[{"data":1,"prerenderedAt":45},["ShallowReactive",2],{"robinia-pseudoacacia":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":36,"slug":37,"description":38,"planting_instructions":39,"short_description":40,"cover":41,"comments":42,"conversations":43,"plantDiscovers":44},"6936a4d23207cd0022c9a94d",[],[],[],[],[],"5352251","Robinia pseudoacacia L.","falsa-acácia",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605191921/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604511331/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604778214/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605427710/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605750787/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605732175/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605669613/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605669755/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605685511/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605191843/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605192128/original.jpg","Robinia pseudoacacia","robinia-pseudoacacia","Falsa-acácia (Robinia pseudoacacia)\n\nIdentificação rápida\n- Nome comum: falsa‑acácia (também chamada acácia‑negra em alguns lugares).\n- Nome científico: Robinia pseudoacacia.\n- Família: Fabaceae (leguminosa).\n- Origem: nativa do leste dos Estados Unidos (região dos Apalaches), hoje naturalizada em grande parte do mundo.\n\nAparência e características\n- Porte: árvore de médio a grande porte, normalmente 10–20 m de altura; pode chegar a ~25–30 m em condições favoráveis.\n- Casca: marrom‑acinzentada, com fendas e sulcos em exemplares adultos.\n- Folhas: compostas e paripinadas (folhas alternas com vários folíolos), geralmente 7–19 folíolos ovais, brilhantes por cima; ficam amarelas no outono.\n- Flores: cachos pendentes de flores brancas ou creme, em forma típica das leguminosas (papilionáceas), muito perfumadas; florescem no final da primavera/início do verão.\n- Fruto: vagens achatadas e marrons, com várias sementes duras; permanecem na árvore algum tempo.\n- Raiz: forma brotações (suckers) a partir de raízes e do toco quando cortada.\n\nCrescimento e reprodução\n- Reproduz-se por sementes e por brotações vegetativas (rizomas e rebentos do tronco cortado). As sementes germinam facilmente e as árvores brotam vigorosamente do sistema radicular.\n- Flores atraem muitas abelhas — é uma ótima planta melífera.\n- A espécie forma nódulos radiculares com bactérias fixadoras de nitrogênio, enriquecendo o solo com N.\n\nOnde cresce e tipo de solo\n- Adapta‑se a solos pobres, secos e pedregosos, e tolera poluição urbana. Prefere locais ensolarados.\n- Por essa adaptabilidade, foi amplamente plantada para controle de erosão, formação de quebra‑ventos e recuperação de áreas degradadas.\n\nUsos\n- Madeira: muito dura e resistente à decomposição; usada para postes, mourões, ripas, pisos rústicos, móveis de exterior e lenha/ carvão de alta qualidade.\n- Paisagismo: ornamental por suas flores perfumadas e crescimento rápido.\n- Apicultura: fonte valiosa de néctar para produção de mel (mel de acácia).\n- Recuperação de solos: plantada para estabilizar encostas e recuperar áreas erodidas por sua capacidade de fixar nitrogênio.\n\nRiscos e impactos\n- Espécie invasora: em muitas regiões fora de sua área nativa (Europa, partes da Ásia, América do Sul) espalha‑se rapidamente, formando povoamentos densos que podem suprimir espécies nativas.\n- Altera o ciclo de nutrientes do solo por fixar nitrogênio, o que favorece mudanças na composição das plantas locais.\n- Toxicidade: partes da planta (folhas, sementes, casca) contêm compostos tóxicos; ingestão pode causar náuseas, vômitos, fraqueza e outros sintomas em humanos e animais. Evitar consumo de partes da planta.\n- Quando cortada, costuma rebrotar fortemente do toco e das raízes, dificultando erradicação.\n\nManejo e controle\n- Para controle: remoção de raízes e tocos sempre que possível; cortes repetidos, aplicação de herbicida no toco ou uso de técnicas mecânicas combinadas com químicas. Queima controlada e pastoreio não são soluções isoladas, porque brotações podem persistir.\n- Ao plantar: evitar plantio próximo a áreas naturais sensíveis; preferir alternativas nativas se o objetivo for beneficiar a biodiversidade local.\n\nCuriosidades\n- Apesar do nome “acácia”, não é do mesmo grupo das acácias verdadeiras (Vachellia/Acacia sensu stricto); por isso o termo “falsa‑acácia”.\n- O mel produzido a partir de suas flores é apreciado por ser claro e de sabor suave.