[{"data":1,"prerenderedAt":74},["ShallowReactive",2],{"solanum-tribulosum":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":64,"slug":65,"description":66,"planting_instructions":67,"short_description":68,"audio":69,"cover":70,"comments":71,"conversations":72,"plantDiscovers":73},"693f26e8d3ba9800223699b5",[],[],[],[],[],"2931892","Solanum tribulosum S.Schauer","Não sei",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/224430877/original.jpeg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/224430910/original.jpeg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/224430947/original.jpeg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/224430966/original.jpeg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/224430995/original.jpeg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/224431030/original.jpeg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235660884/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235660908/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235660936/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235660967/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235660993/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235661013/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235661038/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/235661054/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011527/original.jpeg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011584/original.jpeg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011609/original.jpeg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011549/original.jpeg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011562/original.jpeg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011567/original.jpeg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/285011588/original.jpeg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/94576718/original.jpeg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/94576793/original.jpeg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/49579094/original.jpeg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/49579120/original.jpeg","Solanum tribulosum","solanum-tribulosum","Aviso importante: não encontrei, nas minhas fontes internas, uma descrição taxonômica detalhada e confirmada especificamente para \"Solanum tribulosum\". Abaixo apresento primeiro o que o nome sugere e o que é mais provável com base no gênero Solanum e em espécies próximas, indicando também o que verificar em fontes confiáveis (herbários, Kew, GBIF, publicações científicas) se você precisar de confirmação literal.\n\nDescrição provável e pontos-chave (linguagem simples)\n\n- Grupo a que pertence: Solanum é um grande gênero da família Solanaceae (a mesma de tomate, batata e berinjela). Engloba ervas, arbustos e plantas trepadeiras, muitas vezes com frutos em forma de baga.\n\n- Nome: \"tribulosum\" normalmente indica algo com espinhos ou estruturas rígidas (de \"tribulus\", espinhoso). O rótulo \"Não sei\" parece ser uma anotação de base de dados; o nome científico correto seria Solanum tribulosum.\n\n- Porte e hábito: provavelmente um arbusto pequeno a médio, possivelmente espinhoso ou com acúleos (espinhos superficiais) no caule. Pode ser erecto (erguido) ou rasteiro, dependendo da espécie.\n\n- Folhas: folhas simples ou levemente lobadas, alternas; textura variável (macia a levemente coriácea). Nas espécies do gênero, as folhas têm margens lisas ou levemente onduladas e comprimento que varia entre alguns centímetros a dezenas de centímetros.\n\n- Flores: típicas do gênero Solanum — flores em formato estrelado, com cinco pétalas unidas, frequentemente de cor branca, violeta ou púrpura; androceu central (estames) conspícuo, muitas espécies dependem de \"buzz pollination\" (abelhas que vibram para liberar o pólen).\n\n- Frutos: bagas (como pequenas frutas redondas) que podem mudar de cor ao amadurecer (verde → amarelo/laranja/vermelho). O tamanho das bagas geralmente varia de alguns milímetros a alguns centímetros. Muitas bagas de Solanum contêm alcaloides tóxicos.\n\n- Sementes e dispersão: sementes dentro das bagas; dispersão frequentemente por aves e outros animais que comem as bagas e dispersam as sementes.\n\n- Habitat e distribuição (provável): muitas espécies de Solanum de nomes semelhantes são nativas de regiões tropicais e subtropicais (América do Sul, América Central), ocorrendo em bordas de mata, capoeiras, áreas perturbadas e matas secas ou úmidas. O epíteto não garante região, então confirme em bases de dados botânicas.\n\n- Ecologia: funciona como planta pioneira em áreas perturbadas; auxilia na alimentação de aves e insetos; polinização por abelhas; frutos podem ser tóxicos para mamíferos, mas atraentes para aves.\n\n- Toxicidade: muitos Solanum produzem alcaloides (como solanina) que podem ser tóxicos para humanos e animais domésticos se ingeridos em quantidade. Não coma frutos sem confirmação de que são comestíveis.\n\n- Usos potenciais: algumas espécies de Solanum têm usos medicinais tradicionais (antissépticos, digestivos) ou são usadas como ornamentais; outras são simplesmente ervas daninhas. Não há confirmação sobre usos específicos para S. tribulosum sem consulta à literatura.