[{"data":1,"prerenderedAt":58},["ShallowReactive",2],{"maranthes-chrysophylla":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":50,"description":51,"planting_instructions":52,"short_description":53,"cover":54,"comments":55,"conversations":56,"plantDiscovers":57},"6a03b7e9e7248a002271a74d",[],[],[],[],[],"7934655","Maranthes chrysophylla (Oliv.) Prance ex F.White","Maranthes chrysophylla",[14,16,18,20,21,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48],{"url":15},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1967129/format/large",{"url":17},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101670000/4955B67F-9238-4AF3-84A3-85CB256881C7.jpg",{"url":19},"https://images.mobot.org/tropicosimages5/detailimages/TropicosImagesVol5/101670000/95371B04-FFFE-48E4-82D9-D392D6547BF5.jpg",{"url":17},{"url":19},{"url":23},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1943739/format/large",{"url":25},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImages2/100307000/0072F785-0B83-49FF-9381-A4031D984624.jpg",{"url":27},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImages2/100307000/3BF35497-DB5A-438B-AD1A-65D0DF694370.jpg",{"url":29},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImages2/100307000/9F451AD3-3D73-4FFA-A49D-4D57A3FD745A.jpg",{"url":31},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImages2/100307000/A162B866-DE86-4785-9447-F7D31B68F3BA.jpg",{"url":33},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImages2/100307000/E20BFB50-DF66-45EF-8419-5B92EB0A10D6.jpg",{"url":35},"https://images.mobot.org/tropicosimages3/detailimages/TropicosImages2/100307000/FAAA12FC-17C6-485F-8359-C26B7D3721BF.jpg",{"url":37},"https://caos.boldsystems.org/api/objects/caos-cloud.linode-us-east.14_217.f0e283d4-bb7c-4d7f-940d-14b14921554c.jpg?subunit=1024.jpg",{"url":39},"https://caos.boldsystems.org/api/objects/caos-cloud.linode-us-east.19_263.143c9b38-7d61-4e38-86b7-191c387b5c6c.jpg?subunit=1024.jpg",{"url":41},"https://caos.boldsystems.org/api/objects/caos-cloud.linode-us-east.16_234.e2f378d1-6996-4564-9cd5-bcab86823d45.jpg?subunit=1024.jpg",{"url":43},"https://caos.boldsystems.org/api/objects/caos-cloud.linode-us-ord-1.22_159.c32c8cb1-c4c8-4b78-adeb-3537bbc646b0.jpg?subunit=1024.jpg",{"url":45},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1391249/format/large",{"url":47},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1391250/format/large",{"url":49},"https://medialib.naturalis.nl/file/id/WAG.1391248/format/large","maranthes-chrysophylla","Maranthes chrysophylla — sem nome popular conhecido no Brasil\n\nBreve resumo\n- Espécie de árvore do gênero Maranthes, família Chrysobalanaceae. Não há registro de nome popular no Brasil (provavelmente porque a espécie é nativa de outra região).\n- O nome específico chrysophylla significa “folhas douradas”, indicando características das folhas jovens ou do envés que podem ter pelos ou brilho amarelado.\n\nComo é a planta (características fáceis de identificar)\n- Porte: árvore de pequeno a médio porte (costuma ficar como sub-bosque a meia-escala em florestas tropicais).\n- Folhas: simples, alternas, frequentemente coriáceas; muitos exemplares apresentam pelos finos ou tom amarelado nas folhas jovens ou no envés, daí o nome.\n- Flores: pequenas e discretas, em cachos curtos; em geral típicas da família Chrysobalanaceae (petalas pequenas, estames numerosos).\n- Frutos: drupas (semelhantes a frutos carnudos com uma única semente), consumidos por aves e mamíferos que dispersam as sementes.\n- Casca e madeira: casca geralmente lisa; madeira usada localmente quando disponível, mas não é conhecida como grande madeira comercial.\n\nOnde vive (distribuição e habitat)\n- Ocorrente em florestas tropicais úmidas, principalmente em regiões da África tropical (especialmente África Ocidental e Central). Não é uma espécie nativa do Brasil.\n- Prefere solos bem drenados em mata de terra firme, podendo aparecer em sub-bosque ou na borda de clareiras.\n\nEcologia e reprodução\n- Floresce e fructifica de acordo com a sazonalidade da região onde ocorre; polinização normalmente por insetos pequenos.\n- Frutos atraem aves e mamíferos que atuam como dispersores de sementes, ajudando na regeneração natural.\n\nUsos e importância\n- Pode ter uso local em lenha, carvão ou para construções leves, e seus frutos/folhas podem ter usos tradicionais regionais; porém, não há grandes registros de uso comercial difundido.\n- Importante ecologicamente como recurso alimentar para fauna e como componente da diversidade das florestas tropicais.\n\nConservação\n- A espécie pode ser afetada por desmatamento e perda de habitat nas regiões onde ocorre. O status de conservação pode variar por país e nem sempre está bem documentado em listas públicas.\n- Por não ser nativa ao Brasil, não há registros de manejo ou cultivo amplo no país.\n\nObservações finais\n- Muitas informações sobre Maranthes chrysophylla vem de estudos florísticos africanos; por isso, detalhes como altura máxima, época exata de florescimento e usos tradicionais podem variar entre populações. Para aplicações práticas (uso medicinal, manejo ou cultivo) é recomendável consultar fontes locais ou trabalhos botânicos especializados da região onde a espécie ocorre.