[{"data":1,"prerenderedAt":80},["ShallowReactive",2],{"scleria-oligantha":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"pictures":12,"canonical_name":71,"slug":72,"name":71,"description":73,"planting_instructions":74,"short_description":75,"cover":76,"comments":77,"conversations":78,"plantDiscovers":79},"6a733a101e20f9002265872f",[],[],[],[],[],"2712784","Scleria oligantha Michx.",[13,15,17,19,21,23,25,27,29,31,33,35,37,39,41,43,45,47,49,51,53,55,57,59,61,63,65,67,69],{"url":14},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605737404/original.jpg",{"url":16},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643300413/original.jpg",{"url":18},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/643300443/original.jpg",{"url":20},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649817813/original.jpg",{"url":22},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649817829/original.jpg",{"url":24},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/648594509/original.jpg",{"url":26},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/644432494/original.jpg",{"url":28},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/644432781/original.jpg",{"url":30},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/644446363/original.jpg",{"url":32},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/644446623/original.jpg",{"url":34},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/640523327/original.jpg",{"url":36},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/640523200/original.jpg",{"url":38},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/640523246/original.jpg",{"url":40},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/640523281/original.jpg",{"url":42},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/640523388/original.jpg",{"url":44},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/640523440/original.jpg",{"url":46},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653752462/original.jpg",{"url":48},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653752562/original.jpg",{"url":50},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/661823839/original.jpg",{"url":52},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/661824248/original.jpg",{"url":54},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664528339/original.jpg",{"url":56},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664528337/original.jpg",{"url":58},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221340/original.jpg",{"url":60},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221240/original.jpg",{"url":62},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221289/original.jpg",{"url":64},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221370/original.jpg",{"url":66},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221405/original.jpg",{"url":68},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221454/original.jpg",{"url":70},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/652221487/original.jpg","Scleria oligantha","scleria-oligantha","Sem nome popular registrado (Scleria oligantha)\n\nTaxonomia\n- Família: Cyperaceae (familia dos juncos e papirus)\n- Gênero: Scleria\n- Espécie: Scleria oligantha\n- Observação: não há nome popular amplamente registrado para esta espécie.\n\nEtimologia\n- \"oligantha\" vem do grego e significa \"poucas flores\", indicando que a planta tende a ter inflorescências com poucas flores ou espiguetas.\n\nDescrição (linguagem simples)\n- Tipo de planta: é uma ciperácea, ou seja, uma planta parecida com uma gramínea, geralmente herbácea.\n- Hábito: costuma formar touceiras (pode ser anual ou perene dependendo da espécie do gênero).\n- Caule: o caule é geralmente cilíndrico ou triangular na secção, firme, ereto.\n- Folhas: longas e estreitas, em bainhas na base do caule; muitas espécies de Scleria têm folhas um pouco mais rígidas que gramíneas comuns.\n- Inflorescência: em ramos no topo do caule com poucas espiguetas (daí o nome \"oligantha\"); cada espigueta abriga flores pequenas e discretas.\n- Flores: pequenas, pouco vistosas, típicas de ciperáceas, sem pétalas aparentes.\n- Frutos/sementes: produzem aquênios (pequenos frutos duros, também chamados de \"nozinhos\" ou \"nuezinhos\"); esses aquênios podem ter superfícies lisas ou ornamentadas, úteis para identificação.\n\nHabitat e distribuição\n- Informações específicas sobre a distribuição de Scleria oligantha são escassas em literatura de acesso geral. No entanto, o gênero Scleria é típico de regiões tropicais e subtropicais e muitas espécies ocorrem em habitats úmidos: margens de cursos d'água, áreas alagadas, brejos, várzeas e pastagens úmidas.\n- É razoável procurar registros locais (herbários regionais ou listas florais) para confirmar a ocorrência por país ou bioma.\n\nFenologia (floração/frutificação)\n- Flores pequenas e discreta; períodos de floração e frutificação variam conforme o clima local. Em geral, em regiões tropicais, pode florescer em épocas chuvosas ou ao longo de grande parte do ano.\n\nEcologia e importância\n- Como outras ciperáceas, provavelmente contribui para a estabilização de solo em áreas úmidas e oferece micro-hábito para pequenos invertebrados.\n- As sementes podem ser dispersas por água, animais ou pelo próprio ambiente.\n- Não há registros amplamente divulgados de uso humano ou econômico específico para esta espécie; usos costumam ser mais comuns em outras espécies do mesmo gênero.\n\nConservação\n- Não há informações públicas amplas sobre o status de conservação de Scleria oligantha. Recomenda-se consultar listas vermelhas regionais, herbários e especialistas locais para avaliar ameaça, distribuição restrita ou necessidade de proteção.\n\nDicas práticas para identificação e coleta (para herbário)\n- Colete material que mostre caule, folhas, inflorescência e, se possível, aquênios maduros — os frutos ajudam muito na identificação de Scleria.