[{"data":1,"prerenderedAt":89},["ShallowReactive",2],{"passiflora-cincinnata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":80,"slug":81,"description":82,"planting_instructions":83,"short_description":84,"cover":85,"comments":86,"conversations":87,"plantDiscovers":88},"6930235a25566a0022d3040f",[],[],[],[],[],"2874200","Passiflora cincinnata Mast.","Maracujá da caatinga",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62,64,66,68,70,72,74,76,78],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604922449/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604923269/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606862020/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606862039/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606862054/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606728190/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606728296/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610469977/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623077314/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623077333/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623077354/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623077399/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623077425/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/623077460/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277689/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277718/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277735/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277760/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277782/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277801/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277842/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628277865/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278451/original.jpg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278489/original.jpg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278519/original.jpg",{"url":65},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278540/original.jpg",{"url":67},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278558/original.jpg",{"url":69},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278585/original.jpg",{"url":71},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628278601/original.jpg",{"url":73},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/681056683/original.jpg",{"url":75},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/615097023/original.jpg",{"url":77},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/615097039/original.jpg",{"url":79},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/615482686/original.jpg","Passiflora cincinnata","passiflora-cincinnata","Passiflora cincinnata (maracujá-da-caatinga) — descrição simples e completa\n\nIdentificação básica\n- Família: Passifloraceae. Nome comum: maracujá-da-caatinga.\n- Tipo de planta: trepadeira lenhosa (liana) que se apoia em arbustos e árvores por gavinhas/tendrílios.\n- Tamanho: pode atingir vários metros de comprimento; folhas e frutos de porte moderado (folhas geralmente alguns cm de largura; frutos tipicamente alguns centímetros de diâmetro).\n\nMorfologia (como é)\n- Folhas: alternas, muitas vezes trilobadas ou pouco lobadas, com pecíolo que apresenta gavinhas próximas à base.\n- Flores: grandes e vistosas, com a coroa (filamentos) típica das espécies de maracujá — geralmente tons claros com estrias arroxeadas ou púrpura; flor hermafrodita.\n- Fruto: baga (tipo maracujá) com polpa suculenta e sementes numerosas. Casca pode variar do verde ao amarelo/alaranjado quando maduro. Sabor costuma ser agradável, ácido-doce.\n- Sementes: numerosas, pequenas, negras ou escuras, envolvidas pela polpa.\n\nDistribuição e habitat\n- Natural da Caatinga (bioma semiárido do nordeste do Brasil) e também encontrada em áreas de Cerrado e transição; adaptada a climas quentes e secos.\n- Ocupa bordas de vegetação, cerrados ralos, caatingas e áreas perturbadas onde possa subir em vegetação vizinha.\n- Tolerante a períodos de seca e solos pobres, quando comparada a espécies de maracujá de ambientes mais úmidos.