[{"data":1,"prerenderedAt":53},["ShallowReactive",2],{"trichosanthes-dioica":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":42,"description":43,"planting_instructions":44,"short_description":45,"audio":46,"cover":47,"curiosity":48,"tips":49,"comments":50,"conversations":51,"plantDiscovers":52},"697e104d6fbb1b00222882a8",[],[],[],[],[],"2874607","Trichosanthes dioica Roxb.","Trichosanthes dioica",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/412041644/original.jpeg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/414046971/original.jpeg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/419474608/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/418386649/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/300827946/original.jpeg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/315439876/original.jpeg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/315439893/original.jpeg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/327940133/original.jpeg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/327341280/original.jpeg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/327341296/original.jpeg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/327341314/original.jpeg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/222903452/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/222903470/original.jpg",{"url":41},"https://bs.plantnet.org/image/o/4be2e30db318b30ba28683bd1d8defa92b1640c5","trichosanthes-dioica","Nome comum (no Brasil)\n- Não há um nome comum amplamente usado no Brasil para Trichosanthes dioica. Internacionalmente é conhecida como “pointed gourd” (inglês) e, no subcontinente indiano, como “parwal” ou “potol”. No Brasil normalmente é citada pelo nome científico.\n\nDescrição simples e detalhada\n- Tipo de planta: trepadeira herbácea da família Cucurbitaceae (a mesma de abóbora e pepino). É perene quando em clima quente, mas cultivada como anual em regiões com frio.\n- Tamanho e porte: cipó que pode alcançar 2–4 metros ou mais, precisando de suporte (treliça, cercas, etc.).\n- Folhas: geralmente em formato de coração ou com lobos pouco profundos; de cor verde.\n- Flores: plantas dióicas — existem plantas com flores masculinas e outras com flores femininas separadas. As flores são brancas e noturnas/diurnas dependendo da variedade, e atraem polinizadores (insetos).\n- Fruto: alongado, cilíndrico e pontudo nas extremidades (daí o nome “pointed gourd”). Tamanho típico: cerca de 8–15 cm de comprimento e 2–4 cm de diâmetro. Casca verde lisa ou com leves estrias; polpa macia e sementes ainda imaturas quando colhido para consumo.\n- Sementes: achatadas, tornam-se duras se o fruto passar do ponto.\n\nDistribuição e habitat\n- Origem e cultivo: nativa e muito cultivada no subcontinente indiano (Índia, Bangladesh). Pode ser cultivada em outras regiões tropicais e subtropicais; não é comum no Brasil, mas cresce em climas quentes e protegidos.\n\nCultivo básico (linguagem simples)\n- Clima: prefere calor e sem geadas. Temperatura ideal: quente e úmida.\n- Solo: bem drenado, fértil, com matéria orgânica; pH entre 6 e 7,5 é bom.\n- Exposição: sol pleno a meia-sombra.\n- Plantio: pode ser feita por sementes ou por estacas de caule (esta última mantém características da planta-mãe e garante mais rapidamente plantas frutíferas).\n- Suporte: treliça ou arame para o cipó subir e facilitar colheita.\n- Rega: regular, sem encharcar; mulching ajuda a manter a umidade.\n- Adubação: necessidade moderada; adubo orgânico e nitrogênio equilibrado ajudam na produção de folhas e frutos.\n- Polinização: como a planta é dióica, é preciso ter plantas masculinas próximas para que as femininas frutifiquem (ou variedades que permitam apomixia/parthenocarpia, raras).\n- Colheita: colhe-se quando os frutos estão jovens e macios, antes das sementes endurecerem — normalmente 8–15 cm. Frutos muito maduros tornam-se fibrosos.\n\nUsos\n- Culinária: consumido como legume. Na cozinha indiana é usado em curries, refogados, recheado, em sopas e cozidos. Textura macia e sabor suave, aceita bem temperos.\n- Valor nutritivo: baixo em calorias, fonte de água e fibras; contém vitaminas e minerais em pequena quantidade (varia conforme análise).\n- Medicina tradicional: usado em práticas tradicionais para problemas digestivos e outras indicações populares — porém essas aplicações não substituem orientação médica.\n\nPragas e doenças comuns\n- Mosca-das-frutas e outros insetos que perfuram o fruto.\n- Pulgões, ácaros e lagartas que atacam folhas e brotos.\n- Doenças fúngicas como oídio e míldio; vírus do mosaico que deformam folhas e reduzem produção.\n- Manejo: rotação de culturas, controle integrado (armadilhas, inimigos naturais, fungicidas/insumos quando necessário) e sementes/estacas saudáveis ajudam a reduzir problemas.\n\nArmazenamento\n- Frutos frescos têm vida curta; conservar em local fresco e ventilado ou na geladeira por alguns dias. Melhor consumir logo após a colheita.\n\nObservações importantes\n- Por ser pouco conhecido no Brasil, muitas informações locais podem variar; se for cultivar, procure variedades adaptadas e tenha atenção à necessidade de plantas masculinas para frutificação.\n- Usos medicinais tradicionais existem, mas procure orientação profissional antes de usar com fins terapêuticos.