[{"data":1,"prerenderedAt":73},["ShallowReactive",2],{"ulmus-mexicana":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":64,"slug":65,"description":66,"planting_instructions":67,"short_description":68,"cover":69,"comments":70,"conversations":71,"plantDiscovers":72},"698881d09faaf0002202707b",[],[],[],[],[],"5680327","Ulmus mexicana (Liebm.) Planch.","olmo",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614256508/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618084997/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468135451/original.jpeg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468135461/original.jpeg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468135478/original.jpeg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468135496/original.jpeg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468135504/original.jpeg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468135518/original.jpeg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/473470431/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/531545706/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/353035563/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/353405251/original.jpeg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/353405272/original.jpeg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354103676/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104457/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104466/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104478/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104479/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104488/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104517/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/354104537/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/414764978/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/349317934/original.jpeg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/349317949/original.jpeg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/358081485/original.jpeg","Ulmus mexicana","ulmus-mexicana","Ulmus mexicana (olmo mexicano) — descrição simples e detalhada\n\n1. Identificação e classificação\n- Nome comum: olmo mexicano (ou simplesmente olmo).\n- Nome científico: Ulmus mexicana.\n- Família: Ulmaceae.\n- Tipo de planta: árvore de grande porte.\n\n2. Aparência geral\n- Porte: árvore de copa ampla, geralmente de grande tamanho; em condições favoráveis pode atingir alturas expressivas (árvores maduras criam copa densa e sombria).\n- Tronco e casca: casca normalmente rugosa e fissurada; o tronco costuma ser único, firme, com ramificação que forma uma copa arredondada.\n- Folhas: simples, alternas, com margem serrilhada (dentes finos). A base das folhas é tipicamente assimétrica (um lado da base é mais baixo que o outro), característica típica dos olmos. Textura geralmente áspera ao toque.\n- Flores: pequenas, discretas e agrupadas; aparecem antes ou durante o surgimento das folhas em muitas espécies de Ulmus. São pouco vistosas porque a polinização é feita pelo vento.\n- Frutos: sâmara (semente alada) — uma estrutura fina e membranosa que ajuda a semente a ser levada pelo vento.\n\n3. Distribuição e habitat\n- Região: é nativa da Mesoamérica — principalmente do México e de áreas centro-americanas (regiões montanhosas e úmidas).\n- Habitat típico: prefere florestas úmidas de encosta, matas ribeirinhas e bosques montanos. Cresce bem em locais com boa disponibilidade de água no solo e clima relativamente fresco/úmido.\n\n4. Ecologia\n- Polinização: anemófila (pelo vento).\n- Dispersão: as samaras são dispersas pelo vento, o que facilita o estabelecimento em clareiras e margens de matas.\n- Papel ecológico: fornece sombra, abrigo e possível alimento (folhas, microrganismos associados) para insetos e aves; contribui para a estabilidade de taludes e margens de rios.\n\n5. Usos\n- Sombreamento e arborização urbana: valorizado como árvore de sombra em parques e ruas, quando manejado adequadamente.