[{"data":1,"prerenderedAt":79},["ShallowReactive",2],{"pinacopodium-congolense":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":70,"description":71,"planting_instructions":72,"short_description":73,"audio":74,"cover":75,"comments":76,"conversations":77,"plantDiscovers":78},"692b00bdb4b64c0022e5b72d",[],[],[],[],[],"3694151","Pinacopodium congolense (S.Moore) Exell & Mendonça","Pinacopodium congolense",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51,52,53,54,55,56,58,60,62,64,66,68],{"url":15},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/0AC6B7A5-FE77-44A0-AD3A-BD80D1B62E64.jpg",{"url":17},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/694FB246-825F-4D5D-93E1-E4D178D0586F.jpg",{"url":19},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/6A8D9D9A-FDA4-4A3C-B18B-B45C5AC372F5.jpg",{"url":21},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/CCF127F9-12C4-4877-9314-45C5C885B401.jpg",{"url":23},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/2CD491F6-80C0-4432-B003-17EF319C8A68.jpg",{"url":25},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/5E12E5A5-F376-4244-BD42-F372C90D9166.jpg",{"url":27},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101675000/70669D31-42B2-4C91-856A-1334898788F5.jpg",{"url":29},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/10347949-1689-487D-9B37-6668EE6FE7FD.jpg",{"url":31},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/8E71FE7B-821B-4DCE-9A28-BC4A31466F34.jpg",{"url":33},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/C40331A6-AA45-4D40-BA4A-8A75E0CBD118.jpg",{"url":35},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/D04D1B68-4060-4A65-BFDC-2AB3B5B789AF.jpg",{"url":37},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/245BC311-F88F-467D-84E6-7EE1899E9E13.jpg",{"url":39},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/9A02443C-7690-4137-9B54-47D40963B71C.jpg",{"url":41},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101676000/E3CDD7ED-9365-4877-AE71-1102F2EE7960.jpg",{"url":15},{"url":17},{"url":19},{"url":21},{"url":29},{"url":31},{"url":33},{"url":35},{"url":37},{"url":39},{"url":41},{"url":23},{"url":25},{"url":27},{"url":57},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImageVol3/100386000/45C82F02-641D-4BBC-9F67-4B4E4E8EF1C9.jpg",{"url":59},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImageVol3/100386000/998D7856-3C80-4FB1-95FB-EE22FC9A5577.jpg",{"url":61},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImageVol3/100386000/BB965EFD-CC0E-4949-91D4-2440FACDCD33.jpg",{"url":63},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImageVol3/100386000/C4E6A035-30D3-4BF7-BA16-EF73B7E09C19.jpg",{"url":65},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImageVol3/100386000/CF07382D-817B-4369-85F4-AFE32D259228.jpg",{"url":67},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImageVol3/100386000/FECE98C4-866A-4545-BC14-BD1CC6E47AA0.jpg",{"url":69},"https://mediaphoto.mnhn.fr/media/1545837979300XpTdtKjtMfdVCJed","pinacopodium-congolense","Pinacopodium congolense (sem nome popular registrado)\n\nO que é\n- Pinacopodium congolense é uma espécie de planta cujo nome científico indica origem na região do Congo. Há muito pouca informação disponível em fontes acessíveis ao público, por isso é considerada uma espécie pouco documentada.\n\nComo é (descrição geral)\n- Porte: provavelmente um arbusto ou árvore de pequeno a médio porte, como muitas espécies tropicais com distribuição semelhante.\n- Folhas: não há descrições detalhadas amplamente divulgadas; plantas do mesmo tipo geralmente têm folhas simples e inteiras ou pouco recortadas.\n- Flores e frutos: as informações sobre o aspecto das flores e dos frutos não são encontradas facilmente em fontes online comuns. É provável que as flores sejam pequenas e adaptadas a polinizadores locais (insetos ou aves), e que os frutos sejam adaptados à dispersão por animais ou pelo próprio ambiente florestal.\n- Observação: para uma descrição morfológica precisa é necessário consultar a descrição original (protólogo) ou espécimes em herbários.