[{"data":1,"prerenderedAt":46},["ShallowReactive",2],{"rosa-multiflora":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":38,"slug":12,"description":39,"planting_instructions":40,"short_description":41,"cover":42,"comments":43,"conversations":44,"plantDiscovers":45},"69ffe698ccb71300226d848d",[],[],[],[],[],"3003244","Rosa multiflora Thunb.","rosa-multiflora",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605447808/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604866891/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604866862/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605192024/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605170543/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605653804/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605519923/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605457727/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604504511/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605397597/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604567089/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604567320/original.jpg","Rosa multiflora","Rosa-multiflora (Rosa multiflora Thunb.)\n\nO que é\n- É um arbusto lenhoso caducifólio da família Rosaceae, também chamado de roseira-multiflora, roseira-selvagem ou roseira-rambler. Foi introduzida em várias regiões como planta ornamental, cerca do século XIX.\n\nComo é (descrição física)\n- Porte: pode formar arbustos densos de 2–4 m de altura e, quando trepa sobre outras plantas, alcançar 4–6 m. Tem tendência a formar maciços e se espalhar por brotações de raiz.\n- Ramos: ramos finos com numerosos espinhos/aguilhões pequenos e pontiagudos; espinhos podem ser curvos ou retos.\n- Folhas: compostas, com 5–9 folíolos elípticos ou oblongos, margens serrilhadas; pecíolo com estipulas laterais.\n- Flores: em grandes cachos (corymbos) com muitas flores pequenas (1–2,5 cm de diâmetro), geralmente brancas a rosa-claro; flores aparecem em massa no fim da primavera/início do verão e têm perfume suave.\n- Frutos (siliquas/bolotas/“cápsulas”): pequenos frutos arredondados (drupas/“bagas” conhecidas como hips) vermelhos ou laranja no final do verão/outono, cada um com várias sementes duras.\n\nOrigem e distribuição\n- Natural da Ásia oriental (Japão, China, Coreia).\n- Introduzida na Europa e América do Norte; em muitos locais (ex.: várias áreas dos EUA) é considerada espécie invasora por sua capacidade de se espalhar rapidamente e dominar vegetação nativa.\n\nHabitat e condições de crescimento\n- Adapta-se bem a solos diversos (argilosos, arenosos, pobres ou ricos), tolera seca moderada e prefere sol pleno a meia-sombra.\n- Cresce em bordas de matas, campos abandonados, cercas-vivas e margens de estradas.\n\nReprodução e dispersão\n- Produz muitas sementes que são dispersas por aves que comem os frutos.\n- Espalha-se vegetativamente por brotações de raiz (suckers) e enraíza facilmente quando ramos tocam o solo.\n- Crescimento rápido e alta fecundidade fazem com que forme povoamentos densos.\n\nUsos\n- Ornamentação (plantio antigo em jardins).\n- Foi usada como planta de contenção de solos e para formar cercas-vivas/quilhas vivas.\n- Em viveiro, usada às vezes como porta-enxerto.\n\nImpactos e por que é considerada problemática\n- Em áreas onde foi introduzida, tende a invadir áreas naturais, competir com espécies nativas e reduzir a biodiversidade.\n- Forma denso emaranhado que impede o crescimento de plantas herbáceas e arbustos nativos e dificulta o trânsito de animais e pessoas.\n- Em alguns lugares é listada como erva daninha ou espécie exótica invasora por autoridade agrícola.\n\nControle e manejo\n- Métodos mecânicos: arrancar plantas jovens com raiz completa; cortar repetidamente para esgotar reservas; roçar/mow com repetição. Remoção manual funciona melhor com solo solto e plantas pequenas.\n- Métodos químicos: aplicação de herbicidas sistêmicos (ex.: triclopyr, glyphosate) por foliar ou em corte-de-toco (cut-stump) costuma ser eficaz. Fazer aplicações conforme recomendações locais e legislação.\n- Manejo integrado: combinação de corte + aplicação de herbicida no toco, controle repetido e restauração com espécies nativas.\n- Controle biológico/animais: caprinos e ovinos podem folhear e reduzir populações, mas raramente erradicam sozinhos.\n- Prevenção: evitar plantio em áreas naturais e retirar frutos antes de amadurecer em locais de risco.\n\nComo identificar facilmente\n- Muitos pequenos cachos de flores brancas/rosadas no final da primavera.\n- Folhas compostas com 5–9 folíolos e numerosos espinhos nos ramos.\n- Formação de densos mexericos/trepadeiras e presença de muitos hips pequenos no outono.\n- Difere de Rosa rugosa (outras espécies comuns) por ter flores muito menores e hips menores; R. rugosa tem folhas mais enrugadas e hips maiores.\n\nPropagação\n- Por sementes (maturação no outono; sementes precisam de estratificação a frio para germinar).\n- Fácil por estacas semi-lenhosas no verão e por brotações de raiz.\n\nPrecauções\n- Se estiver em área natural ou próxima a reservas, evite plantar e controle frutos para reduzir dispersão por aves.\n- Siga normas locais para uso de herbicidas e descarte de material retirado para evitar rebrota.