[{"data":1,"prerenderedAt":176},["ShallowReactive",2],{"scrophularia-peregrina":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":42,"slug":43,"description":44,"planting_instructions":45,"short_description":46,"cover":47,"comments":48,"conversations":49,"plantDiscovers":50},"6921baaf6d7516002235e5d9",[],[],[],[],[],"3170862","Scrophularia peregrina L.","Urtiga  mansa",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618031269/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618996475/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618996482/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619013570/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619013559/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619000098/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619000141/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619247541/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/617456930/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619008718/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620830554/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620849383/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620849385/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620577444/original.jpg","Scrophularia peregrina","scrophularia-peregrina","Scrophularia peregrina (nome comum: urtiga mansa) — descrição em linguagem simples e detalhada\n\nResumo taxonômico\n- Família: Scrophulariaceae  \n- Nome científico: Scrophularia peregrina L.  \n- Nomes comuns: urtiga mansa, figwort (inglês)\n\nAparência geral\n- Tipo de planta: herbácea (vive ano a ano ou por alguns anos, dependendo do local).  \n- Porte: geralmente cresce entre 30 cm e 80 cm de altura, podendo variar conforme o local.  \n- Caule: ereto, às vezes ramificado, de textura relativamente macia (não lenhoso).  \n- Folhas: opostas (duas por nó), com pecíolo; lâminas de formato ovado a cordado, bordas serrilhadas; cor verde, às vezes com textura ligeiramente aveludada.  \n- Inflorescência e flores: flores agrupadas em muitas pequenas cymas axilares ao longo do caule, formando racemos soltos. As flores têm formato tubular com duas “lábios” (bilabiadas): o lábio superior forma uma espécie de capuz e o inferior é mais aberto. A cor varia do rosado ao castanho-avermelhado, às vezes mais pálida. Flores pequenas, mas numerosas.  \n- Frutos e sementes: produz cápsulas pequenas que libertam sementes minúsculas quando maduras.\n\nHabitat e distribuição\n- Região: espécie típica do Mediterrâneo. Encontra-se em países do Sul da Europa (Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia), Ilhas e também em partes do Norte de África e Oriente Médio.  \n- Habitats preferidos: margens de caminhos, muros, terrenos perturbados, bordas de campos, clareiras e locais com solo bem drenado. Gosta de solos calcários e de locais com sol a meia-sombra. Não é uma planta estritamente de áreas húmidas; tolera ambientes relativamente secos do Mediterrâneo.\n\nFenologia (quando floresce)\n- Normalmente floresce na primavera e início do verão (geralmente entre março e junho, sujeito ao clima local).\n\nEcologia e polinização\n- Polinizadores: flores atraem insetos, especialmente abelhas e dípteros; a forma tubular favorece visitantes com capacidade de alcançar o interior da flor.  \n- Papel ecológico: faz parte da flora espontânea em matas e bordas agrícolas, contribuindo para a oferta de néctar/pólen na época de floração.\n\nUsos e precauções\n- Uso tradicional: espécies do género Scrophularia são usadas em algumas práticas populares para problemas da pele e inflamações, mas o uso medicinal deve ser encarado com cautela.  \n- Precauções: não usar sem orientação de um profissional de saúde. Não é conhecida como planta altamente venenosa, mas ingestão de partes da planta sem conhecimento não é recomendada.\n\nReprodução e cultivo (se pretende incluir na base de dados)\n- Reprodução: por sementes; algumas espécies do género podem também rebrotar por base do caule.  \n- Cultivo: aceita locais com sol ou meia-sombra, prefere solo bem drenado; sem exigências especiais para solos pobres ou calcários. Sementes podem ser semeadas no outono ou na primavera conforme o clima local.\n\nEspécies semelhantes (diferenças chave)\n- Pode ser confundida com outras Scrophularia (por exemplo S. nodosa), mas difere pelos detalhes das flores (cor e tamanho) e formatos das folhas. Observação das flores e da disposição das inflorescências ajuda na identificação.\n\nEstado de conservação\n- Em geral não é considerada ameaçada em grande parte da sua área de distribuição; é uma espécie relativamente comum nos habitats mediterrâneos.\n\nObservações finais\n- Scrophularia peregrina é uma planta mediterrânea relativamente discreta, reconhecível pelas folhas opostas e pelas numerosas pequenas flores bilabiadas rosadas a castanho-avermelhadas dispstas ao longo do caule. É útil anotar local, altura da planta, cor das flores e tipo de solo quando a documentar na sua base de dados para facilitar comparações e evitar confusões com espécies próximas.","Segue um guia prático para plantar e cuidar de Urtiga mansa (Scrophularia peregrina). Vou incluir descrição rápida, exigências culturais, como plantar, multiplicação, cuidados regulares, problemas comuns e precauções.