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar da espécie indicada como \"Sem nome popular conhecido no Brasil (Maranthes chrysophylla)\". Observação importante: informações detalhadas e estudos horticulturais específicos para M. chrysophylla são escassos na literatura disponível; por isso as recomendações abaixo combinam práticas gerais para espécies do gênero Maranthes/família Chrysobalanaceae e para árvores tropicais de clima quente. Ajuste conforme resposta da planta e consulte fontes locais (jardim botânico, herbário ou profissionais) quando possível.\n\n1) Origem e características gerais (resumo)\n- Gênero: Maranthes (família Chrysobalanaceae).\n- Tipo: geralmente árvore tropical, de porte médio a grande (prever espaço para desenvolvimento).\n- Sensibilidade: planta tipicamente tropical, sensível a geadas e a temperaturas baixas.\n\n2) Propagação\n- Sementes:\n  - Colher sementes de frutos maduros. Remova a polpa e lave bem.\n  - Sementes frescas germinam melhor; evite armazenar por longos períodos.\n  - Pré‑tratamento: imersão em água morna por 12–48 horas pode melhorar a hidratação; se houver tegumento muito duro, faça escarificação mecânica leve.\n  - Substrato: mistura leve e bem drenante (ex.: 2 partes terra para vasos + 1 parte areia grossa ou perlita + 1 parte composto orgânico).\n  - Profundidade de semeadura: cobrir levemente (1–2 cm).\n  - Temperatura ideal: quente (≈ 24–30 °C). Mantenha umidade constante sem encharcar.\n  - Germinação: pode variar (semanas a meses). Proteja de sol direto intenso nas primeiras semanas.\n- Estacas / alporquia:\n  - Podem ser tentadas estacas semi‑lenhosas com hormônio de enraizamento sob ambiente úmido, ou alporquia para árvores já formadas. Sucesso pode variar entre espécies.\n\n3) Plantio (transplante para campo)\n- Quando transplantar: quando as mudas tiverem 15–30 cm de altura e raiz bem formada.\n- Espaçamento: dependerá do porte final; para árvores de médio a grande porte, considerar 6–10 m entre indivíduos (ajuste se árvore for maior).\n- Buraco: pelo menos 2–3 vezes o volume do torrão. Misture solo de plantio com composto orgânico.\n- Solo: prefere solos profundos, férteis e bem drenados; tolera levemente ácido a neutro (pH ≈ 5,5–7). Evite solos compactados e encharcados.\n\n4) Rega e umidade\n- Regime inicial: regas regulares para manter substrato úmido até o estabelecimento (primeiros 6–12 meses).\n- Após estabelecimento: regas moderadas. Em períodos secos, regar profundamente em intervalos regulares.\n- Não tolera encharcamento prolongado — risco de podridões radiculares.\n\n5) Luz e temperatura\n- Luz: em muda, prefere meia‑sombra; após estabelecimento, aceita sol pleno a meia‑sombra dependendo da espécie — muitas Maranthes crescem bem à luz direta em locais tropicais.\n- Temperatura: clima tropical/mediterrâneo quente; sensível a geadas e temperaturas abaixo de ~10–12 °C.\n\n6) Adubação e manejo do solo\n- Adubação de formação: na primeira e segunda estação de crescimento, aplicar adubo equilibrado NPK (ex.: 10‑10‑10) em doses fracionadas, ou adubação orgânica (composto, esterco curtido).\n- Manutenção: 2–3 aplicações por ano de fertilizante equilibrado ou cobertura constituída por composto/mulching.\n- Cobertura orgânica (mulch) mantém umidade e reduz crescimento de ervas daninhas; deixe uma margem de alguns centímetros livre do tronco para evitar umidade excessiva na base.\n\n7) Poda\n- Formativa: podas leves nos primeiros anos para dar boa estrutura.\n- Manutenção: remoção de galhos secos, doentes ou mal posicionados.\n- Evitar podas drásticas em períodos de chuva intensa; preferir estação seca/menos ativa.\n\n8) Pragas e doenças (principais riscos e manejo)\n- Problemas comuns: cochonilhas, pulgões, pragas sugadoras e fungos foliares; em solos mal drenados, podres radiculares por fungos.\n- Manejo:\n  - Inspeção periódica das folhas e ramos.\n  - Controle mecânico/biológico: retirar pragas manualmente, usar sabão inseticida ou óleo de nim para infestações leves.\n  - Fungicidas/medidas de controle de solo para doenças fúngicas se confirmadas.\n  - Boa drenagem e evitar rega excessiva reduzem doenças radiculares.\n\n9) Uso paisagístico e considerações\n- Planta adequada como árvore de sombra, se for de porte médio/alto. Também possível uso em restauração florestal em áreas adequadas ao seu clima de origem.\n- Verificar se existe risco de invasividade no local (não é comum para espécies tropicais nativas de outros continentes, mas é bom checar).\n\n10) Legalidade e conservação\n- Evite coleta de sementes/plantas de populações silvestres sem autorização local. Consulte legislação ambiental e, se possível, programas de conservação locais ou jardins botânicos para material de propagação certificado.\n\n11) Dicas práticas rápidas\n- Use sementes frescas; sow rápido.\n- Mantenha alta umidade e temperatura constante para germinação.\n- Garanta solo fértil e bem drenado.\n- Proteja mudas do sol direto intenso até que estejam estabelecidas.\n- Monitore por pragas e trate cedo com métodos orgânicos quando possível.\n\nSe quiser, posso:\n- Montar um calendário de cuidados mensal para o primeiro ano (rega, adubação, poda);\n- Ajudar a adaptar o manejo ao seu clima/estado do Brasil (informe cidade/zona climática);\n- Buscar literatura botânica específica e indicar referências técnicas (posso tentar localizar estudos/descrições taxonômicas se quiser).","Sem nome popular conhecido no Brasil (Maranthes chrysophylla): árvore misteriosa de folhagem brilhante e frutos curiosos — um charme tropical a descobrir!","/uploads/species_cover/maranthes-chrysophylla.webp",[],[],[],1786829073017]