\n\nOnde vive (distribuição e habitat)\n- Nome e referências indicam que a espécie foi registrada na região do Congo (possivelmente na República Democrática do Congo ou República do Congo).\n- O habitat provável é floresta tropical úmida de baixa a média altitude, margens de matas ou clareiras; entretanto, a ocorrência exata (tipo de solo, altitude, micro-hábitat) precisa ser confirmada em coleta de campo ou registros herbáreos.\n\nEcologia e reprodução\n- Não há estudos publicados acessíveis sobre ecologia específica, polinização ou dispersão de sementes para esta espécie.\n- De modo geral, plantas florestais da região costumam ter relações com insetos polinizadores e aves ou mamíferos dispersores de sementes; presume-se que P. congolense siga padrões semelhantes, mas isso é uma inferência, não um dado confirmado.\n\nUsos e importância para as pessoas\n- Não há registros conhecidos de uso tradicional, medicinal ou econômico para esta espécie em fontes públicas.\n- Espécies pouco documentadas podem ter usos locais não publicados ou nenhum uso particular conhecido.\n\nConservação e ameaças\n- A espécie parece ser pouco estudada e, por isso, possivelmente não avaliada pelo IUCN ou classificada como \"dados insuficientes\" (Data Deficient).\n- Ameaças prováveis incluem perda de habitat por desmatamento, expansão agrícola, mineração e explorações madeireiras — fatores comuns para plantas da região congolesa.\n- Para avaliar conservação é necessário registrar populações, mapear distribuição e estimar tamanho e tendência das populações.\n\nComo obter mais informações confiáveis\n- Consultar bases botânicas especializadas, como:\n  - Plants of the World Online (Kew)\n  - JSTOR Global Plants\n  - Herbários nacionais e internacionais (ex.: BR, K, P, BM)\n  - Publicações taxonômicas e o protólogo onde a espécie foi descrita\n- Procurar por espécimes digitalizados em herbários para ver descrições, notas de campo e coletores.\n- Se houver interesse em estudos, coletar dados de campo: localização precisa, descrição morfológica completa, fotografias, frutos/sementes e material para herbarizar ou análise genética.\n\nObservação final\n- Há lacunas significativas de conhecimento público sobre Pinacopodium congolense. As informações acima reúnem inferências razoáveis com base na região e em práticas botânicas gerais, mas não substituem a consulta a descrições taxonômicas originais ou a exames de espécimes herbários para obter dados precisos. Posso ajudar a procurar referências específicas ou indicar como localizar o protólogo e registros herbários, se você quiser.","Primeiro, um aviso importante: existe pouca informação horticultural publicada sobre “Pinacopodium congolense” — é uma espécie botânica descrita comumente conhecida apenas pelo nome científico e não é amplamente cultivada. Portanto as recomendações abaixo baseiam‑se no seu provável habitat natural (florestas tropicais da África central) e em práticas gerais para cultivo de arbustos/árvores tropicais de sub‑mata. Se quiser procedimentos definitivos, recomendo contatar um herbário, jardim botânico ou um botânico especialista em flora africana para informações específicas.\n\nCondições gerais (resumo)\n- Clima: tropical quente/úmido; não tolera geadas. Manter temperaturas entre 18–30 °C.\n- Luz: meia‑sombra a sombra dappled; evita sol direto forte, especialmente em plântulas.\n- Solo: rico em matéria orgânica, bem drenado mas com boa retenção de umidade; ligeiramente ácido a neutro.\n- Água/humidade: manter substrato constantemente úmido (não encharcado). Alta humidade relativa favorece crescimento.\n- Fertilização: moderada; adubar na estação de crescimento com fertilizante balanceado.\n- Propagação: provavelmente por sementes ou estacas semilenhosas; sementes podem precisar de pré‑tratamento.\n- Sensibilidades: suscetível a podridões radiculares se houver encharcamento; problemas comuns são fungos e pragas comuns a plantas tropicais (cochonilhas, pulgões).