\n\nEcologia\n- Polinizadores: atrai diversos insetos polinizadores (abelhas grandes e outros), e em algumas populações pode atrair beija‑flores; a arquitetura da flor favorece visitação por insetos eficientes na remoção do pólen.\n- Dispersão: os frutos atraem aves e mamíferos frugívoros que ajudam a dispersar as sementes.\n- Pode funcionar como planta de suporte para fauna local (abrigando insetos e aves).\n\nUsos\n- Alimentação: fruto comestível, consumido in natura e usado em sucos, doces e preparações locais. Sabor geralmente apreciado.\n- Ornamental: flores vistosas tornam-na interessante em viveiros e jardins, especialmente em projetos de restauração de vegetação nativa e jardins de clima seco.\n- Etnomedicina: há registros de uso tradicional de Passiflora para fins calmantes ou medicinais em geral; P. cincinnata tem menos estudos farmacológicos que P. incarnata, portanto usos medicinais locais existem, mas são menos documentados cientificamente.\n- Melhoramento: pode ser usada em programas de melhoramento para introduzir tolerância a seca em híbridos de maracujá.\n\nCultivo e propagação (dicas práticas)\n- Solo: prefere solos bem drenados; admite solos pobres.\n- Sol e água: tolera pleno sol e estiagens curtas; umidade moderada favorece maior produção de frutos.\n- Propagação: por sementes (fácil, mas germinação variável) ou por estacas/estaquia (mais rápida para produção de plantas frutíferas idênticas).\n- Manejo: precisa de suporte para subir; poda leve para conduzir e estimular brotação; adubação moderada aumenta produtividade.\n- Colheita: frutos colorem quando maduros e ficam fáceis de destacar da planta.\n\nPragas e doenças\n- Assim como outros maracujás, pode sofrer ataque de moscas-das-frutas (Anastrepha), ácaros, brocas e fungos em situações de manejo inadequado ou alta umidade.\n- Manejo integrado — higiene, armadilhas e controle biológico — costuma ser recomendado em cultivos.\n\nConservação\n- Não é amplamente citada como espécie criticamente ameaçada em listas gerais, mas populações podem ser afetadas pela perda de habitat na Caatinga e pela conversão de áreas naturais. Uso em restauração e cultivo de plantas nativas ajuda na conservação local.\n\nObservações finais\n- O maracujá-da-caatinga é uma espécie adaptada a ambientes secos, com frutos comestíveis e flores ornamentais. É útil tanto para consumo quanto para projetos de restauração ecológica e jardins de clima semiárido. Se precisar, posso enviar fotos, instruções detalhadas de propagação passo a passo ou referências bibliográficas sobre a espécie.","Abaixo está um guia prático e direto para plantar e cuidar do Maracujá-da-Caatinga (Passiflora cincinnata). Inclui preparação do solo, propagação, manejo, poda, irrigação, adubação e problemas comuns.\n\nDescrição rápida\n- Passiflora cincinnata é uma maracujazeira nativa da Caatinga, adaptada a clima semiárido, tolerante à seca e ao calor. Flores e frutos comestíveis; polinização por abelhas maiores (às vezes exige polinização cruzada).\n\nLocal e clima\n- Preferência: sol pleno (6–8 h/dia). Suporta sol forte e períodos secos, mas produz melhor com irrigação regular.\n- Evitar locais encharcados; tolera solos pobres, mas responde a solos mais férteis.\n\nSolo e preparo\n- Solo: bem drenado, franco-arenoso a franco-argiloso. pH ideal ~5,5–6,8.\n- Preparar cama/vale: incorporar matéria orgânica (composto ou esterco curtido) e farejar antes do plantio.\n- Boa drenagem é essencial para evitar podridões radiculares.\n\nPropagação\n- Por sementes:\n  - Usar sementes frescas (retirar polpa, lavar). Opcional: deixar fermentar 24–48 h para limpar e acelerar germinação.\n  - Escarificar levemente ou deixar de molho em água morna por 24 h para melhorar germinação.\n  - Semear em bandejas com substrato leve (turfa+areia) a 0,5–1 cm de profundidade. Temperatura 20–30 °C. Germinação em 2–8 semanas.\n  - Transplantar quando tiver 3–4 folhas verdadeiras.\n  - Tempo até frutificar: 6–18 meses (sementeiro mais lento que estaquia).\n- Por estacas (recomendado para manutenção de características e frutificação mais rápida):\n  - Estaca semi-lenhosa de 15–25 cm com 2–3 nós. Aplicar enraizador (IBA) e plantar em substrato úmido e bem drenado.