[{"data":1,"prerenderedAt":56},["ShallowReactive",2],{"sonchus-asper":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":46,"slug":47,"description":48,"planting_instructions":49,"short_description":50,"audio":51,"cover":52,"comments":53,"conversations":54,"plantDiscovers":55},"6934b03d80b7d8002263aba7",[],[],[],[],[],"3105782","Sonchus asper (L.) Hill","Serralha-comum",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604852209/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604770523/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604770538/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604770563/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605722957/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605105893/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605105895/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605618202/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605416011/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604479827/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605714251/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605714257/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605044783/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604849572/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604849616/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604849629/original.jpg","Sonchus asper","sonchus-asper","Serralha-comum (Sonchus asper)\n\nO que é\n- Planta herbácea pertencente à família Asteraceae. Conhecida também como serralha-de-espinho ou serralha-espinhosa. É uma espécie muito comum em áreas perturbadas e se espalha com facilidade.\n\nDescrição morfológica\n- Porte: anual ou bienal, normalmente entre 20 cm e 100 cm de altura, ereta e ramificada no terço superior.\n- Caule: oco, ligeiramente sulcado, recoberto por uma seiva leitosa quando cortado.\n- Folhas: alternas, muitas vezes com margem espinhosa e brilho vítreo; base das folhas frequentemente envolve o caule (são auriculadas). As folhas inferiores costumam ser maiores e mais divididas, as superiores mais inteiras.\n- Flores: capítulos amarelos compostos só por flores liguladas (semestames), semelhantes aos dentes-de-leão, cada capítulo geralmente com 15–40 língulas; de 1 a 2 cm de diâmetro; agrupadas em cimos frouxos no topo das hastes.\n- Frutos: aquênios (cipselas) escuros e alongados, providos de um papus branco que permite dispersão pelo vento.\n- Sabor/latex: ao corte expele uma seiva leitosa e as folhas têm sabor amargo, tornando-as menos agradáveis cruas para algumas pessoas.\n\nOnde cresce\n- Origem no Mediterrâneo, mas hoje é cosmopolita — encontrada em Europa, América, África, Ásia e Austrália.\n- Habitat típico: solos perturbados (margens de estradas, terrenos vagos, hortas, jardins, campos cultivados), tanto em áreas urbanas quanto rurais; tolera solos compactados e ligeiramente salinos.\n\nCiclo e ecologia\n- Floresce principalmente primavera e verão, podendo florir em várias épocas do ano em climas amenos.\n- Produz muitas sementes que se dispersam pelo vento, o que favorece colonização rápida de áreas abertas.\n- Participa de comunidades pioneiras em solos perturbados e pode ser considerada daninha em culturas e hortas.\n\nUsos e valor\n- Alimentar: folhas jovens são comestíveis, usadas rawas em saladas ou cozidas como verdura (semelhante a outras serralhas e ao dente-de-leão), embora tenham amargor. Cozinhar reduz o amargor.\n- Medicinal/tradicional: empregada em alguns lugares como diurético, digestivo ou para problemas leves de pele; uso popular, não substitui orientação médica.\n- Forrageira: ocasionalmente consumida por animais, mas o látex e o amargor limitam seu uso extensivo.\n\nComo distinguir de espécies parecidas\n- Comparada com Sonchus oleraceus (serralha-das-hortas), S. asper tem margens mais espinhosas e folhas mais brilhantes e robustas; S. oleraceus costuma ter folhas mais divididas e sem tantas espinhas.\n- Sinal útil: folhas com aurículas que abraçam o caule e margens espinhosas sugerem S. asper.\n\nControle quando é daninha\n- Manejo manual: arrancar antes da formação de sementes (importante retirar raízes jovens).