[{"data":1,"prerenderedAt":69},["ShallowReactive",2],{"lucuma-campechiana":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":60,"slug":61,"description":62,"planting_instructions":63,"short_description":64,"cover":65,"comments":66,"conversations":67,"plantDiscovers":68},"69ff8fd73338200022685b78",[],[],[],[],[],"2884321","Lucuma campechiana Kunth","canistel",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618017963/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618017983/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618017996/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618018005/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653286241/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/647411129/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/650711516/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/650728246/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/676757548/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/676757631/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668783305/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668783298/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668783286/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668783264/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668783275/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/684117189/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/684117277/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/684117347/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/466867931/original.jpeg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468077562/original.jpeg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/468077575/original.jpeg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/470675588/original.jpeg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/470675606/original.jpeg","Lucuma campechiana","lucuma-campechiana","Nome e origem\n- Conhecida como canistel (também chamada eggfruit, sapote amarelo, zapote), tem nome científico comumente usado Pouteria campechiana (às vezes aparece como Lucuma campechiana). É nativa do sul do México e de partes da América Central, e hoje é cultivada também no Caribe, Filipinas, Sudeste Asiático e algumas áreas tropicais.\n\nDescrição da planta\n- Árvore perene, de porte pequeno a médio, que normalmente chega a 5–12 m de altura (dependendo das condições e da variedade).\n- Folhas simples, alternas, brilhantes, verdes; geralmente ovadas de 6–16 cm.\n- Flores pequenas, discretas, em cachos; cor esverdeada ou amarelada.\n\nFruto (o que mais interessa)\n- Forma: oval a oblonga, às vezes levemente pontuda.\n- Tamanho e peso: costuma ter 5–10 cm; pode pesar de 100 g até 500 g, conforme a variedade.\n- Casca: fina, amarela a alaranjada quando maduro.\n- Polpa: de cor amarelo-alaranjada, textura seca e farinácea, frequentemente descrita como parecida com gema de ovo cozida — por isso o nome “eggfruit”. A polpa é densa e não muito suculenta.\n- Sementes: 1 a 4 sementes grandes, brilhantes, castanhas.\n- Sabor: doce, com notas que lembram abóbora, batata-doce, caramelo ou gema de ovo com açúcar. Não é cítrico.\n\nUsos alimentares\n- Comido puro quando maduro, mas muito usado em preparações: purês, sorvetes, milkshakes, vitaminas, sobremesas, doces, compotas e bolos.\n- A polpa rende bem para processamento (congelada ou em polpa) e é valorizada pela cremosidade que dá a sorvetes e mousses.\n- Nutricionalmente, é uma fruta energética: rica em carboidratos (amido e açúcares) e contém carotenoides (pró-vitamina A), fibras e pequenas quantidades de vitaminas e minerais.\n\nCultivo básico (linguagem simples)\n- Clima: tropical a subtropical; sensível a geadas.\n- Solo: prefere solos bem drenados e férteis; tolera certa acidez.\n- Rega: gosta de umidade regular, mas não tolera encharcamento.\n- Luz: pleno sol ou meia-sombra leve.\n- Floração/frutificação: varia com o clima e a região; em geral a árvore começa a dar frutos alguns anos após o plantio.\n\nPropagação e produção\n- Sementes germinam relativamente fácil, mas plantas de semente demoram mais para frutificar (podem levar 4–8 anos) e a qualidade dos frutos pode variar.\n- Para manter características de uma cultivar (melhor sabor, tamanho), usa-se enxertia (grafting) ou mudas clonais; enxertadas frutificam mais cedo (2–4 anos).\n- Colheita: o fruto normalmente é colhido quando a casca fica amarelada e a polpa começa a amolecer; pode amadurecer pós-colheita.\n\nPragas e doenças comuns\n- Ataques de moscas-das-frutas podem causar perdas no fruto.\n- Pulgões, cochonilhas e ácaros podem afetar folhas e brotos.\n- Problemas fúngicos e podridões de raiz ocorrem em solos mal drenados.\n\nArmazenamento e processamento\n- Fruta fresca tem vida útil curta; melhor consumir logo ou refrigerar por poucos dias.\n- Polpa pode ser retirada e congelada, feita em purê para sorvetes e doces.\n- Evitar consumo de frutos muito verdes — são amiláceos e pouco agradáveis.\n\nCuriosidades\n- O nome “eggfruit” vem da textura e cor da polpa, que lembram a gema de ovo cozida.\n- Em algumas regiões é fruto apreciado localmente, mas pouco conhecido comercialmente em larga escala.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Sugerir receitas simples com canistel;\n- Indicar como fazer mudas por enxertia passo a passo;\n- Listar variedades cultivadas e diferenças entre elas.