[{"data":1,"prerenderedAt":72},["ShallowReactive",2],{"prunus-armeniaca":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":60,"slug":61,"description":62,"planting_instructions":63,"short_description":64,"audio":65,"cover":66,"curiosity":67,"tips":68,"comments":69,"conversations":70,"plantDiscovers":71},"6a025e862c781c002239e2da",[],[],[],[],[],"7818643","Prunus armeniaca L.","Damasco",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610940393/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610940401/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611491257/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611491299/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611491334/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611491365/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611491417/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/615769359/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618157111/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/616821344/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/616822109/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625048018/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625047988/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625048026/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625047996/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/626934404/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/626934446/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/626934390/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/629658088/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/624927013/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/624927030/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628804069/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628804080/original.jpg","Prunus armeniaca","prunus-armeniaca","Damasco (Prunus armeniaca)\n\nO que é\n- O damasco, também chamado de alperce em alguns países, é uma árvore frutífera da família Rosaceae. Produz frutos arredondados, com polpa suculenta e caroço duro no centro (drupa).\n\nOrigem e distribuição\n- Originou-se na Ásia Central ou na China e se espalhou desde a Antiguidade pelo Mediterrâneo. Hoje é cultivado em regiões temperadas do mundo: Europa, América do Norte, Chile, Turquia (um grande produtor) e algumas regiões do Brasil com clima ameno.\n\nDescrição da planta\n- Porte: árvore de porte médio, normalmente 3–8 m de altura.\n- Folhas: simples, ovadas, com margem serrilhada.\n- Flores: aparecem no fim do inverno ou início da primavera, geralmente brancas ou rosadas; florescem cedo, o que as torna sensíveis a geadas tardias.\n- Fruto: de cor amarela a alaranjada, por vezes com rubor vermelho; casca lisa com ligeiro aveludado; polpa doce ou ácida, aderente ou não ao caroço.\n\nClima e exigências\n- Clima: prefere clima temperado com inverno frio moderado (horas de frio necessárias variam conforme a variedade). Não suporta geadas pesadas durante a floração.\n- Solo: bem drenado, fértil, de textura leve a média (arenoso a franco); pH entre ~6,0 e 7,5.\n- Água: rega regular, especialmente na formação e crescimento do fruto; não tolera encharcamento.\n- Sol: exige pleno sol para boa frutificação e maturação.\n\nPlantio e propagação\n- Propagação: principalmente por enxertia (sobre porta-enxertos de cerejeira, ameixeira ou pessegueiro) para manter características da variedade. Pode-se obter por sementes, mas as plantas não costumam sair idênticas à mãe.\n- Espaçamento: geralmente 4–6 m entre árvores, conforme sistema de condução.\n- Poda: realiza-se poda de formação nos primeiros anos e poda de manutenção para arejar a copa e renovar ramos frutíferos; pode-se podar após a colheita ou no final do inverno (dormência).\n\nFlorescimento e frutificação\n- Florescem cedo na primavera. O fruto amadurece entre fim da primavera e verão, dependendo da variedade e da região.\n- Muitas variedades são parcialmente auto-férteis; a polinização cruzada com outras variedades melhora a produtividade em muitos casos.\n\nPragas e doenças principais\n- Doenças: podridão parda (Monilinia, muito comum em clima húmido), cancro bacteriano (Pseudomonas), \"shot hole\" (lesões que levam a quedas de folhas/ponteiros), oídio em algumas regiões.\n- Pragas: pulgões, ácaros, tentilhões e mariposas que atacam frutos e ramos (por exemplo, codling moth/tortrícidas de frutos).\n- Manejo: medidas culturais (poda para arejar, retirada de frutos/galhos doentes), escolha de variedades resistentes, tratamento químico ou biológico conforme necessidade e normas locais.