\n  - Manter alta umidade (estufa/saquinho plástico) e abrigo de sol direto até enraizar (2–8 semanas).\n- Outras: alporquia e enxertia são possíveis, mas menos comuns para cultivo doméstico.\n\nEspaçamento e suporte\n- Sistema de condução: treliça, pérgola ou estacas. Treliça de 2–3 m de altura permite boa produção.\n- Espaçamento em pomar: 3–5 m entre plantas (depende do sistema). Em cultivo mais denso, 2–3 m com poda controlada.\n\nIrrigação\n- Jovens: rega regular para estabelecimento (manter substrato úmido, não encharcado).\n- Estabelecidas: toleram seca, mas frutificação e tamanho do fruto melhoram com regas periódicas na estação seca. Rega profunda e espaçada (a cada 7–14 dias dependendo do clima).\n- Evitar encharcamento; usar cobertura morta (mulch) para conservar umidade e reduzir estresse hídrico.\n\nAdubação\n- Antes do plantio: aplicar composto orgânico.\n- Plantas em crescimento: adubação equilibrada N-P-K (ex.: 5–10–5 ou 10–10–10) a cada 2–3 meses no primeiro ano; depois ajustar:\n  - Nitrogênio para vigor foliar (primavera/início do crescimento).\n  - Mais potássio (K) na fase de frutificação para qualidade do fruto.\n- Aplicar micronutrientes se houver deficiência (Zn, B, Fe).\n- Evitar doses excessivas de N na fase de frutificação (aumenta só folhagem e reduz flores/frutos).\n\nPoda e condução\n- Treinar um tronco/guia principal e formar ramificações na treliça.\n- Poda de formação: eliminar brotos fracos e direcionar a planta.\n- Poda de manutenção: remover madeira seca/doente e renovar ramos a cada 1–2 anos para estimular brotações floríferas.\n- Desbaste da copa para melhorar circulação de ar e reduzir doenças.\n\nPolinização\n- Flores são geralmente polinizadas por abelhas grandes. Em locais com poucas abelhas, polinização manual (transfegar pólen entre flores) pode aumentar produtividade.\n- Plantar flores atrativas e evitar inseticidas durante a floração.\n\nColheita\n- Frutos amadurecem quando apresentam mudança de cor e ficam mais fáceis de desprender; sabor ácido típico. Tempo até primeira colheita depende da idade e método de propagação.\n- Colher com cuidado para não danificar ramos.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, mosca-das-frutas (Ceratitis spp.), cochonilhas, ácaros. Manejo: monitorar, controle biológico (predadores), uso de armadilhas para moscas, aplicação localizada de óleo mineral ou sabonete inseticida; piretróides/alfacipermetrina quando necessário (usar conforme recomendação local).\n- Doenças: podridões (se solo encharcado), antracnose, vírus (mosaicos). Prevenção: evitar excesso de água, boa circulação de ar, retirar frutos/ramas doentes, utilizar material de plantio saudável.\n- Práticas de manejo integrado de pragas e rotação/saneamento são recomendadas.\n\nProblemas frequentes e soluções rápidas\n- Queda de flores/frutos: pode ser por falta de água, excesso de calor, baixa polinização ou deficiência nutricional.\n- Frutos pequenos: poupar excesso de poda verde, melhorar adubação e irrigação.\n- Folhas amareladas: deficiência de nutrientes (nitrogênio, ferro) ou problemas de pH; diagnosticar e corrigir.\n\nDicas práticas finais\n- Melhor época para plantar: início da estação chuvosa (na Caatinga) para bom enraizamento.\n- Mulching e cobertura vegetal ajudam a conservar água e aumentar matéria orgânica.\n- Produção mais consistente com rega suplementar e adubação equilibrada, apesar da tolerância à seca.\n- Para cultivo comercial ou seleção de variedades locais, procure viveiros e material certificado; P. cincinnata é valiosa por sua resistência e pode ser usada em programas de melhoramento.\n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir um calendário de adubação e rega adaptado ao seu município/estação.\n- Explicar passo a passo como fazer estacas com fotos (se você enviar imagens do material/solo).","Maracujá da caatinga: trepadeira rústica, flores exóticas e frutos ácidos que viram suco energizante — resistência nordestina em forma de paixão!","/uploads/species_cover/passiflora-cincinnata.webp",[],[],[],1786829072428]