\n\nSe precisar, posso fornecer: instruções práticas passo a passo para erradicação de um pé, método seguro de aplicação de herbicida ou fichas técnicas para inclusão na sua base de dados (campos: morfologia, fenologia, invasividade, controle, imagens).","Resumo rápido\n- Rosa-multiflora (Rosa multiflora) é um arbusto trepador espinhoso que floresce abundantemente na primavera com cachos de flores brancas/rosadas pequenas. É muito rústica e tolerante a solos pobres, mas é considerada espécie invasora em muitos países — verifique a legislação/regulamentação local antes de plantar.\n\nLocal e solo\n- Exposição: pleno sol (6+ horas/dia) para melhor floração; tolera meia-sombra.\n- Solo: prefere solos bem drenados, férteis a medianos; tolera argilas e solos pobres. pH neutro a ligeiramente ácido.\n- Drenagem: evite locais encharcados.\n\nQuando plantar\n- Melhores épocas: primavera ou outono (evitar verões quentes ou geadas fortes).\n- Se plantar em vasos/recipientes ou mudar mudas, faça na primavera para melhor estabelecimento.\n\nEspaçamento e suporte\n- Espaçamento: 1,5–3 m entre plantas (dependendo se quer cerca fechada ou espécimes isoladas).\n- Pode ser conduzida como sebe, trepadeira em arame/grade ou deixar em touceira; tem tendência a formar sebes densas por brotações e drenos.\n\nPlantio passo a passo\n1. Cave um buraco 2× o diâmetro do torrão e um pouco mais profundo.\n2. Misture terra retirada com composto maduro (25–30%) para melhorar a estrutura.\n3. Coloque a planta ao nível que estava no vaso/torrão (não enterrar o colo demais).\n4. Preencha, compacte levemente e regue bem para assentar o solo.\n5. Aplique uma camada de cobertura morta (mulch) de 5–7 cm à volta (afastado 5 cm do colo) para conservar água e suprimir ervas daninhas.\n\nRega\n- Após plantio: regas regulares nas primeiras 4–8 semanas até enraizamento.\n- Estabelecida: tolera alguma seca, mas regar em períodos longos de estiagem favorece floração e vigor. Regas profundas e espaçadas são preferíveis a regas frequentes superficiais.\n\nAdubação\n- Primavera: aplicar adubo equilibrado para arbustos/rosas (ex.: NPK equilibrado) seguindo instruções do fabricante.\n- Opcional: complemento orgânico (composto ou estrume curtido) no início da estação de crescimento.\n- Evitar excesso de nitrogênio no final do verão para não estimular brotação suscetível a geada.\n\nPoda e condução\n- Flora uma vez por estação (primavera/início do verão) nos ramos do ano anterior — portanto:\n  - Poda de formação e limpeza: logo após a floração (para não remover as flores do ano).\n  - Poda de renovação: pode-se cortar um terço dos ramos mais velhos ao nível do solo para estimular brotações novas.\n  - Remoção de ramos mortos, doentes ou mal direcionados durante todo o ano.\n  - Remover brotos/suckers que surgem longe do tronco para controlar expansão.\n- Recomendações: use ferramentas limpas e afiadas; faça cortes em ângulo sobre um broto saudável.\n\nPropagação\n- Mudas por estaquia: estacas semi-lenhosas em verão funcionam bem, com enraizamento com hormônio de enraizamento.\n- Estacas lenhosas no inverno / primavera também.\n- Sementes: germinação mais lenta — geralmente requerem estratificação fria (vários meses) e produção demora anos.\n- Multiplica-se facilmente por brotações e raízes, o que contribui ao caráter invasor.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, besouros (ex.: japoneses), cochonilhas, lagartas.\n- Doenças: manchas negras, oídio, podridão de raízes em solos mal drenados, e – importante – Rose Rosette Disease (doença viral/virosa transmitida por ácaros, que pode matar roseiras).\n- Manejo: monitorização regular, remoção de ramos doentes (não compostar material infectado), controle cultural (boa circulação de ar), inseticidas/ fungicidas quando necessário e recomendados localmente; para rose rosette, a remoção completa e destruição da planta infectada é frequentemente indicada.\n- Descarte: material enfermo deve ser queimado ou posto em sacos — não compostar nem deixar no vaso.\n\nControle e potencial invasor\n- Em muitos lugares a espécie é considerada invasiva porque forma sebes altas e se espalha por sementes e brotações. Nunca plantar em áreas próximas a matas nativas ou pastagens se sua espécie for listada como problemática.\n- Para erradicação: arrancar touceiras com raízes, uso de herbicidas em tocos cortados (se permitido), repetidas capinas/mowing e vigilância de rebrotas é necessário.\n\nConsiderações finais e alternativas\n- Antes de plantar, verifique se Rosa multiflora é permitida em sua região. Se houver restrições ou se você quer evitar risco invasivo, procure rosas nativas ou variedades ornamentais não invasoras adaptadas ao seu clima.\n- Se decidir cultivar, mantenha controle rigoroso de rebrotas e sementes e faça poda anual logo após a floração.\n\nSe quiser, posso:\n- Adaptar recomendações ao seu clima/região (informe cidade/estado/país).\n- Sugerir espécies alternativas nativas adequadas ao seu jardim.","Rosa-multiflora (Rosa multiflora): trepadeira espinhosa que explode em cachos de flores perfumadas brancas/rosadas; charmosa, prolífica e invasora!","/uploads/species_cover/rosa-multiflora.webp",[],[],[],1786829086971]