[{"data":1,"prerenderedAt":63},["ShallowReactive",2],{"salix-myrsinifolia":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":54,"slug":55,"description":56,"planting_instructions":57,"short_description":58,"cover":59,"comments":60,"conversations":61,"plantDiscovers":62},"692772345bf7d6002267f473",[],[],[],[],[],"5372875","Salix myrsinifolia Salisb.","salgueiro",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/627541715/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/639586728/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/639586727/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/639586725/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/639586762/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/650140493/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/650140484/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/654659929/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651409599/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651409605/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651409607/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651365634/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651365638/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651365637/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651632365/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/657161835/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655298669/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655298680/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655298674/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/654886402/original.jpg","Salix myrsinifolia","salix-myrsinifolia","Salgueiro (Salix myrsinifolia)\n\nDescrição geral\n- O salgueiro Salix myrsinifolia é uma espécie de salgueiro de clima frio e temperado, comum na Europa e em partes da Ásia. Geralmente tem porte de arbusto denso ou pequena árvore.\n\nComo é (características principais)\n- Porte: normalmente 2–6 metros de altura como arbusto, podendo atingir cerca de 8 m em condições favoráveis.\n- Tronco e ramos: ramos relativamente finos, de cor castanha a acinzentada; forma costuma ser ramificada e por vezes em touceiras.\n- Folhas: folhas alongadas, estreitas (formato lanceolado a elíptico), de cor verde-escura na face superior e mais clara na inferior; margem com pequenas serrilhas. As folhas têm textura macia e podem apresentar pelos tênues na face inferior, especialmente nas nervuras.\n- Flores: produz florzinhas em amentilhos (catkins) na primavera. A espécie é dióica — plantas masculinas têm amentilhos amarelados (repletos de pólen) e as femininas amentilhos esverdeados que darão sementes.\n- Frutos/sementes: as sementes são pequenas e envoltas por pelos sedosos que permitem a dispersão pelo vento.\n- Casca: em exemplares jovens é lisa; em árvores mais velhas pode ficar mais rugosa.\n\nOnde vive (habitat e distribuição)\n- Prefere solos húmidos: margens de rios e lagoas, charcos, áreas pantanosas, e bosques húmidos. Suporta solos ácidos a neutros.\n- Distribuição natural: ampla pela Europa setentrional e central e regiões temperadas do norte da Ásia. Aguenta bem climas frios (resistente a geadas).\n\nComo se reproduz e se espalha\n- Reprodução sexual por sementes aladas (dispersas pelo vento) e muito frequentemente por reprodução vegetativa: rebenta por tocas/rizomas e brota a partir de estacas, o que lhe permite colonizar áreas recém-perturbadas e estabilizar margens de cursos de água.\n- Floresce no início da primavera, antes ou ao mesmo tempo que as folhas, dependendo do clima local.\n\nPapel ecológico\n- Importante para estabilizar margens e evitar erosão.\n- Suporta insetos polinizadores nas flores (abelhas e outros) e serve de alimento e abrigo para aves, pequenos mamíferos e herbívoros.\n- As sementes e a vegetação jovem são recurso alimentar para várias espécies.\n\nUsos humanos\n- Uso tradicional em controle de erosão e recuperação de margens de rios por sua capacidade de enraizamento e propagação.\n- Madeira usada localmente como combustível, em trabalhos rústicos e, em certos casos, para cestaria ou artesanato (como outros salgueiros).\n- Como todos os salgueiros, a casca contém compostos com propriedades analgésicas (salicina), mas qualquer uso medicinal requer cuidado e orientação.\n\nCuidados e notas práticas\n- Pode formar colónias por rebentamento, o que a torna eficiente para recuperação de áreas húmidas, mas também potencialmente invasiva em plantações ou jardins se não for controlada.\n- É importante plantar em locais adequados (solo húmido) e evitar áreas onde possa competir com espécies nativas frágeis (quando introduzida fora da sua área natural).\n\nDicas rápidas para identificar\n- Arbusto ou pequena árvore bem ramificada em locais húmidos.