\n\nUso e valor nutricional\n- Uso culinário: consumido fresco, seco (dentro de frutas secas), em compotas, geleias, doces, sucos, confeitaria e destilados. Frutos secos têm longa conservação e são muito usados em culinária.\n- Nutrientes: fonte de vitaminas (principalmente vitamina A na forma de beta-caroteno e vitamina C), fibras e antioxidantes. Fornece carboidratos (açúcares naturais) e poucas calorias por fruta fresca.\n- Observação de segurança: o caroço (semente) contém compostos amígdala/amoníacos (amigdalina) em certas quantidades, sendo que sementes amargas podem liberar cianeto — não ingerir grandes quantidades de caroços triturados; óleos e extratos específicos devem ser usados com cuidado.\n\nVariedades comuns\n- Exemplos conhecidos: 'Blenheim' (muito apreciada para consumo in natura), 'Moorpark', 'Tilton', 'Tomcot', 'Harcot', 'Goldrich'. As variedades diferem em sabor, época de maturação, tamanho do fruto e firmeza.\n\nColheita e conservação\n- Colheita: quando o fruto está firme mas com cor e ligeira maciez ao toque; colheita muito precoce prejudica sabor, colheita tardia facilita danos e queda.\n- Conservação: fruta fresca tem vida útil curta; conservar em refrigeração pode prolongar alguns dias a semanas. Secagem aumenta muito a durabilidade e concentra açúcares e nutrientes.\n\nDicas práticas para quem quer cultivar\n- Escolha variedades adaptadas ao seu clima (verificar horas de frio e sensibilidade a geadas).\n- Plante em local ensolarado e solo bem drenado.\n- Proteja flores de geadas tardias com telas ou cobertura em anos críticos.\n- Faça podas para manter copa aberta e permitir entrada de luz.\n- Remova frutos doentes e pratique boa higiene para reduzir doenças fúngicas.\n- Faça irrigação regular na frutificação para evitar frutos pequenos ou rachados.\n\nConservação e importância\n- O damasco tem importância agrícola e econômica em várias regiões e é valorizado tanto para consumo fresco quanto para processamento industrial. Não é geralmente uma espécie ameaçada; contudo, a diversidade de variedades tradicionais deve ser preservada.\n\nSe quiser, posso indicar variedades recomendadas para uma região específica, um calendário de poda/irrigação adequado ao seu clima ou um guia passo a passo para enxertia e plantio. Qual sua região/clima?","Aqui vai um guia prático e objetivo para plantar e cuidar do Damasco (Prunus armeniaca).\n\n1) Clima e localização\n- Melhor em clima temperado/mediterrânico: invernos com frio suficiente (horas de frio variam por variedade, tipicamente 300–900 h) e verões quentes e secos.  \n- Floração precoce: sensível a geadas tardias — prefira locais protegidos de geadas (encostas norte/sul dependem do hemisfério) e com boa exposição solar (mín. 6–8 h/dia).\n\n2) Solo\n- Solo bem drenado, profundo, leve a franco-arenoso. Apricot não tolera encharcamento.  \n- pH ideal ~6,5–8,0 (tolerante a solos levemente alcalinos).  \n- Corrija drenagem/compactação e adicione matéria orgânica antes do plantio.\n\n3) Propagação e variedades\n- Grafting/clonal (coroa enxertada) é o mais usado: frutifica mais cedo e mantém características da variedade.  \n- Sementes dão árvores geneticamente diferentes e frutificam mais tarde (4–7 anos).  \n- Muitas variedades são autopolinizantes, mas a presença de outra variedade compatível melhora a produção e uniformidade.\n\n4) Plantio\n- Época: final do inverno/começo da primavera em áreas com geadas; em climas amenos também pode ser plantado no outono.  \n- Espaçamento: padrão 4–6 m entre árvores; variedades anãs 3–4 m.  \n- Profundidade: plante à mesma profundidade do torrão; no caso de enxertadas deixe a união de enxerto (calo) 5–10 cm acima do nível do solo.  \n- Procedimento: cavar cova maior que o torrão, misturar boa terra com composto/estrume maduro, posicionar, preencher, compactar levemente, regar bem após o plantio. Formar um pequeno anel leve (berma) para retenção de água.\n\n5) Rega\n- Jovens: regas profundas e regulares (1–2 vezes por semana dependendo do tempo) durante os primeiros 1–3 anos.  \n- Adultas: rega regular na época de enchimento de fruto; evitar alternância seca/enchente (provoca rachamento do fruto). Em verões secos rega a cada 7–14 dias, ajustando ao clima/solo.  \n- Mulching (2–8 cm de cobertura orgânica) mantém umidade e reduz competição de ervas daninhas — manter afastado do tronco.\n\n6) Adubação\n- Faça análise de solo para recomendações precisas.  \n- Princípio geral: aplicar matéria orgânica (composto) anualmente (5–10 L/árvore).  \n- Fertilização mineral: no início da brotação aplicar N em doses moderadas; jovens recebem mais N para crescimento. Evite excesso de N no fim do verão (pode estimular brotações suscetíveis ao frio).  \n- Exemplo aproximado: 50–100 g de N por árvore por ano, dividido em aplicações (ajuste conforme resposta da árvore e análise de solo).\n\n7) Poda e condução\n- Sistema comum: vaso/aberto (3–5 ramos principais) ou líder central em sistemas de pomar.  \n- Poda formativa (anos iniciais): escolher 3–5 ramos bem distribuídos, podar para manter estrutura e altura desejada.  \n- Poda de manutenção: remover ramos mortos/doentes, ramos cruzados, e abrir copa para luz.  \n- Preferência: podas leves no inverno; muitos cultivadores fazem podas de verão (após frutificação) para reduzir transmissão de cancro bacteriano e controlar vigor.  \n- Renovação de frutificação: afinar frutos e renovar ramos velhos (frutos em fructíferos curtos/espigas, renovação em cada 3–4 anos).\n\n8) Florescimento e polinização\n- Floração precoce — risco de geada.  \n- Atraia polinizadores (abelhas); se tiver variedades autopolinizantes, ainda assim a presença de abelhas melhora o pegamento.\n\n9) Manejo de pragas e doenças (práticas gerais)\n- Boas práticas: limpeza de frutos mumificados, poda sanitária, evitar excesso de umidade, rotação e espaçamento para ventilação.  \n- Principais problemas:\n  - Brown rot (Monilinia): apodrecimento de flores e frutos. Controle: remoção de frutos mumificados, aplicação de fungicidas em flores e pré-colheita quando necessário, reduzir umidade.  \n  - Cancro bacteriano (Pseudomonas): lesões em ramos/tronco. Controle: podar madeira doente, desinfetar ferramentas, aplicações de cobre fora de vegetação e manejo para reduzir estresse. Evitar podas pesadas e sangramentos em épocas vulneráveis.  \n  - Coryneum blight / shot hole: manchas e perda de folhas. Controle: saneamento e fungicidas no inverno/primavera.  \n  - Pragas: pulgões, ácaros, moscas-das-frutas (Ceratitis), e lagartas (pragas de frutos). Controle integrado: armadilhas, inimigos naturais, inseticidas direcionados quando necessário.  \n- Consulte extensão agrícola local para produtos e calendário de tratamentos específicos autorizados em sua região.\n\n10) Frutificação, colheita e pós-colheita\n- Tempo até frutificar: enxertadas ~2–3 anos; sementes mais tarde.  \n- Colheita: quando o fruto adquiri cor uniforme e ligeiro amolecimento, separa-se facilmente do pedúnculo. Não colha totalmente verde.  \n- Pós-colheita: refrigere rapidamente (0–2 °C) para prolongar 5–10 dias dependendo da variedade; são frutos de curta dureza e sensíveis. Para conservar por mais tempo, processar (secos, compotas, congelamento).\n\n11) Problemas comuns e soluções rápidas\n- Frutos rachados: regas irregulares → manter umidade uniforme nas semanas antes da maturação.  \n- Pouca produção: geadas na floração, insuficiência de frio, falta de polinizadores, excesso de poda, deficiência nutricional.  \n- Pequenos frutos: falta de espessura de copa, frutificação excessiva (necessita de desbaste), carência de nutrientes.  \n- Vírus/cancros: remover e destruir material afetado; isolar novas mudas.\n\n12) Plantio em vaso\n- É possível em vaso grande (mín. 50–100 L) com mistura bem drenada, cultivar variedades anãs. Regas e fertilizações mais frequentes, podas para controlar tamanho.\n\nChecklist rápido para começar\n- Escolha variedade adaptada à sua região (horas de frio, resistência a doenças).  \n- Solo bem drenado + boa exposição solar.  \n- Plantio no início da primavera; rega regular os primeiros anos.  \n- Formar copa no início; poda de manutenção anual.  \n- Controle sanitário: remover frutos/doentes e proteger contra brown rot e cancro bacteriano.  \n- Atrair abelhas e manejar irrigação durante enchimento do fruto.\n\nSe quiser, posso:\n- Indicar variedades recomendadas para sua região (diga sua cidade/estado/clima).  \n- Sugerir um calendário de manejo (podas, adubações e tratamentos) adaptado ao seu local.","Damasco (Prunus armeniaca): fruta dourada, suculenta e perfumada — ideal pra comer fresco, em doces ou secar; um pedacinho de verão em cada mordida!",null,"/uploads/species_cover/prunus-armeniaca.webp","O damasco tem cultivo milenar; o epíteto 'armeniaca' remete à Armênia, embora evidências indiquem origem na China.","Plante em local ensolarado e solo bem drenado; damasqueiros não toleram encharcamento.\nFaça poda anual para abrir o dossel e reduzir doenças fúngicas.\nProteja a florada de geadas tardias com coberturas, pois as flores são sensíveis ao frio.\nIrrigue regularmente durante a frutificação, reduzindo água antes da colheita para concentrar o sabor.",[],[],[],1786829054985]