[{"data":1,"prerenderedAt":198},["ShallowReactive",2],{"ocotea-puberula":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":64,"slug":65,"description":66,"planting_instructions":67,"short_description":68,"audio":69,"cover":70,"comments":71,"conversations":72,"plantDiscovers":73},"691a373dce19e400228d6eb7",[],[],[],[],[],"7304142","Ocotea puberula (Rich.) Nees","Canela-guaicá",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608474667/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608474691/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608474737/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610551262/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605244985/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605245001/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605245023/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605245954/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605246000/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613318097/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613318215/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/613318285/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/619253493/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/617763188/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/617763241/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/617763304/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/617763353/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/637605683/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/635861404/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/635861459/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/635861500/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/686011304/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/686011479/original.jpg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/686011507/original.jpg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/687400016/original.jpg","Ocotea puberula","ocotea-puberula","Canela-guaicá (Ocotea puberula) — descrição simples e detalhada\n\nO que é\n- Uma árvore da família Lauraceae, conhecida como canela-guaicá. É uma espécie nativa das matas do Brasil, especialmente em remanescentes da Mata Atlântica e formações de floresta mais úmida.\n\nAparência\n- Porte: geralmente uma árvore de pequeno a médio porte; costuma atingir entre 6 e 15 metros de altura, dependendo do local.\n- Tronco e casca: tronco relativamente retilíneo; a casca tem cheiro aromático (daí o nome “canela”) e pode ser usada localmente, embora não seja uma fonte comercial de canela verdadeira.\n- Folhas: simples, alternas, couro­sas; podem apresentar pelos finos (ligeiramente pubescentes) em certas partes — característica referida no nome científico. As folhas têm nervuras visíveis e formato elíptico a obovado.\n- Flores: pequenas e discretas, geralmente em cachos (panículas); de cor amarelada a esbranquiçada. A floração atrai insetos polinizadores.\n- Frutos: drupas (tipo de “fruta” com uma semente) geralmente arredondadas, que amadurecem para tons escuros (roxo/negro). Os frutos são consumidos por aves e mamíferos, que ajudam a dispersar as sementes.\n\nOnde vive e habitat\n- Ocorre principalmente em áreas de Mata Atlântica e matas úmidas do sudeste e sul do Brasil (em remanescentes florestais). Prefere solos bem drenados e locais com boa umidade ambiental.\n- Pode aparecer tanto no estrato médio da floresta quanto em bordas e capões de mata.\n\nEcologia\n- Flores pequenas atraem insetos como abelhas para polinização.\n- Frutos servem de alimento para aves e outros animais, que dispersam as sementes e favorecem a regeneração natural.\n- Contribui para a estrutura da floresta e para a alimentação da fauna local.\n\nUsos\n- Uso tradicional: a casca e/ou partes da planta são usadas em conhecimentos populares e medicinais locais; a madeira pode ser aproveitada de forma local para fins rústicos. A casca tem aroma que lembra canela.\n- Não é, em geral, amplamente explorada comercialmente, mas tem valor local e ecológico importante.\n\nComo plantar / propagar (práticas simples)\n- Propagação por sementes: os frutos devem ser colhidos quando maduros; retirar a polpa e semear as sementes frescas. A germinação costuma ser mais eficiente com sementes recentes.\n- Condições de viveiro: semeie em substrato bem drenado, mantenha sombra parcial e boa umidade; evite encharcar.\n- Transplante: quando as mudas atingirem tamanho razoável (ex.: 20–30 cm), podem ser aclimatadas ao sol gradualmente e transplantadas para o local definitivo.\n- Solo e manejo: adapta-se bem a solos férteis e úmidos, com boa drenagem; tolera meia-sombra a pleno sol conforme a fase de desenvolvimento.\n\nConservação\n- Como muitas espécies de Mata Atlântica, pode sofrer com a perda e fragmentação de habitat. A conservação depende da proteção dos remanescentes florestais e do manejo sustentável.\n- Recomendam-se práticas de restauração, uso de sementes de origem local e manutenção da conectividade entre fragmentos para proteger populações naturais.\n\nObservações finais\n- Espécies da família Lauraceae têm semelhanças entre si; por isso, identificação precisa pode exigir observação das flores, frutos e detalhes das folhas. Para uso medicinal ou culinário, procure orientação de fontes confiáveis ou profissionais, pois usos populares não substituem avaliação técnica.","Abaixo estão orientações práticas e passo a passo para plantar e cuidar da Canela‑guaicá (Ocotea puberula). Ajuste as recomendações à sua região (clima, solo) e verifique normas locais para coleta/uso de espécies nativas.\n\n1) Onde plantar / clima e solo\n- Clima: espécie de clima tropical a subtropical; prefere locais sem geadas fortes.  \n- Solo: bem drenado, fértil e com boa matéria orgânica. Aceita solos franco a argilosos leves; pH ligeiramente ácido a neutro é ideal. Evite solos encharcados (podem causar podridão de raízes).  \n- Luminosidade: recomendo sombra parcial quando jovem; tolera pleno sol quando adulta.\n\n2) Propagação por sementes (método mais comum)\n- Colheita de sementes: colha frutos maduros. Sementes da família das lauráceas costumam perder viabilidade rapidamente — semeie o mais fresco possível.  \n- Preparação: remova a polpa dos frutos (lavagem manual ou fermentação curta e bateção) para evitar inibição da germinação.  \n- Substrato: mistura arejada e rica em matéria orgânica (por exemplo: terra de boa qualidade + composto + areia ou fibra de coco em partes iguais).  \n- Semeadura: semear superficialmente ou com cobertura muito leve (0,5–1 cm). Mantenha constante a umidade, sem encharcar.  \n- Condições: temperatura amena a quente (20–28 °C) e meia sombra; proteger do sol forte e da chuva direta.  \n- Germinação: pode demorar semanas a alguns meses; variabilidade é normal.  \n- Transplante para tubetes: quando as mudas tiverem 2–4 folhas verdadeiras e raiz bem desenvolvida (geralmente após alguns meses).\n\n3) Propagação por estacas (opcional)\n- Estacas semi‑lenhosas podem enraizar com hormônio enraizador e substrato arejado; técnica menos usada que a semente, mas possível para multiplicação clonal.\n\n4) Plantio no campo\n- Período: após formação da muda (20–30 cm ou mais) e fora de estiagem severa.  \n- Cavidade: cerca de 40×40×40 cm; misturar parte da terra com composto ou esterco curtido.  \n- Colocação da muda: manter nível de plantio igual ao do tubete; não enterrar o colo. Firmar o solo, regar bem.  \n- Espaçamento: depende do uso — para restauração 3–5 m; para plantio isolado ou quando for ficar maior, 6–10 m entre indivíduos.\n\n5) Rega e cobertura\n- Primeiros 1–2 anos: regas regulares, mantendo o solo úmido mas sem encharcar; reduzir gradualmente conforme a planta estabelece raízes profundas. Em seca, regar semanalmente.  \n- Cobertura morta (mulch): 5–10 cm de palha/serragem/folhas ao redor da base (mantendo alguns centímetros livre junto ao tronco) para conservar água e aumentar matéria orgânica.\n\n6) Adubação\n- No plantio: incorporar composto orgânico.  \n- Nos primeiros anos: aplicações periódicas de adubo equilibrado (NPK 10‑10‑10 ou 20‑10‑20, conforme necessidade local) em pequenas doses, 2–3 vezes por ano; priorize matéria orgânica.  \n- Fazer análise de solo/foliar se busca produção otimizada.\n\n7) Poda e condução\n- Formação: conduza para um único tronco (se desejar) no primeiro ano; remover ramos baixos e galhos mal posicionados.  \n- Poda de manutenção: mínima, apenas retirar galhos secos/doentes e conduzir copa se necessário. Evitar cortes grandes em árvores jovens.\n\n8) Pragas e doenças\n- Em geral não é muito suscetível, mas podem ocorrer: cochonilhas, pulgões, fungos foliares e podridão de raízes em solo encharcado.  \n- Manejo: inspeção regular, controle biológico ou inseticidas/ fungicidas conforme necessidade, melhorar drenagem se houver podridão.  \n- Evitar estresse hídrico e danos mecânicos (gados, fogo).\n\n9) Cuidados especiais e sustentabilidade\n- Sementes são recalcitrantes: não guardam muito tempo; o ideal é semear logo após a colheita.  \n- Se a espécie for usada por suas propriedades medicinais (casca, etc.), informe‑se sobre práticas sustentáveis e legislação local: retirada de casca do tronco pode matar a árvore se feita incorretamente.  \n- Proteja mudas de fogo, poda drástica e herbivoria ( cercas ou protetores).\n\n10) Problemas comuns e soluções rápidas\n- Mudas amareladas: possível falta de nutrientes ou encharcamento → verificar drenagem, aplicar composto/ fertilizante equilibrado.  \n- Crescimento lento: verificar solo pobre; acrescentar matéria orgânica e adubação gradual.  \n- Mortandade após plantio: pode ser choque de transplante, seca ou ataque de pragas → garantir boa qualidade da muda, regas regulares e proteção inicial.\n\nResumo rápido (checklist)\n- Semear sementes frescas em substrato bem drenado; meia sombra; manter úmido.  \n- Transplantar para tubete quando com 2–4 folhas; endurecer antes do campo.  \n- Plantar em solo fértil, bem drenado; regar regularmente primeiro 1–2 anos.  \n- Usar mulch, adubar organicamente e podar apenas para formação.  \n- Evitar encharcamento e proteger contra fogo e herbívoros.\n\nSe quiser, eu posso:\n- enviar um roteiro de passo a passo para produção em viveiro (com quantidades de substrato, tamanho de tubetes, cronograma detalhado); ou  \n- ajudar a avaliar condições do seu terreno para adaptar recomendações (tipo de solo, regime de chuva, altitude).","Canela-guaicá (Ocotea puberula): árvore aromática brasileira, casca perfumada e folhas vistosas — um cheirinho de floresta que encanta pássaros e gente!",null,"/uploads/species_cover/ocotea-puberula.webp",[],[],[74],{"_id":75,"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":64,"image":76,"user":77,"results":80,"createdAt":197},"691a3737ce19e400228d6eb3","/uploads/images/plant-discover/image_picker_3C135403-0DEA-43D1-9379-AD8804AAFC1B-564-0000001FAA447E05-1763325746254.jpg",{"_id":78,"name":79,"picture":69,"city":69,"uf":69},"687d9aa4b4b1170022726367","André, RS",[81,95,111,120,135,144,153,171,184],{"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":64,"images":82,"score":94},[83,87,90],{"url":84,"thumbnail":85,"citation":86},"https://bs.plantnet.org/image/o/cd4adac4b9f357a5e45d0786c3eb6e7fd9406e64","https://bs.plantnet.org/image/m/cd4adac4b9f357a5e45d0786c3eb6e7fd9406e64","Álvarez Leonardo / Pl@ntNet, 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