\n- Cultural: cobertura do solo (mulching) e evitar solo perturbado reduz estabelecimento.\n- Químico: herbicidas podem ser usados em agricultura, conforme orientação técnica e regulamentação local.\n- Prevenção: evitar que floresça e produza sementes é a medida mais eficaz.\n\nPrecauções\n- A seiva leitosa pode causar irritação em pele sensível; ao manusear em grande quantidade, usar luvas.\n- Por ser porta-semente facilmente, deixar exemplares floridos pode aumentar infestação.\n\nResumo rápido para identificação\n- Planta ereta, caule oco e leitosa, folhas brilhantes com bordas espinhosas, capítulos amarelos pequenos em cimo; comum em solos perturbados.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar da serralha‑comum (Sonchus asper).\n\nBreve descrição\n- Planta herbácea anual/bienal, muito adaptável e frequentemente considerada erva daninha. Folhas com sabor amargo, usadas como verdura em algumas regiões. Reproduz‑se facilmente por sementes (pappus alado, dispersão pelo vento).\n\nPropagação e semeadura\n- Por sementes: método mais fácil. Semeie direto no canteiro ou em bandejas.  \n- Época: primavera após risco de geadas ou outono em regiões amenas.  \n- Profundidade: sementes pequenas — cobrir muito pouco ou apenas pressionar no substrato (0–0,5 cm).  \n- Temperatura de germinação: 15–20 °C. Germina em 7–14 dias.  \n- Espaçamento: entre plantas 20–30 cm (permite formar roseta e depois haste florífera).\n\nSolo e localização\n- Sol: pleno sol a meia‑sombra. Em calor intenso, desenvolve‑se melhor com alguma sombra parcial para folhas menos amargas.  \n- Solo: adapta‑se a solos pobres, mas cresce melhor em solo bem drenado, fértil e com matéria orgânica. pH tolerante (ligeiramente ácido a alcalino).\n\nRega\n- Rega moderada: manter solo úmido durante estabelecimento e para folhas tenras. Após enraizamento tolera alguma seca, mas folhas ficam mais amargas e fibrosas. Evitar encharcamento.\n\nAdubação\n- Não é exigente. Uma adubação leve com composto ou N balanceado favorece produção de folhas macias. Em vasos, fertilize mensalmente com fertilizante líquido fraco durante crescimento.\n\nManutenção e controlo\n- Capinar e retirar plantas concorrentes.  \n- Podar/colher regularmente para evitar que suba à flor (bolteamento) — folhas jovens são mais saborosas.  \n- Como é facilmente invasora, retire cabeças de semente (deadhead) se não quiser auto‑semeadura.\n\nColheita e uso\n- Colher folhas jovens na roseta (antes de florir). Cortar 5–10 cm da base para permitir rebrota (dependendo da planta, pode voltar a crescer).  \n- Consumo: crua ou cozida (reduz amargor). Lavar bem — pode conter areia.  \n- Se quiser guardar sementes: deixe algumas plantas florirem até formar os papos alados e recolha antes que se dispersem.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, lesmas e caracóis (principalmente em clima úmido). Controle com armadilhas, barreiras, remoção manual ou métodos biológicos.  \n- Doenças: podridões em excesso de água, fungos foliares se falta circulação de ar. Evitar molhar folhas e garantir boa drenagem.\n\nCultivo em vasos\n- Vaso de 20–25 cm de profundidade mínimo. Substrato leve e drenante, mesma regra de espaçamento (1 planta por vaso médio ou 2 em vasos maiores). Regar com mais frequência que em solo direto.\n\nPrecauções\n- É considerada invasiva em hortas e jardins; controle a auto‑semeadura se não quiser que se espalhe.  \n- Evite colher em áreas tratadas com pesticidas ou próximas a ruas muito poluídas.\n\nDicas rápidas\n- Para folhas mais suaves, colha cedo pela manhã e cultive com irrigação regular.  \n- Se deseja minimizar o amargor, cozinhe as folhas com água salgada ou branqueie por alguns minutos.\n\nSe quiser, eu posso indicar um calendário de semeadura específico para sua região (diga qual cidade/estado) ou explicar como conservar sementes passo a passo.","Serralha-comum (Sonchus asper): erva espinhosa de folhas crocantes e amargas, flores amarelas; cresce em todo lugar — selvagem, resistente e audaciosa!","/uploads/audios/species/3105782.mp3","/uploads/species_cover/sonchus-asper.webp",[],[],[],1786829089056]