\n- Folhas estreitas, verde-escuro por cima e mais claras por baixo, com serrilha fina.\n- Amentilhos na primavera; plantas com amentilhos amarelados são masculinas.\n- Tendência a formar touceiras e rebentar do solo.\n\nSe quiser, posso incluir fotos de referência, comparações com outras espécies de Salix próximas (para ajudar a identificação) ou mapas de distribuição mais precisos. Qual prefere?","Aqui vai um guia prático e direto para plantar e cuidar do salgueiro Salix myrsinifolia (salgueiro-de-folha-escura):\n\n1. Perfil da espécie\n- Nome: Salix myrsinifolia (salgueiro).\n- Porte: pode variar de arbustivo a pequena árvore (2–7 m, dependendo do sítio).\n- Habitat natural: locais húmidos — margens de rios, pântanos e solos mal drenados.\n- Preferências: solo húmido a encharcado, solo fértil e ligeiramente ácido a neutro, sol pleno a meia-sombra.\n- Observação: enraiza facilmente a partir de estacas; raízes vigorosas — evitar perto de fundações, tubos e fossas.\n\n2. Onde plantar\n- Escolha local com boa luminosidade (sol pleno ou meia-sombra) e solo sempre húmido ou com rega segura.\n- Evite solos muito secos e locais muito expostos a ventos fortes sem abrigo.\n- Distância entre plantas: se for formar um alinhamento, 3–6 m; para espécimes isolados, prever espaço de 5–8 m para crescimento das copas.\n\n3. Preparação do solo e do buraco\n- Cavque um buraco cerca de 2 vezes a largura da bola de raízes e com profundidade igual à do torrão.\n- Misture terra fértil com composto orgânico bem decomposto para melhorar a retenção de água e nutrientes.\n- Plante no mesmo nível do torrão (não enterrar o colo). Aperte bem o solo ao redor.\n\n4. Plantio (sementes, muda ou estaca)\n- Mudas em vaso/torão: plantar na época amena (primavera ou outono). Regar abundantemente após plantar.\n- Estacas (método mais simples e eficaz): usar estacas de madeira dura no fim do inverno/início da primavera, 20–40 cm de comprimento, cravar em solo húmido; enraízam muito bem.\n- Sementes: possível, mas menos prático — sementes têm curta viabilidade e germinação irregular.\n\n5. Rega\n- Mantê-lo sempre com solo húmido nas primeiras 1–2 estações de crescimento. Rega semanal profunda em períodos sem chuva.\n- Depois de estabelecido, tolera alguma seca, mas prefere solo húmido; regar em secas prolongadas.\n\n6. Adubação e cobertura\n- Adubar leve na primavera com composto ou estrume bem curtido. Em solos muito pobres, usar fertilizante NPK equilibrado.\n- Aplicar cobertura orgânica (mulch) de 5–10 cm ao redor (mantendo afastado do tronco) para conservar humidade e fornecer nutrientes.\n\n7. Poda e formação\n- Poda de limpeza anual no final do inverno/principio da primavera (antes do brotamento): remover ramos mortos, doentes ou mal dirigidos.\n- Aceita bem a copa-corte e o corte raso (coppicing) — brota vigorosamente, útil se quiser renovar ou gerir biomassa.\n- Evitar podas pesadas no final da estação (outono), para não estimular brotações vulneráveis ao frio.\n\n8. Pragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, lagartas, cochonilhas; controlo com água pressurizada, óleo hortícola ou sabão inseticida; em infestações graves, insecticidas apropriados.\n- Doenças: fungos (por ex. oídio, manchas foliares, cancro de sulcos) e podridões em solos muito compactados; prevenir boa ventilação e evitar excesso de irrigação superficial. Remover ramos infectados e melhorar drenagem/fluxo de ar.\n- Monitorizar e agir cedo — salgueiros são, em geral, resistentes, mas em condições stressantes ficam mais suscetíveis.\n\n9. Observações práticas e ambientais\n- Uso comum para contenção de margens e recuperação de áreas húmidas, cortinas corta-vento e ornamentação.\n- Pode ser invasivo em algumas regiões por enraizamento de estacas e produção abundante de sementes. Verifique regulamentações locais antes de plantar próximo a cursos de água naturais.\n- Ramo e copa relativamente frágeis; perigo de queda de ramos em tempestades — evitar plantio muito próximo de construções.\n\n10. Cronograma simplificado (primeiro ano)\n- Plantio: primavera/outono.\n- Primeiros 6–12 meses: rega frequente para manter solo húmido; mulch e adubo orgânico leve na primavera.\n- Poda leve no final do inverno seguinte para ajustar forma e remover danos.\n\nSe quiser, posso: 1) sugerir um plano de plantio específico para o seu clima/local (informe região/zonas climáticas), 2) explicar passo a passo como fazer estacas para propagação, ou 3) indicar soluções para uma praga/doença específica que esteja a observar. Qual prefere?","Salgueiro (Salix myrsinifolia): elegante árvore de folhas brilhantes e amentos fofinhos, rainha dos pântanos—encantadora e amiga da água!","/uploads/species_cover/salix-myrsinifolia.webp",[],[],[],1786829087503]