[{"data":1,"prerenderedAt":46},["ShallowReactive",2],{"monardella-sinuata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":38,"description":39,"planting_instructions":40,"short_description":41,"cover":42,"comments":43,"conversations":44,"plantDiscovers":45},"692a0c2723b86e0022ed6c62",[],[],[],[],[],"8177217","Monardella sinuata Elvin & A.C.Sanders","Monardella sinuata",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/630332509/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/626994094/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646858356/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/647468326/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/641048345/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/641388136/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/641388142/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/647606447/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/647606404/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/647269142/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651548759/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/678356241/original.jpg","monardella-sinuata","Nome no seu cadastro: Sem nome popular registrado no Brasil (Monardella sinuata)\n\nClassificação\n- Família: Lamiaceae (família da hortelã)\n- Género: Monardella\n- Espécie: Monardella sinuata\n\nDescrição geral (linguagem simples)\nMonardella sinuata é uma planta herbácea/semishrub de pequeno porte, típica do grupo das “mentas”. Tem caules geralmente quadrangulares (característica da família), folhas opostas e aromáticas ao serem amassadas. O epíteto “sinuata” refere‑se às margens das folhas, que costumam ser levemente onduladas.\n\nCaracterísticas morfológicas importantes\n- Porte: planta baixa a média, tipicamente entre cerca de 10 e 50 cm de altura (varia conforme o local).\n- Caule: cilíndrico a ligeiramente quadrangular, ramificado.\n- Folhas: opostas, simples, frequentemente com margem sinuada/ondulada; textura fina, com perfume ou aroma suave quando esmagadas.\n- Inflorescência: capítulos densos ou aglomerados terminais de flores, típicos do género Monardella.\n- Flores: tubulares e bílabiais (duas “lábios”), pequenas; tonalidades variam entre rosa, púrpura e branco conforme populações; produz néctar.\n- Fruto: pequenos núculas típicos da família Lamiaceae.\n\nHabitat e distribuição\n- É originária do oeste da América do Norte, com ocorrência especialmente associada a zonas costeiras e encostas do estado da Califórnia (EUA) e regiões vizinhas.\n- Habita áreas abertas, encostas rochosas, matagais (chaparral), prados e bordas de florestas, preferindo solos bem drenados e exposição de sol pleno a meia‑sombra.\n- No Brasil não há registro de nome popular nem ocorrência natural estabelecida; menções daqui costumam ser registros de base de dados internacionais ou material de referência.\n\nFloração e polinizadores\n- Floresce principalmente na primavera e verão, podendo estender‑se até o outono dependendo do clima local.\n- Atrai polinizadores como abelhas nativas, borboletas e, em algumas espécies próximas do género, beija‑flores — pelo néctar tubular.\n\nCultivo e usos\n- Em jardins de plantas nativas (nos locais de origem) é usada como planta ornamental por atrair polinizadores e por seu porte compacto.\n- A maioria das Monardella é tolerante à seca e prefere solo bem drenado e sol pleno a meia‑sombra.\n- Propagação típica por sementes ou estaquia de ramos em estações favoráveis.\n- Algumas espécies do género foram tradicionalmente usadas em chás ou por suas propriedades aromáticas; para Monardella sinuata especificamente, recomenda‑se consultar fontes etnobotânicas locais antes de uso.\n\nConservação e notas práticas\n- O estado de conservação pode variar entre populações; muitas plantas costais e de chaparral estão sujeitas a perda de habitat e fragmentação. Verificar listas locais (e.g., autoridades estaduais ou IUCN) para status atualizado.\n- Para identificação segura: observar o conjunto de sinais (caule quadrangular, folhas opostas com margens sinuadas, inflorescência em capítulos e flores tubulares bílabiais) e comparar com descrições técnicas ou com herbários regionais (por exemplo, Jepson eFlora para a Califórnia) ou bases como GBIF / iNaturalist para imagens e ocorrências.\n\nSe quiser, posso:\n- fornecer uma descrição mais técnica (terminologia botânica detalhada);\n- buscar referências de floras ou herbários (ex.: Jepson) e listar links úteis;\n- formatar a ficha para importação direta numa base de dados. Qual prefere?","Abaixo está um guia prático para plantar e cuidar de Monardella sinuata (identificada no seu cadastro como “Sem nome popular registrado no Brasil”). Essa espécie pertence à família Lamiaceae e, em geral, comporta‑se como planta de clima mediterrâneo: prefere sol, solo bem drenado e pouca água depois de estabelecida.