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Buscar imagens da planta e do fruto;\n- Indicar variedades existentes e onde conseguir sementes/estacas;\n- Passar um passo a passo de cultivo detalhado (calendário, adubação, controle de pragas). Qual prefere?","Primeiro uma observação sobre o nome: Trichosanthes dioica não tem um nome comum bem estabelecido no Brasil. É mais conhecida na Ásia como \"pointed gourd\" (inglês) ou por nomes locais como parwal/potol (hindi/bengalês). Se for preciso usar um nome em português, informe ao usuário que não há nome popular amplamente usado no Brasil.\n\nAbaixo vêm instruções práticas de plantio e manejo para Trichosanthes dioica (pointed gourd / parwal).\n\nResumo das condições ideais\n- Clima: tropical/subtropical, calor húmido. Temperaturas ideais 20–30 °C; sensível a geadas.  \n- Solo: profundo, fértil, bem drenado, textura franco-arenosa a franco-argilosa; pH 6,0–7,0.  \n- Luminosidade: sol pleno a meia-sombra (frutifica melhor com bastante sol).  \n- Suporte: treliça ou estacas — planta trepadeira vigorosa.\n\nPropagação\n- Vegetativa (preferível): por pedaços de raízes tuberosas ou estacas de rizoma/trepadeiras de plantas fêmeas para garantir produção (é espécie dióica: plantas masculinas e femininas separadas). A propagação vegetativa mantém a identidade feminina.  \n  - Enterre fragmentos de raiz/rizoma ou estacas de 20–25 cm, mantendo alguns nós, a 3–5 cm de profundidade.  \n- Por sementes: possível, mas menos recomendada para produção comercial porque gera plantas masculinas e femininas em proporção aleatória. Se usar sementes, faça viveiro e transplante quando tiver 3–4 folhas.\n\nPlantio\n- Época: no início das chuvas em regiões tropicais; em clima controlado pode plantar todo o ano.  \n- Espaçamento: cerca de 2–3 m entre linhas e 1–1,5 m entre plantas (ajuste conforme vigor e sistema de suporte).  \n- Preparação: incorporar matéria orgânica (adubo composto/esterco curado) ao canteiro. Fazer covas ou sulcos com boa drenagem.  \n- Fixar suportes/treliças (1,8–2,5 m de altura) no momento do plantio para guiar as trepadeiras.\n\nAdubação e irrigação\n- Base orgânica: aplicar composto ou esterco bem curtido antes do plantio.  \n- Adubo mineral: fertilização equilibrada; N para crescimento vegetativo e frutificação. Pode fazer adubação de base e complementos (ex.: adubação de cobertura com fonte de N durante crescimento vegetativo e redução quando começa a frutificação).  \n- Água: rega regular para manter o solo úmido, evitar encharcamento; irrigação por gotejamento é ideal. Em época de florescimento e frutificação, água constante melhora produtividade.\n\nManejo e condução\n- Tutoramento: conduza os ramos na treliça para facilitar circulação de ar e colheita.  \n- Poda: eliminar ramos doentes, controlar excesso de ramos para concentrar produção; podas leves após ciclo de colheita para renovação.  \n- Polinização: por ser dióica, garanta plantas masculinas suficientes (1 masculino para ~6–10 femininas) se usar sementes; com mudas vegetativas é comum plantar só fêmeas e introduzir algumas plantas masculinas próximas para polinização.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: mosca-das-frutas, pulgões, cochonilhas, ácaros, brocas. Medidas: inspeção, armadilhas, controle biológico (predadores, Bacillus thuringiensis), aplicação seletiva de inseticidas quando necessário.  \n- Doenças: míldio, oídio, podridões de raiz (em solo encharcado), vírus. Boas práticas: espaçamento adequado, evitar excesso de irrigação, rotação, retirada de plantas doentes, fungicidas quando necessário.\n\nColheita e pós-colheita\n- Colheita: frutos colhidos jovens, ainda tenros (tamanho e tempo variam por cultivar); geralmente colhe-se várias vezes por semana durante a safra.  \n- Pós-colheita: frutos têm vida de prateleira curta; manter em local fresco e ventilado ou refrigerar para prolongar armazenamento.\n\nDicas práticas finais\n- Use mudas vegetativas de plantas fêmeas para garantir produção uniforme e maior rendimento.  \n- Mantendo solo fértil e irrigação regular obtém-se maiores colheitas; apoio em treliça melhora qualidade dos frutos e reduz doenças.  \n- Se for testar em clima/solo brasileiro, comece com pequenos experimentos (várias mudas) para ver adaptação local e ajustar manejo.\n\nSe quiser, posso:\n- sugerir um cronograma de adubação e irrigação detalhado (com quantidades) conforme o tamanho da área;  \n- indicar medidas orgânicas específicas para controle de pragas;  \n- procurar referências científicas ou cultivarres (variedades) recomendadas.","Trichosanthes dioica (parwal) — trepadeira de frutos verdes e suculentos, o parwal crocante da culinária indiana: curioso, saboroso e pronto pra surpreender!",null,"/uploads/species_cover/trichosanthes-dioica.webp","É uma espécie dióica: há plantas masculinas e femininas separadas, e apenas as femininas produzem frutos após polinização.","Plante mudas femininas e masculinas próximas para garantir polinização e frutificação.\nSolo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado favorece o desenvolvimento.\nIrrigue regularmente e colha as vagens macias, com cerca de 10 a 20 cm, para melhor sabor.",[],[],[],1786829092396]