\n- Madeira: usada localmente para construções leves, carpintaria e lenha — a qualidade varia conforme o diâmetro e o manejo.\n- Usos tradicionais: em algumas comunidades há usos medicinais ou utilitários das partes da árvore (depende da cultura local).\n\n6. Cultivo e manejo (dicas práticas)\n- Solo: prefere solos férteis, úmidos e bem drenados; tolera variações, mas não se dá bem em solos muito compactados ou encharcados por longos períodos.\n- Luz: cresce bem em pleno sol a meia-sombra.\n- Rega: gosta de umidade constante, especialmente árvores jovens; depois de estabelecida suporta períodos curtos de seca, mas o crescimento fica melhor com irrigação regular em regiões secas.\n- Propagação: geralmente por sementes (samaras); sementes frescas têm maior taxa de germinação. Também pode ser propagada por estacas em algumas condições.\n- Poda: podas de formação e remoção de galhos mortos são recomendadas para manter a estrutura e reduzir riscos em áreas urbanas.\n\n7. Pragas e doenças\n- Como outros olmos, pode ser suscetível a pragas associadas a esta família e a fungos vasculares (por exemplo, doenças do tipo “mortandade por fungos” transmitidos por insetos), além de ataques de percevejos, lagartas e cochonilhas dependendo da região.\n- Manejo: monitoramento regular, remoção de material doente, práticas de higiene (evitar estresse hídrico) e, quando necessário, tratamentos fitossanitários específicos.\n\n8. Conservação\n- A situação de conservação pode variar localmente: populações podem ser afetadas por desmatamento, perda de habitat e exploração madeireira. Em áreais onde há desmatamento de florestas montanas, a ocorrência pode diminuir.\n\n9. Como reconhecer facilmente (resumo prático)\n- Árvore de grande porte com copa ampla.\n- Folhas simples, alternas, margem serrilhada e base assimétrica.\n- Casca rugosa e fissurada.\n- Frutos em forma de sâmara, alados, dispersos pelo vento.\n\nSe quiser, eu posso:\n- buscar referências científicas ou imagens para complementar a ficha,\n- preparar uma ficha técnica compacta com dados de cultivo (pH, distância de plantio, tempo estimado para atingir porte adulto),\n- ou comparar Ulmus mexicana com outras espécies de Ulmus para diferenciação. Qual opção prefere?","Aqui vai um guia prático e direto sobre como plantar e cuidar do olmo mexicano (Ulmus mexicana). Ajuste recomendações a seu clima local — essa espécie é originária de regiões tropicais/subtropicais da América e prefere climas quentes a subtropicais; não tolera geadas muito fortes.\n\nResumo rápido\n- Nome: Olmo mexicano (Ulmus mexicana, família Ulmaceae).  \n- Porte: árvore de sombra, porte médio a grande (frequentemente 10–25+ m de altura).  \n- Exposição: pleno sol a meia-sombra.  \n- Solo: profundo, fértil, bem drenado; tolera solos medianos, mas não encharcados.  \n- Rega: moderada; tolera seca quando estabelecida, precisa de irrigação regular nos primeiros anos.  \n- Propagação: sementes (samaras) e estacas.  \n- Problemas: pragas comuns de olmos (pulgões, besouros/elm leaf beetle, brocas), doenças fúngicas; risco de doenças vasculares (em olmos em geral).\n\n1) Escolha do local e preparo do solo\n- Escolha local com bastante espaço para desenvolver copa e sistema radicular (evite perto de estruturas, calçadas, tubulações). Espaçamento típico como árvore de alinhamento: 8–12 m; em plantio isolado, maior espaço.  \n- Prefere sol pleno; tolera meia-sombra.  \n- Solo bem drenado; corrija solos muito compactos com matéria orgânica para melhorar estrutura, mas evite grandes montes de solo enriquecido na cova (use sobretudo o solo original ao reocupar a cova).  \n\n2) Plantio — passo a passo\n- Período: melhor no início da estação chuvosa ou primavera, quando a planta tem melhores condições de enraizar.  \n- Cova: 2 vezes a largura do torrão e à mesma profundidade do colo/linha de solo do torrão. Não enterre o colo do tronco.  \n- Coloque a árvore no centro, ajuste o tronco verticalmente. Assente com leves golpes para eliminar bolsas de ar.  \n- Volte a cobrir com o solo retirado (misture até 10–20% de composto maduro se o solo for muito pobre). Não use substratos que provoquem descompactação excessiva drástica.  \n- Regue profundamente após o plantio. Aplique uma camada de cobertura morta (mulch) de 5–10 cm, mantendo 10–15 cm de distância do tronco.  \n- Estaca somente se necessário (árvores jovens em locais ventosos); remova a amarração após 1 ano.\n\n3) Rega\n- Primeiros 1–3 anos: regas regulares e profundas (ex.: 1 vez a cada 7–14 dias dependendo do clima), mantendo solo úmido mas não encharcado.  \n- Após estabelecida: tolera períodos de seca moderada, regar em secas prolongadas para manter vigor e reduzir stress que aumenta defesa contra pragas/doenças. Evite regas superficiais frequentes.\n\n4) Adubação\n- Antes do plantio: incorpore composto bem decomposto se o solo for pobre.  \n- Após plantio: se o crescimento parecer lento, aplique fertilizante balanceado de liberação lenta na primavera (ex.: 10-10-10) conforme recomendação de dosagem para árvores jovens.  \n- Em solos já férteis, normalmente não há necessidade de adubações intensivas; faça análise de solo para recomendações precisas.\n\n5) Poda e formação\n- Poda de formação nos primeiros anos: escolha um líder central (se desejar), remova ramos concorrentes e galhos baixas que vão atrapalhar tráfego.  \n- Poda de manutenção: retire galhos mortos, doentes ou cruzados; melhore ventilação interna. Realize podas maiores no final do inverno/principio da primavera (antes do brotamento), em tempo seco.  \n- Higiene: desinfete ferramentas entre cortes (álcool 70% ou solução diluída de água sanitária) se houver suspeita de doença.\n\n6) Pragas e doenças — monitoramento e manejo\n- Pragas possíveis: pulgões, percevejos, besouro do olmo (elm leaf beetle), brocas. Use controle mecânico, inimigos naturais, óleo hortícola ou inseticidas conforme necessidade e orientação local.  \n- Doenças: manchas foliares e fungos de oídio podem ocorrer; pratique boa circulação do ar e evite regas aéreas. Em olmos de outras regiões, existe risco de doenças vasculares graves (ex.: “Dutch elm disease”); monitore por murcha súbita, galhos mortos, e retire madeira infectada. Consulte extensão agrícola ou fitossanidade local se notar sintomas.  \n- Gestão: manter árvore vigorosa (boa nutrição, rega adequada) é a base; evitar ferimentos no tronco; queimar/remover material infectado conforme normas locais.\n\n7) Propagação\n- Sementes: as sementes em samaras devem ser semeadas frescas; em climas com estação seca, semear no início da estação chuvosa. Algumas espécies de Ulmus germinam facilmente.  \n- Estacas: estacas semi-lenhosas com hormona de enraizamento em ambiente úmido podem produzir raízes; técnica comum em viveiros. Para propagar em larga escala, procure viveiros especializados.\n\n8) Cuidados sazonais e observações finais\n- Mulching (cobertura orgânica) ajuda a conservar água e reduzir ervas daninhas, mas mantenha afastado do tronco.  \n- Em áreas urbanas, considerar uso de barreiras radiculares se for perto de calçadas.  \n- Monitore crescimento dos primeiros anos: poda para formar estrutura forte reduz problemas futuros.  \n- Se pretender plantar em rua, confirme com prefeitura uso recomendado e escolha de cultivar que não produza grande quantidade de sementes ou raízes agressivas.\n\nProblemas comuns e soluções rápidas\n- Folhas amareladas: verifique rega (excesso ou falta) e compactação do solo; ajuste irrigação e aerifique se necessário.  \n- Queda de folhas ou murcha: pode ser praga ou doença vascular — isolar, podar ramos afetados, consultar serviço fitossanitário.  \n- Brotação na base: pode cortar e eliminar brotos indesejados; pode indicar estresse.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Adaptar esse plano ao seu clima/zona (diga cidade/estado).  \n- Fornecer um cronograma anual de cuidados (regas, podas, adubações).  \n- Ajudar a diagnosticar um sintoma específico se enviar foto da planta.","Olmo (Ulmus mexicana): árvore elegante de folhas serrilhadas, sombra generosa e tronco imponente — embeleza ruas e parques com charme natural.","/uploads/species_cover/ulmus-mexicana.webp",[],[],[],1786829076985]