\n\nOrigem e características gerais\n- Nativa de regiões temperadas/mediterrâneas (ocidente da América do Norte).  \n- Arbusto pequeno/subarbustivo, com folhagem aromática e flores que atraem abelhas e borboletas.  \n- Ideal como planta ornamental, para bordaduras, rochedos e vasos.\n\nLocal e clima\n- Exposição: pleno sol a meia‑sombra (floresce melhor em sol pleno).  \n- Temperatura: aprecia climas amenos e secos; não gosta de geadas fortes nem de encharcamento prolongado. Em climas muito frios, proteja no inverno ou mantenha em vaso e mova para local abrigado.\n\nSolo e drenagem\n- Solo: preferencialmente leve, arenoso ou franco arenoso, com boa drenagem.  \n- pH: neutro a ligeiramente alcalino é geralmente bem tolerado.  \n- Evitar solos pesados e encharcados; raízes são sensíveis a excesso de umidade.\n\nPlantio\n- Espaçamento: 30–60 cm entre plantas, dependendo do porte.  \n- Cova: cave cova do dobro do torrão; misture material orgânico bem decomposto com areia se o solo for muito argiloso.  \n- Enterre na mesma profundidade do vaso e compacte suavemente. Regue bem após o plantio.\n\nIrrigação\n- Estabelecimento (primeiros 1–2 meses): regas regulares para enraizamento (manter solo levemente úmido, sem encharcar).  \n- Plantas estabelecidas: tolerante à seca; regas esporádicas. Evite irrigação excessiva — regar apenas quando o solo estiver bem seco a alguns centímetros de profundidade.  \n- Em vasos, o substrato seca mais rápido; regue com mais frequência, mas sempre verificando a drenagem.\n\nAdubação\n- Necessita pouca adubação. Uma adubação leve na primavera com composto ou fertilizante balanceado de liberação lenta é suficiente.  \n- Evite excesso de nitrogênio (crescimento vegetativo excessivo e poucas flores).\n\nMultiplicação\n- Sementes: semear na primavera; muitas espécies do grupo germinam melhor com exposição à luz (semeie superficialmente). Uma leve estratificação a frio (algumas semanas) pode melhorar algumas germinações, dependendo da procedência das sementes.  \n- Estaquia: bom método — estacas semi‑lenhosas no verão enraizam bem em substrato leve (perlite/turfa) com hormônio de enraizamento.  \n- Divisão: ocasionalmente possível em touceiras estabelecidas, no início da primavera.\n\nPoda e manutenção\n- Remover flores secas (deadhead) para prolongar a floração.  \n- Poda leve após a floração estimula brotações e mantém porte compacto.  \n- Retirar ramos doentes ou muito velhos para ventilar a planta.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente de baixa manutenção; possíveis problemas: afídeos, ácaros e cochonilhas — controle com jato de água, sabão inseticida ou óleo de nim.  \n- Risco maior: podridão radicular se o solo ficar encharcado — melhorar drenagem e reduzir rega.  \n- Boa circulação de ar e solo bem drenado reduzem doenças fúngicas.\n\nCultivo em vaso\n- Use vaso com boa drenagem e substrato leve.  \n- Regue com mais frequência que em solo, mas permita secagem superficial entre regas.  \n- Renovar substrato a cada 1–2 anos e reduzir adubação para evitar crescimento lenhoso excessivo.\n\nFlorada e usos\n- Flores atraem polinizadores (abelhas, borboletas).  \n- Folhas aromáticas podem ser ornamentais; não recomende ingestão sem confirmação botânica e segurança.\n\nProblemas comuns e soluções rápidas\n- Pouca floração: muita adubação nitrogenada ou pouca luz — reduzir adubo nitrogenado e mover para local mais ensolarado.  \n- Crescimento alongado/“perdido”: falta de sol — aumentar exposição.  \n- Folhas amareladas: excesso de água ou deficiência de nutrientes — verificar drenagem e ajustar rega; aplicar adubo orgânico leve se necessário.\n\nObservações finais\n- Confirme se a espécie é permitida no seu estado/município (algumas plantas exóticas têm restrições).  \n- Se quiser mais instruções específicas (por exemplo, substrato ideal para cultivo em vaso, calendário de regas para sua região ou como semear passo a passo), diga a sua cidade/clima ou se prefere cultivo em canteiro ou vaso — adapto as recomendações.\n\nQuer que eu forneça um plano de plantio passo a passo para vaso ou canteiro com quantidades e cronograma de regas/adubações?","Sem nome popular registrado no Brasil (Monardella sinuata): erva aromática com flores roxas e vistosas, atrai abelhas e borboletas — pequena e cheia de charme!","/uploads/species_cover/monardella-sinuata.webp",[],[],[],1786829075330]