\n\nPlantio e substrato\n1. Mistura ideal em vaso: 40% terra vegetal rica em húmus, 30% mistura de turfa/composto bem decomposto, 20% perlita ou areia grossa para drenagem, 10% casca de pinus ou fibra de coco para aeração. Para plantar em solo direto, melhore com bastante composto orgânico e areia grossa se o solo for argiloso.\n2. pH: levemente ácido (pH 5,5–7). Corrija com composto ou sulfato se necessário.\n\nLuz e localização\n- Local protegido com luz indireta ou sombra parcial. Em climas muito nublados pode tolerar mais luz; em climas com sol forte proteja com sombra (tela 30–50%).\n- Plante em locais com proteção contra ventos fortes.\n\nRega e humidade\n- Manter solo uniformemente húmido. Regar com frequência no verão; reduzir levemente no período de repouso (se houver).\n- Evitar encharcamento — utilizar vaso com boa drenagem e cama de drenagem em plantios diretos se necessário.\n- Aumente a humidade ao redor com nebulizações (spray), bandeja com seixos e água ou colocar em estufa/miniestufa enquanto jovem.\n\nTemperatura\n- Ideal: 18–30 °C. Proteja de temperaturas abaixo de 10–12 °C; geadas podem matar a planta.\n- Evitar exposições bruscas a correntes frias.\n\nAdubação\n- Fertilize a cada 6–8 semanas na primavera/verão com NPK balanceado de liberação lenta ou fertilizante líquido diluído.\n- Aplicar composto orgânico no solo uma ou duas vezes por ano.\n\nPropagação\n- Sementes: se conseguir sementes, muitas espécies tropicais têm casca dura ou dormência; lave e deixe de molho 24–48 horas em água morna antes da semeadura. Semeie num meio leve (turfa:perlite 2:1) à temperatura morna (22–28 °C) e mantenha húmido. Germinação pode demorar semanas a meses.\n- Estacas: estacas semilenhosas (10–15 cm) com 1–2 nós, aplicar hormônio de enraizamento e enraizar em mistura bem drenada sob alta humidade e calor de base (20–25 °C). Pode levar várias semanas.\n- Enraizamento por camadas ou refloração não são documentados, mas podem funcionar para arbustos.\n\nPoda e manejo\n- Poda leve para formar quando jovem; remover galhos mortos/doentes.\n- Evitar podas drásticas até a planta estar bem estabelecida.\n\nPragas e doenças\n- Problemas mais prováveis: podridão radicular por excesso de água, antracnose ou outras fungoses foliares em ambiente excessivamente húmido, cochonilhas, pulgões e lagartas. Controle cultural: boa ventilação, evitar encharcar, remoção de partes afetadas. Use inseticidas ou fungicidas apropriados se necessário, preferindo métodos orgânicos quando possível.\n- Monitorar para sinais de infestação e agir cedo.\n\nTransplante e crescimento\n- Quando em vaso, transplante para um recipiente maior quando as raízes preencherem o vaso. Fertilizar moderadamente após o transplante.\n- Tempo de crescimento e tamanho maduro dependem da espécie — pode ser de porte arbustivo a arbóreo; informe‑se com fontes especializadas para estimar altura.\n\nConservação e legalidade\n- Se pretende coletar material na natureza, verifique as leis locais e se a espécie é protegida. Evite coletar de populações selvagens sem permissão.\n- Consulte bases de dados como Plants of the World Online (Kew), GBIF ou publicações taxonômicas para informação sobre distribuição e estado de conservação.\n\nOnde obter informação adicional\n- Herbários e jardins botânicos com coleções africanas (por exemplo, Kew Gardens, jardins botânicos universitários).\n- Publicações taxonômicas originais e revisões florísticas da África Central.\n- Especialistas em flora africana ou grupos botânicos locais.\n\nSe quiser, posso:\n- Tentar localizar referências científicas sobre Pinacopodium congolense e resumir o que houver.\n- Sugerir uma receita de substrato detalhada para cultivo em vaso na sua região (me diga seu clima/zona).\n- Ajudar a compilar contactos de herbários ou jardins botânicos que possam ter espécimes.\n\nQuer que eu pesquise referências científicas e fontes mais precisas sobre esta espécie?","Pinacopodium congolense — raro encanto do Congo: planta elegante e misteriosa, pronta para ganhar um nome popular e muitos admiradores!",null,"/uploads/species_cover/pinacopodium-congolense.webp",[],[],[],1786829082766]