\n- Fotografe planta inteira, detalhes das espiguetas e superfície do aquênio.\n- Anote localidade precisa, tipo de solo, presença de água, altitude e data da coleta.\n\nCampos sugeridos para sua base de dados\n- Nome científico completo (autor, se disponível)\n- Nome popular (se houver) — deixar como \"Sem nome popular registrado\" se não existir\n- Família\n- Descrição morfológica (curta)\n- Habitat\n- Distribuição geográfica (paíss/biomas; inserir \"a confirmar\" se desconhecido)\n- Fenologia\n- Observações ecológicas\n- Usos conhecidos\n- Estado de conservação (fonte)\n- Referências/herbário ou link para registro\n\nObservação final\n- Para completar a ficha com precisão (autor da espécie, distribuição exata, medidas e ilustrações), consulte herbários regionais, monografias do gênero Scleria ou bases de dados botânicas (ex.: Catálogo de plantas do país, GBIF, Flora local). Isso garante dados taxonômicos e geográficos corretos para sua base.","Observação inicial\n- O nome fornecido indica que não há nome popular registrado para Scleria oligantha. Informações publicadas especificamente sobre essa espécie podem ser escassas. O que segue é um guia prático baseado nas características gerais do gênero Scleria (Cyperaceae) e de espécies de sapáceas semelhantes: ajuste localmente conforme observações ou referências regionais (herbários, universidades, centros de pesquisa, viveiros nativos).\n\nDescrição geral (gênero Scleria)\n- São plantas do grupo das ciperáceas (parecidas com gramíneas/juncos), muitas vezes perenes, formando tufos ou colônias por rizoma. Produzem espiguetas com frutos (nozículas). Habitualmente associadas a solos úmidos ou sazonalmente encharcados, margens de brejos, lagoas e pastagens úmidas.\n\nLocal e substrato\n- Solo: prefere solos frescos a encharcados, bem drenados mas com boa retenção de água; tolera matéria orgânica média a alta. Pode ocorrer em solos ácidos a neutros.\n- Luminosidade: full sun (sol pleno) a meia-sombra; muitas Scleria desenvolvem-se melhor com boa luminosidade, mas toleram sombreamento parcial.\n- Umidade: prefere solo constantemente úmido; algumas espécies toleram períodos secos, mas o melhor crescimento é em áreas com umidade regular ou solo permanentemente úmido.\n\nPlantio\n1. Escolha do local: área com boa entrada de luz e acesso a água (margem de lagoa, canteiro de jardim de chuva, área de atenuação de enxurrada).\n2. Preparo do solo: incorporar matéria orgânica (composto) se o solo for pobre; nivele e garanta que o local retenha umidade. Evite solos muito compactados.\n3. Espaçamento: plantar tufos com 20–50 cm entre plantas, dependendo do porte e do objetivo (uso ornamental vs. cobertura/controle de erosão).\n4. Profundidade: plantar à mesma profundidade do torrão; não enterrar muito.\n\nIrrigação\n- Manter o solo constantemente úmido até o estabelecimento (primeiras 4–8 semanas).\n- Em cultivo estabelecido, regar regularmente se o local secar; tolera solos encharcados em muitos casos.\n- Em canteiros de chuva/bog gardens, geralmente dispensa irrigação suplementar.\n\nAdubação\n- Baixa exigência. Aplicar adubação orgânica anual (composto ou esterco curtido) ou um adubo NPK balanceado em primavera se o crescimento for fraco.\n- Evitar excesso de nitrogênio que pode favorecer plantas concorrentes.\n\nPoda e manutenção\n- Remover folhas secas ou danificadas durante o ano.\n- Corte dramático: podar rente no final do inverno/começo da primavera para estimular novo crescimento.\n- Monitorar competição de plantas invasoras e controlar manualmente.\n\nPropagação\n- Por divisão: método mais fácil. Divida touceiras no início da estação de crescimento (primavera) ou no final do outono. Replante imediatamente e mantenha úmido.\n- Por sementes: sementes de ciperáceas geralmente germinam em substrato úmido; recomenda-se semear superficialmente (não enterrar demais), manter temperatura amena e solo constantemente úmido. Algumas espécies beneficiam de estratificação a frio ou de ciclo de inundação/ressurgimento para quebrar dormência — verificar em fonte local. Germinação pode levar dias a semanas.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente plantas rústicas e pouco atacadas. Possíveis problemas: caracóis/lesmas, doenças fúngicas em condições de má ventilação (manejar espaçamento e umidade excessiva estagnada).\n- Controle: manejo cultural, retirada de material doente, controle manual de pragas.\n\nComportamento e controle de disseminação\n- Algumas Scleria produzem muitas sementes e/ou rizomas e podem se espalhar; monitorar e controlar se plantações estiverem próximas a áreas naturais sensíveis.\n- Em projetos de restauração ou uso em viveiros, considerar contenção (borda física) se necessário.\n\nUsos recomendados\n- Jardins de água/brejos, jardins de chuva, controle de erosão em margens, paisagismo naturalizado, coleções de plantas nativas.\n- Valor ecológico: oferece abrigo e alimento para insetos e aves em áreas úmidas.\n\nPrecauções e observações finais\n- Consulte referências locais (herbário regional, centro de pesquisa florestal/botânico, listas de espécies nativas) para dados específicos da espécie Scleria oligantha: habitat natural preciso, fenologia (época de floração/fruto), estado de conservação e recomendações locais de manejo.\n- Se tiver sementes ou material de propagação, indique origem (coleta local, viveiro) e pergunte sobre permissões/legislação de coleta em áreas naturais.\n\nDeseja que eu transforme essas informações em campos prontos para uma base de dados (por exemplo: porte, tipo de solo, luminosidade, irrigação, propagação, usos, observações)?","Sem nome popular (Scleria oligantha): plantinha discreta e elegante, sem fama ainda — pronta para conquistar pântanos e corações botânicos!","/uploads/species_cover/scleria-oligantha.webp",[],[],[],1786829088714]