[{"data":1,"prerenderedAt":54},["ShallowReactive",2],{"sideroxylon-lanuginosum":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":46,"description":47,"planting_instructions":48,"short_description":49,"cover":50,"comments":51,"conversations":52,"plantDiscovers":53},"69e69182c228dd0022510253",[],[],[],[],[],"2887069","Sideroxylon lanuginosum Michx.","Sideroxylon lanuginosum",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604599022/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604599081/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604599316/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604599402/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604599508/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604599493/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605286420/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604604711/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605187374/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604612431/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604630734/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604909573/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604909599/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604959497/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605197293/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605977421/original.jpg","sideroxylon-lanuginosum","Nome e situação no Brasil\n- Espécie: Sideroxylon lanuginosum (sinônimo tradicional: Bumelia lanuginosa).\n- No Brasil não há nome popular registrado para esta espécie; ela é nativa da América do Norte (principalmente Estados Unidos e partes do México), por isso não tem uso popular consolidado aqui. Em inglês aparece como “gum bully” ou às vezes “woolly bumelia”.\n\nDescrição morfológica (linguagem simples)\n- Porte: arbusto grande a árvore pequena, normalmente entre 2 e 8 metros de altura; crescimento lento.\n- Tronco e madeira: casca áspera, tronco relativamente duro (o gênero Sideroxylon tem madeira densa, daí o nome que significa “madeira de ferro”).\n- Folhas: simples, alternas, coriáceas (leves e firmes), geralmente cobertas com pelos finos (daí o epíteto lanuginosum = “lanoso”); formato obovado a elíptico, com margem inteira.\n- Flores: pequenas, esbranquiçadas a esverdeadas, reunidas em cachos curtos; flores geralmente hermafroditas e atrativas para insetos.\n- Frutos: drupas (tipo de “baga” com caroço interno), arredondadas, 1–2 cm; quando maduras variam do amarelo-alaranjado a vermelho e depois escurecem. Frutos são comestíveis para aves e mamíferos, que ajudam na dispersão das sementes.\n\nHabitat e distribuição\n- Ocorre naturalmente em áreas secas e bem drenadas: cerrados rochosos, pradarias, colinas calcárias, bordas de matas e áreas abertas com solo raso.\n- Distribuição principal: Estados Unidos (sudeste e centro-sul) e partes do México. Não é nativa do Brasil.\n\nEcologia e importância\n- Planta adaptada à seca e solos pobres; tolera exposição ao sol pleno e certo grau de solo pedregoso.\n- Flores atraem polinizadores (abelhas e outros insetos). Frutos alimentam aves (perus, tordos, etc.) e pequenos mamíferos, que dispersam as sementes.\n- Por sua resistência pode atuar como planta de suporte em paisagens naturais e de restauração em regiões adequadas.\n\nFlorescimento e frutificação\n- Floresce na primavera e início do verão; frutos aparecem do verão ao outono, dependendo da região.\n\nUsos e cultivo\n- Usada em projetos de paisagismo naturalista e para atração de fauna; também pode servir como planta de recuperação de áreas degradadas pelo seu porte resistente.\n- Cultivo: prefere solo bem drenado, tolera solos pobres e seca; multiplicação por sementes (às vezes exige estratificação para melhorar a germinação) ou por estacas com menor sucesso. Pode ser podada para formar arbusto denso.\n- Não é amplamente cultivada comercialmente, mas tem valor para jardins sustentáveis em regiões de clima compatível.\n\nConservação e riscos\n- Em geral não é considerada ameaçada, sendo comum ou localmente frequente em sua área de ocorrência. Situações locais podem variar.\n- Não há registros de invasividade em regiões fora de sua área nativa, mas plantas exóticas devem ser avaliadas antes de introdução em novos países.