\n\nDescrição rápida\n- Scrophularia peregrina (figwort/“urtiga mansa”) é uma herbácea do Mediterrâneo, geralmente bianual/perene curta, com haste ereta de 30–90 cm e flores tubulares pequenas, verde-avermelhadas. Não é uma urtiga verdadeira: não provoca queimaduras ao toque. Atrai polinizadores (abelhas).\n\nExigências de cultivo\n- Solo: prefere solo humífero, fresco e bem drenado; tolera solos argilosos desde que não fiquem encharcados. pH neutro a levemente alcalino.\n- Luminosidade: meia-sombra a sol matinal; suporta sol pleno em climas frescos, mas aprecia sombra parcial em climas quentes.\n- Água: gosta de umidade constante; irrigação regular, especialmente no estabelecimento e na floração. Não tolera encharcamento prolongado.\n- Clima/temperatura: adaptada a climas mediterrânicos; resistente ao frio moderado se o solo drenar bem. Evite geadas muito severas com solo encharcado.\n- Espaçamento: 30–50 cm entre plantas, dependendo do porte.\n\nComo plantar (em canteiro ou vaso)\n1. Escolha local com meia-sombra e solo rico em matéria orgânica.\n2. Prepare o solo incorporando composto bem amadurecido (2–4 cm) e garanta boa drenagem.\n3. Em canteiro: cave um buraco do dobro do torrão da muda; plante na mesma profundidade do vaso e compacte levemente.\n4. Em vaso: use substrato para plantas ornamentais bem drenado e um vaso de tamanho adequado (diâmetro ≥ 20–25 cm).\n5. Regue bem após plantar e mantenha o solo ligeiramente húmido nas primeiras semanas.\n\nMultiplicação\n- Sementes: semear no outono ou na primavera; semear superficialmente (precisa de luz para germinar) e manter o substrato húmido. Germinação em algumas semanas. A estratificação fria pode melhorar a taxa de germinação se as sementes forem armazenadas.\n- Divisão: em plantas perenes, dividir touceiras na primavera ou outono.\n- Mudas/brote basal: pode-se enraizar rebentos vigorosos na primavera.\n\nCuidados regulares\n- Rega: regas regulares, sem encharcar. Reduzir um pouco no fim do período vegetativo.\n- Adubação: aplicar composto orgânico anual na plantação; fertilização leve com NPK balanceado na primavera se o crescimento for fraco.\n- Poda: retirar flores secas (deadhead) para evitar auto-sementeira excessiva e para prolongar a floração. Depois da floração, pode cortar as hastes velhas para estimular novo crescimento ou limpar a planta.\n- Proteção no inverno: em climas muito frios, proteger com cobertura de palha ou folhagem seca se o solo ficar encharcado por geadas.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente de baixa manutenção. Pode ser atacada por pulgões, lesmas e caracóis; trate com remoção manual, caldas ou controle apropriado.\n- Em condições de pouca ventilação e excesso de umidade: risco de oídio e podridão radicular. Evitar encharcamento e garantir boa circulação de ar.\n- Monitorar e intervir cedo para evitar proliferação.\n\nUsos e precauções\n- Uso ornamental: bordaduras sombreadas, margens de áreas húmidas, jardins naturais e de polinizadores.\n- Uso tradicional: algumas espécies de Scrophularia têm uso medicinal popular (antinflamatório, vulnerário), mas sempre consultar profissional de saúde antes de uso. Evite ingestão sem orientação.\n- Precauções: não confundir com urtigas que causam ardência; esta espécie não urtica. Se houver sensibilidade cutânea, manusear com luvas nas primeiras vezes.\n\nDicas práticas finais\n- Plante em grupo para efeito e maior retenção de humidade ao redor das raízes.\n- Mantém-se bem em áreas rústicas e de sombra húmida; reduz a rega em época chuvosa.\n- Se desejar controlar auto-sementeira, retire as cápsulas de sementes quando começarem a secar.\n\nSe quiser, posso adaptar instruções para plantar em vaso pequeno, fornecer um calendário de tarefas por mês para sua região (diga qual é a sua zona/clima ou cidade) ou indicar fornecedores de sementes/mudas em Portugal/Brasil. Quer esses detalhes?","Urtiga mansa (Scrophularia peregrina): herbácea discreta, flores miúdas e jeito tranquilo — parece urtiga, mas só quer ser amiga.","/uploads/species_cover/scrophularia-peregrina.webp",[],[],[51,88],{"_id":52,"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":42,"image":53,"user":54,"results":58,"createdAt":87},"6921bf38ad5b5a0022662a82","/uploads/images/plant-discover/image_picker_04FFD8F5-B0F7-4BD3-A714-72129763D305-22032-00001A94A5435F03-1763819318033.jpg",{"_id":55,"name":56,"picture":57,"city":57,"uf":57},"679565b665926a005a1d310d","Octos, RS",null,[59,74],{"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":42,"images":60,"score":73},[61,65,69],{"url":62,"thumbnail":63,"citation":64},"https://bs.plantnet.org/image/o/0ba2c1cce50d94b12b10b49de8ac87735c18d117","https://bs.plantnet.org/image/m/0ba2c1cce50d94b12b10b49de8ac87735c18d117","picetti leonardo / Pl@ntNet, 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