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar do canistel (Pouteria campechiana — sin. Lucuma campechiana), também chamado de eggfruit ou yellow sapote.\n\nResumo rápido\n- Tipo: árvore tropical/subtropical, fruta de polpa seca-doce.  \n- Clima ideal: quente, sem geadas (melhor em zonas tropicais/subtropicais, ~USDA 10–12).  \n- Solo: bem drenado, fértil, pH ~6–7,5.  \n- Luminosidade: sol pleno.  \n- Propagação: por semente (simples) ou enxertia/estaquia/arraigamento para manter cultivares.  \n- Frutificação: sementes 3–8 anos; enxertadas 1–3 anos.  \n\nPlantio\n- Local: escolha local com sol direto e boa circulação de ar; evite áreas sujeitas a encharcamento.  \n- Espaçamento: 8–12 m entre árvores (dependendo do porte desejado).  \n- Holeira: cave um buraco 2× o volume do torrão/raiz, misture com composto bem curtido (não muito adubo fresco que queime raízes).  \n- Profundidade: plante na mesma profundidade do torrão; em plantas enxertadas, deixe a união da enxertia acima do solo.  \n- Solo pesado: melhore drenagem com areia grossa/irrigação por camada, ou plante em levemente elevado.  \n\nPropagação por sementes (sementeiras)\n- Retire polpa, lave a semente e plante logo (ou armazene poucas semanas).  \n- Profundidade: 2–3 cm.  \n- Germinação: 2–8 semanas, mantê-las úmidas e quentes.  \n- Espaçamento inicial: vasos individuais para evitar competição.  \n\nIrrigação\n- Jovens: rega regular para manter solo úmido (não encharcado); por exemplo regas profundas semanais em clima seco.  \n- Adultas: toleram períodos mais secos, mas produção melhora com irrigação suplementar na seca.  \n- Evite encharcamento (risco de podridões radiculares/Phytophthora). Use cobertura morta (mulch) para conservar umidade.  \n\nAdubação\n- Inicial: incorpore composto ou estrume curtido no plantio.  \n- Manutenção: adube 3–4 vezes ao ano com fertilizante balanceado (ex.: 10-10-10 ou similar), ajustando segundo análise de solo.  \n- Micronutrientes: aplicar cálcio, magnésio e boro se houver sintomas de carência (frutos pequenos/necrose).  \n- Jovem vs adulto: doses menores e mais frequentes em mudas; árvores produtivas recebem quantidades maiores divididas em várias aplicações. Recomenda-se fazer análise de solo/foliar para precisão.  \n\nPoda e condução\n- Formação: formar um tronco único nos primeiros anos e depois criar uma estrutura de 3–4 ramos principais.  \n- Manutenção: podas leves para arejar copa, remover galhos doentes, mal orientados ou muito sombreados.  \n- Frutificação: poda moderada após colheita para estimular renovação e facilitar colheita.  \n\nPolinização e frutificação\n- Flores pequenas; geralmente auto-fértil mas pode melhorar com polinização cruzada.  \n- Atraia polinizadores (abelhas) e evite pulverizações prejudiciais durante a floração.  \n- Frutos amadurecem em períodos variados conforme clima/cultivar; ficam amarelo‑alaranjados e amolecem levemente. Algumas cultivares amadurecem melhor ainda na árvore; outras podem ser colhidas ligeiramente firmes e amadurecer fora.  \n\nColheita e pós‑colheita\n- Colher quando a cor e textura indicarem maturação (pele amarelada e ponto ondeixo levemente cede).  \n- Evitar queda excessiva que danifique o fruto.  \n- Armazenamento: não tolera frio extremo; guarda à temperatura ambiente até amadurecer e refrigerar levemente depois se necessário; vida útil limitada.  \n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: mosca-das-frutas (ceratitis e outras), cochonilhas, pulgões, moscas, lagartas e aves. Controle: armadilhas, sanidade, cobertura de frutos, controle biológico e inseticidas quando necessário.  \n- Doenças: podridões por Phytophthora (solo encharcado), antracnose (Colletotrichum) em clima úmido, fungos foliares. Controle: boa drenagem, poda para ventilação, fungicidas/cobre quando necessário, remoção de frutos/galhos doentes.  \n- Manejo integrado: monitorar, usar práticas culturais (limpeza, irrigação controlada), barreiras físicas ou tratamentos específicos conforme diagnóstico.  \n\nProblemas frequentes e soluções rápidas\n- Queda de flores/frutos: pode ser por stress hídrico, falta de nutrientes ou má polinização. Ajuste irrigação e adubação; favoreça polinizadores.  \n- Frutos pequenos: falta de potássio/calorias de árvore; aplicar fertilizante equilibrado e matéria orgânica.  \n- Folhas amareladas: possivelmente deficiência de N, Fe ou drenagem ruim; faça análise e corrija.  \n- Murcha e podridão radicular: reduzir água, melhorar drenagem, tratar com fungicidas específicos se confirmado Phytophthora.  \n\nDicas práticas\n- Plante em canteiros elevados se solo for de drenagem ruim.  \n- Use compostagem anual e cobertura morta para manter solo vivo e úmido.  \n- Para consumo, escolha frutas bem maduras — polpa fica farinácea e doce, ótima para vitaminas, sorvetes e bolos.  \n- Se quiser cultivar uma variedade específica (sabor/forma/época), prefira enxertia para manter as características.  \n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir um calendário de adubação e irrigação adaptado ao seu clima local (me diga região/clima).  \n- Indicar medidas de controle específicas para uma praga/doença que esteja ocorrendo.","Canistel (Lucuma campechiana): fruta amarela-cremosa com gosto de doce de ovo e abóbora — explosão tropical para vitaminas e sobremesas!","/uploads/species_cover/lucuma-campechiana.webp",[],[],[],1786829046947]