\n\nSe quiser, posso:\n- Resumir essa informação em um texto ainda mais curto para um folheto;\n- Fornecer instruções passo a passo para remoção/controlo da espécie na sua região;\n- Ou listar espécies nativas alternativas para plantio em substituição. Qual prefere?","Resumo rápido\n- Nome: falsa‑acácia (Robinia pseudoacacia)\n- Sol: pleno sol (mín. 6–8 h/dia)\n- Solo: tolera solos pobres, bem drenados; pH 6–7,5 ideal\n- Rega: regular até estabelecimento (2–3 anos); depois tolera seca\n- Poda: ano‑año para eliminar madeira morta e controlar brotações; evitar podas drásticas\n- Avisos: pode emitir brotações/suckers e ser invasora em algumas regiões; partes da planta são tóxicas se ingeridas\n\n1) Escolha do local\n- Pleno sol: florescem melhor e ficam mais saudáveis.\n- Espaço: árvore de crescimento rápido, pode atingir 10–20 m; plante a 8–12 m de distância de construções e fios.\n- Evite locais encharcados: não tolera má drenagem.\n- Verifique regulamentação local: em várias regiões é considerada espécie invasiva.\n\n2) Solo e preparo\n- Solo: adapta‑se a solos pobres, pedregosos ou compactados; prefere solo levemente ácido a neutro.\n- Melhorar solo: na maioria dos casos não é necessário muito condicionamento — se solo muito argiloso, incorpore matéria orgânica e garanta drenagem.\n- Nitrogênio: Robinia fixa nitrogênio via rizóbios, portanto fertilização nitrogenada intensa raramente é necessária.\n\n3) Plantio (passo a passo)\n- Época: primavera ou outono (evitar calor extremo).\n- Buraco: 2−3× o volume do torrão, mesma profundidade do vaso/raiz.\n- Preparar a muda: afrouxe levemente as raízes se estiverem muito compactadas.\n- Plantio: coloque no buraco, nivele a copa ao nível do solo, preencha com terra, firme sem compactar em excesso.\n- Regue bem após plantar e aplique uma camada de mulch (3–8 cm) afastada do tronco (5–10 cm do colo) para conservar umidade e controlar ervas daninhas.\n- Estaque se necessário em locais ventosos, retirando os tutores após 1–2 anos.\n\n4) Rega e adubação\n- Rega inicial: manter solo úmido nas primeiras 1–2 estações de crescimento; regas profundas semanais em períodos secos.\n- Após estabelecimento (2–3 anos): costuma tolerar seca.\n- Adubação: pouca ou nenhuma necessidade de fertilizante mineral. Se o crescimento for fraco em solo pobre, aplicar composto orgânico no início da primavera. Evite excesso de N.\n\n5) Poda e formação\n- Poda de formação: nos primeiros anos escolha 1–3 líderes ou permita copa multi‑tronco; remova ramos cruzados e fracos.\n- Poda de manutenção: retirar madeira morta, doente ou perigosa; podar no fim do inverno (dormência).\n- Evite podas severas (topping) — a espécie reage com brotações abundantes e madeira frágil.\n- Resposta à cope: responde bem ao corte/coppicing para lenha/recuperação, mas vai brotar vigorosamente.\n\n6) Propagação\n- Sementes: precisam de escarificação (nicking ou água quente/imersão) antes de semear; germinam bem na primavera.\n- Esquejes/estacas e brotações: fácil por brotação por raiz (suckers) e enraizamento de estacas.\n- Recomendado usar sementes ou brotações para restauro de solos devido à fixação de nitrogênio.\n\n7) Pragas e doenças comuns\n- Pragas: borer da locust (Megacyllene robiniae) perfura tronco/galhos; pulgões, lagartas e percevejos podem ocorrer.\n- Doenças: cancro, podridão da raiz em locais encharcados, Verticillium wilt em algumas áreas, oídio e manchas foliares.\n- Manejo: manter árvore vigorosa (boa drenagem, podas sanitárias), remover e queimar madeira infestada; em casos severos, controle químico dirigido por profissional.\n\n8) Perigos e restrições\n- Invasividade: produz brotações por raízes e sementes que se propagam; pode se tornar invasora em matas e áreas naturais. Consulte órgãos locais antes de plantar.\n- Madeira frágil: galhos quebram com facilidade em ventos/por neve; evitar plantar perto de estruturas ou linhas de passagem.\n- Toxicidade: folhas, casca e sementes contêm compostos que podem causar náusea e vômito se ingeridos; mantenha longe de crianças e animais. Em casos raros, o mel produzido a partir de suas flores pode provocar intoxicação.\n\n9) Florescimento e valor ecológico\n- Flores: racemos pendentes de flores brancas e perfumadas na primavera/tarde primavera; muito melíferas (atraem abelhas).\n- Benefícios: fixa nitrogênio, melhora solos empobrecidos, fornece abrigo/néctar para polinizadores.\n\n10) Considerações finais\n- Falsa‑acácia é uma árvore útil para recuperação de solos e ornamentação por sua floração e rápido crescimento, mas exige cautela por sua tendência a brotações, madeira frágil e potencial invasividade. Se desejar, posso sugerir cultivares menos invasivas/sem espinhos ou alternativas nativas adequadas à sua região — diga em que estado/município você está para eu adaptar a recomendação.","Falsa-acácia: árvore audaciosa de flores perfumadas, madeira dura e raízes teimosas — encanta jardins e invade calçadas com charme rebelde.","/uploads/species_cover/robinia-pseudoacacia.webp",[],[],[],1786829058830]