\n\nObservações finais\n- Se você precisa registrar essa espécie em uma base de dados brasileira, é útil anotar o sinônimo Bumelia lanuginosa, a origem geográfica (não nativa no Brasil) e as características principais: arbusto/árvore pequena, folhas lanosas, pequenas flores em cachos, frutos em drupa dispersos por aves.","Abaixo seguem orientações práticas para plantar e cuidar de Sideroxylon lanuginosum (sin.: Bumelia lanuginosa) — espécie sem nome popular registrado no Brasil. Informação adaptada ao plantio em viveiro e em paisagismo/xeriscape.\n\nIdentificação rápida\n- Família: Sapotaceae. Arbusto ou árvore pequena (geralmente 3–8 m), copa densa, folhas coriáceas; flores pequenas esbranquiçadas na primavera; frutos tipo drupa no outono/inverno que atraem aves.\n\nClima e localização\n- Prefere clima temperado a subtropical/quente; tolera calor e períodos secos. Suporta geadas leves a moderadas (aprox. USDA zones 6–9), mas não exposições longas a geadas severas.\n- Exposição: sol pleno a meia-sombra (floresce e frutifica melhor em pleno sol).\n- Solo: bem drenado; adapta-se a solos pobres, rochosos ou arenosos; tolera solo alcalino. Não gosta de encharcamento prolongado.\n\nPropagação\n- Por sementes (mais comum):\n  - Coletar frutos maduros, remover polpa e lavar bem as sementes.\n  - Algumas sementes germinam melhor com estratificação fria de 60–90 dias (4 °C) ou com semeadura logo após retirada da polpa.\n  - Usar substrato leve (mistura de terra, areia/ perlita e turfa/composto), semear a 0,5–1,5 cm de profundidade.\n  - Manter leve umidade e temperatura entre 20–25 °C. Germinação pode ser lenta (semanas a meses).\n- Por estaquia (possível, mas mais difícil):\n  - Estaquia semi‑lenhosa de 10–15 cm com hormônio enraizador aumenta sucesso; manter alta umidade e calor de base; enraizamento lento.\n- Muda comprada: plantar preferencialmente no início da estação chuvosa ou em primavera.\n\nPlantio em campo\n- Espaçamento: 3–6 m entre plantas (depende do porte desejado).\n- Covas: 40–60 cm; misturar parte do solo removido com composto/esterco bem curtido se solo muito pobre.\n- Colocar muda ao nível do colo, preencher sem enterrar demais o tronco, compactar levemente e regar bem no plantio.\n\nRega\n- Estabelecimento: regas regulares nas primeiras 6–12 semanas (1–2x/semana dependendo do clima).\n- Após estabelecida: muito tolerante à seca; regas ocasionais (a cada 2–4 semanas) em períodos prolongados sem chuva. Evitar encharcamento.\n\nAdubação\n- Pouca necessidade. Aplicar adubo orgânico (composto) no plantio.\n- Adubação mineral leve anual na primavera (NPK equilibrado, dosagem reduzida) se crescimento estiver pobre.\n- Evitar excesso de nitrogênio que incentive crescimento fraco.\n\nPoda e manejo\n- Podar apenas para formar copa, remover galhos mortos/doentes e controlar porte.\n- Poda de formação nos primeiros anos e saneamento quando necessário.\n- Evitar podas drásticas após o início da frutificação, pois floresce na madeira nova e velha.\n\nMulching\n- Aplicar cobertura orgânica (5–10 cm) mantendo afastado 5–10 cm do tronco para evitar apodrecimento.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente resistente; possíveis problemas: cochonilhas, pulgões, percevejos, ou pragas de perfuração em madeira; manchas foliares em ambientes muito úmidos.\n- Manejo: inspeção regular, controle biológico/óleo hortícola ou acaricida quando necessário; remover material infectado.\n\nUsos e notas adicionais\n- Bom para jardins secos, bordaduras, sebes espaçadas e atração de aves.\n- Frutos consumidos por aves; potencialmente adstringentes para humanos — verificar antes de consumo.\n- Verifique legislação local sobre introdução de espécies exóticas (se estiver plantando fora da sua área nativa).\n\nResumo prático (checklist)\n- Local: sol pleno a meia-sombra, solo bem drenado.\n- Plantio: covas 40–60 cm, adubo orgânico no plantio.\n- Rega: regular até estabelecer; depois pouca água.\n- Adubo: orgânico no plantio; NPK leve na primavera se necessário.\n- Poda: formação e limpeza; evitar podas muito drásticas.\n- Propagação: preferencialmente por semente (estratificação melhora germinação).\n\nSe quiser, posso:\n- Enviar um passo a passo detalhado para germinar sementes (protocolos de estratificação e substratos).\n- Ajudar a adaptar os cuidados ao clima de uma cidade/região específica do Brasil — diga qual.","Árvore peludinha (Sideroxylon lanuginosum): folhas rústicas, frutinhos doces e charme discreto — sem nome popular registrado no Brasil!","/uploads/species_cover/sideroxylon-lanuginosum.webp",[],[],[],1786829089577]