\n\n- Identificação segura: para confirmar a espécie, compare características detalhadas (forma e tamanho das folhas, presença/forma dos espinhos, cor e medida das flores e frutos, tipo de pilosidade) com descrições em monografias ou com exemplares de herbário. Fotografias de flores, frutos e detalhes do caule ajudam muito.\n\nO que você pode fazer para confirmar (sources a checar)\n- Consultar bases botânicas: Plants of the World Online (Kew), GBIF, Tropicos, The Plant List.\n- Verificar coleções de herbário online (ex.: JSTOR Plants, herbários nacionais).\n- Procurar publicações taxonômicas sobre o grupo Solanum na região onde a planta foi coletada.\n- Se tiver fotos ou uma amostra, posso ajudar a comparar características e sugerir quais detalhes observar.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Fazer uma busca por referências científicas e listas de herbários (posso buscar em bases conhecidas e trazer citações).\n- Ajudar a montar uma ficha técnica com os caracteres que você deve observar no campo para identificação.","Posso ajudar — mas antes uma observação importante: se o rótulo da sua planta diz apenas \"Não sei (Solanum tribulosum)\", pode haver erro de identificação. Muitas espécies do gênero Solanum (família Solanaceae) têm hábitos e exigências semelhantes, mas há diferenças entre arbustos, trepadeiras e plantas anuais. Vou dar orientações gerais e seguras aplicáveis à maioria das espécies selvagens de Solanum; se quiser, diga onde você mora (zona/estado/país ou se é em vaso) que adapto as recomendações.\n\nResumo rápido\n- Luz: sol pleno a meia-sombra (mínimo 4–6 horas de sol).\n- Solo: bem drenado, fértil, pH levemente ácido a neutro (5,5–7,0).\n- Rega: moderada — manter o solo ligeiramente úmido, sem encharcar.\n- Temperatura: muitas espécies sensíveis a geadas; protegê-las se houver frio intenso.\n- Propagação: principalmente por sementes; algumas aceitam estaquia.\n- Atenção: frutos e outras partes podem ser tóxicos — evitar ingestão por crianças/animais.\n\nPlantio (em canteiro)\n1. Escolha do local: local com sol direto pela manhã e sombra parcial à tarde é ideal. Evite terrenos encharcados.\n2. Preparo do solo: trabalhe o solo até 20–30 cm; incorpore matéria orgânica (composto bem curtido) e, se necessário, um pouco de areia grossa para melhorar a drenagem.\n3. Espaçamento: dependendo do porte, 30–60 cm entre plantas; se for arbustiva grande, aumente para 1 m.\n4. Plantio: abra um buraco um pouco maior que o torrão, coloque a planta na mesma profundidade do vaso e compacte levemente. Regue bem após plantar.\n5. Cobertura: aplique uma camada de mulch (palha, casca) para conservar umidade e reduzir ervas daninhas.\n\nPlantio por sementes\n- Pré-tratamento: muitas sementes germinam bem sem tratamento, mas umedecer por 12–24 h pode acelerar. Algumas sementes duras podem se beneficiar de escarificação leve.\n- Sementeira: semear superficialmente (0–5 mm de cobertura) em substrato leve e bem drenado; temperatura ideal 20–27 °C.\n- Germinação: 1–4 semanas (varia por espécie). Manter substrato úmido e luz moderada.\n- Transplante: quando tenham 2–3 folhas verdadeiras e risco de frio tiver passado.\n\nRega e fertilização\n- Rega: regas regulares, permitindo que a superfície do solo seque levemente entre regas. Evitar encharcamento para reduzir doenças radiculares.\n- Fertilização: a cada 4–6 semanas na época de crescimento use adubo balanceado (N-P-K 10-10-10 ou similar). Para estimular floração/frutificação, reduza nitrogênio relativo e aumente potássio/fósforo na fase de frutificação.\n\nPoda e condução\n- Remova ramos mortos, doentes ou que atrapalhem a circulação de ar.\n- Para plantas de porte alto, pode tutor (estacas) ou podar para manter forma compacta.\n- Em espécies trepadeiras, instale suportes/treliças.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, mosca-branca, ácaros, besouros e larvas (ex.: bicho-furão). Controle com água e sabão, inseticidas naturais (p.ex. óleo de nim), ou controle biológico.\n- Doenças: murcha, podridão radicular por excesso de umidade, míldio e oídio. Evitar rega foliar à tarde, garantir boa ventilação e solo drenante.\n- Monitoramento: inspeccione folhas e frutos regularmente e isole plantas afetadas.\n\nFrutificação e polinização\n- Flores normalmente em forma de estrela (característica do gênero). Polinização por insetos é comum; se cultivar em interior, pode precisar de polinização manual.\n- Frutos podem variar em cor; confirme toxicidade antes de qualquer consumo — muitas espécies de Solanum têm alcaloides tóxicos.\n\nCultivo em vaso\n- Vasos com 20–30 cm de profundidade para plantas pequenas; maiores para arbustos.\n- Mistura: terra vegetal + composto + perlita/pedra-pomes para drenar bem.\n- Vaso seca mais rápido: regar com mais frequência mas sem encharcar.\n\nSegurança\n- Trate frutos, folhas e mesmo seiva como potencialmente tóxicos até ter confirmação; lave as mãos após manipular e mantenha fora do alcance de crianças e animais.\n\nPara personalizar\nDiga:\n- Onde você pretende cultivar (vaso, canteiro, estufa)?\n- Em que clima/zonas de frio você está?\nCom isso eu passo um plano de plantio/cuidado adaptado (calendário de semeadura, adubação e proteção contra geadas).","Não sei (Solanum tribulosum): arbusto espinhoso de flores e frutos brilhantes — misterioso, resistente e pronto pra surpreender no mato!",null,"/uploads/species_cover/solanum-tribulosum.webp",[],[],[],1786829076299]