “white ironwood”).\n\nVisão geral\n- Hábito: árvore perene, copa densa, folhas lustrosas; flores pequenas esbranquiçadas esverdeadas; frutinhos que mudam do alaranjado/vermelho ao preto quando maduros.\n- Porte típico: 6–15 m de altura (menor em poda/cultivo em vaso). Crescimento moderado.\n- Uso: sombra, quebra‑vento/cerca viva, jardins costeiros, atração de polinizadores e aves frugívoras.\n\nClima e exposição\n- Clima: tropical a subtropical. Tolera vento e maresia.\n- Frio: suporta geada leve quando adulta; proteja mudas jovens. Aproximadamente equivalente a zonas USDA 9b–11.\n- Luz: sol pleno a meia‑sombra. Em sol pleno tende a ficar mais densa e florir melhor.\n\nSolo\n- Tipo: bem drenado; vai bem de arenoso a argiloso se não encharcar.\n- pH: levemente ácido a neutro (≈5,5–7,5).\n- Matéria orgânica: responde bem a solos enriquecidos com composto. Tolera alguma salinidade (ambientes costeiros).\n\nPlantio (no solo)\n1) Época: primavera/início do verão; em climas amenos, outono também funciona.\n2) Cova: 2× a largura do torrão e profundidade igual. Afrouxe as laterais.\n3) Substrato: misture ao solo 20–30% de composto bem curtido. Evite excesso de fertilizante no plantio.\n4) Posicionamento: coloque o colo da planta ao nível do solo. Tutor se houver ventos.\n5) Rega de assentamento: molhe profundamente após plantar.\n6) Cobertura morta: 5–8 cm (folhas secas, casca), sem encostar no tronco.\n\nIrrigação\n- Estabelecimento (primeiros 6–12 meses): regas profundas 2–3×/semana no calor; 1–2×/semana no ameno, mantendo o solo úmido, não encharcado.\n- Depois de estabelecida: tolera seca; regue profundamente a cada 10–14 dias no verão seco, ajustando ao clima/solo.\n- Sinais de sede: murcha no meio do dia persistente e solo seco a 5–8 cm de profundidade.\n\nAdubação\n- Anual: no fim do inverno/início da primavera, aplicar camada de composto (1–2 cm) e um fertilizante de liberação lenta balanceado (ex.: NPK 10‑10‑10 ou 14‑14‑14) em dose leve, conforme porte.\n- Em solos pobres: uma segunda adubação leve no fim do verão pode ajudar.\n- Evite excesso de nitrogênio que estimula brotações muito tenras e mais suscetíveis a pragas.\n\nPoda e condução\n- Formação: escolha um tronco único para árvore de sombra ou mantenha multicaules para cerca viva/tela verde.\n- Manutenção: poda leve após flor/fruto para controlar tamanho e densidade. Responde bem a topiaria para sebes (2–4 podas por ano, conforme vigor).\n- Remova ramos cruzados, secos ou doentes.\n\nEspaçamento\n- Árvore isolada: 4–6 m de outras árvores/construções, considerando copa adulta.\n- Cerca viva/quebra‑vento: 1–1,5 m entre plantas (mais fechado) ou 2–3 m para renques mais soltos.\n\nPropagação\n- Sementes:\n  - Coleta: frutos maduros (alaranjados a negros). Retire a polpa, lave as sementes.\n  - Pré‑tratamento: deixe de molho 12–24 h em água à temperatura ambiente; semeie frescas para melhor viabilidade.\n  - Semeio: 0,5–1 cm de profundidade em substrato leve e drenante (ex.: 1:1 turfa/fibra de coco + perlita). Temperatura 20–28 °C, luz indireta brilhante.\n  - Umidade: mantenha o substrato úmido, não encharcado. Use cobertura fina de vermiculita.\n  - Germinação: geralmente em 3–12 semanas. Repique quando tiver 4–6 folhas verdadeiras.\n- Estacas:\n  - Tipo: estacas semi‑lenhosas de 8–12 cm com 2–3 nós, no fim da primavera/verão.\n  - Hormônio: IBA 0,3–0,8% (opcional, melhora a taxa).\n  - Substrato: muito drenante (perlita + casca de pinus/areia grossa).\n  - Ambiente: alta umidade (nebulização) e calor de base ~22–25 °C. Enraizamento em 6–10 semanas, depois aclimate.\n\nCultivo em vaso\n- Recipiente: grande, 40–60 L ou mais, com boa drenagem.\n- Substrato: mistura para árvores/arbustos, drenante, com 20–30% de material inerte (perlita/areia grossa).\n- Rega: mais frequente que no solo; deixe os 2–3 cm superficiais secarem entre regas.\n- Manutenção: adubação leve na primavera; poda de formação; replante/poda de raízes a cada 2–3 anos.\n\nPragas e doenças\n- Em geral é rústica. Possíveis: cochonilhas e pulgões, psilídeos e minador (como em outras Rutaceae), especialmente em brotações tenras.\n- Manejo: inspeção regular; jato d’água, óleo de neem ou sabão potássico em infestações leves; favoreça inimigos naturais.\n- Doenças: manchas foliares em clima muito úmido e podridão de raiz em solo encharcado. Garanta boa drenagem e evite molhar a folhagem à noite.\n\nCalendário rápido (ajuste ao seu clima)\n- Fim do inverno/início da primavera: adubar, repor mulch, podas leves.\n- Primavera/verão: regas regulares a mudas, controle de pragas, estacas.\n- Outono: limpeza de copa, coleta de sementes, redução gradual de regas.\n- Inverno: proteção anti‑geada para plantas jovens em áreas frias.\n\nSegurança e notas\n- Como outras Rutaceae, pode conter compostos bioativos; evite ingestão de partes da planta e use luvas se tiver pele sensível.\n- Sistema radicular geralmente não agressivo, adequado para jardins e calçadas com espaço, mas sempre respeite recuos de fundações e tubulações.\n- Prefira mudas de viveiros idôneos para evitar coleta predatória e garantir a identidade da espécie.\n\nSe você informar sua região/clima e se pretende cultivar em solo ou vaso, posso ajustar espaçamento, calendário de regas e proteção ao frio para suas condições.","Sem nome popular, mas cheia de charme: Vepris lanceolata, da família dos citros, é árvore perfumada de folhas lanceoladas e frutinhos aromáticos.","/uploads/species_cover/vepris-lanceolata.webp",[],[],[],1786829093564]