[{"data":1,"prerenderedAt":138},["ShallowReactive",2],{"lepidium-virginicum":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":48,"slug":49,"description":50,"planting_instructions":51,"short_description":52,"cover":53,"curiosity":54,"tips":55,"comments":56,"conversations":57,"plantDiscovers":58},"68d98bd808c481002282b667",[],[],[],[],[],"5376648","Lepidium virginicum L.","Menstruz",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605062898/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605490539/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605490559/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604519414/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605104509/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605104507/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605481854/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605481885/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605352729/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605245540/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605245553/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605245566/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610803437/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607097518/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607097539/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607097550/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604888229/original.jpg","Lepidium virginicum","lepidium-virginicum","Menstruz (Lepidium virginicum) é uma erva anual ou bienal da família das mostardas (Brassicaceae), muito comum em áreas urbanas e rurais. É rústica, cresce em solos pobres e costuma aparecer como “mato” em calçadas, canteiros e lavouras. Tem sabor picante, lembrando agrião e rúcula.\n\nNomes populares\n- Menstruz, mentruz, mentruço, pimenteirinha, agrião-do-mato, erva-pimenteira, erva-do-dente, pepperweed (inglês).\n- Atenção: “mastruz” (com a) também é nome dado a outra planta (Dysphania ambrosioides), que não é a mesma espécie.\n\nOrigem e distribuição\n- Nativa da América do Norte.\n- Amplamente naturalizada nas Américas, Europa, África, Ásia e Oceania.\n- No Brasil, é frequente em regiões subtropicais e tropicais, do nível do mar a áreas mais altas.\n\nPorte e ciclo\n- Altura: geralmente 10–50 cm, podendo passar de 70 cm em locais férteis.\n- Ciclo: anual (completa o ciclo em menos de um ano) ou bienal, dependendo do clima.\n- Raiz: pivotante, fina.\n\nComo reconhecer\n- Forma jovem: roseta de folhas na base, próximas ao solo.\n- Folhas: as basais são maiores e recortadas/denteadas; as do caule são menores, mais estreitas, com bordas serrilhadas a inteiras, frequentemente sem pecíolo.\n- Flores: muito pequenas, esbranquiçadas, com 4 pétalas minúsculas (às vezes quase imperceptíveis).\n- Inflorescência: cachos alongados na ponta dos ramos.\n- Frutos: vagens redondinhas e achatadas (silículas), com uma leve “entradinha” na ponta, parecendo moedinhas alinhadas ao longo do eixo; ficam do verde ao palha quando maduros.\n- Sementes: minúsculas, de sabor picante.\n\nHabitat e ecologia\n- Ambientes perturbados: beiras de estrada, terrenos baldios, gramados, hortas e lavouras.\n- Luz: pleno sol a meia-sombra.\n- Solo: tolera desde solos pobres e compactados até solos férteis; prefere boa drenagem.\n- Polinização: por pequenos insetos; a planta também consegue formar sementes por autopolinização.\n- Dispersão: principalmente por sementes, que se prendem a roupas, pelos de animais ou caem próximas à planta-mãe; pode formar banco de sementes no solo.\n\nFenologia\n- Em climas quentes, pode florescer e frutificar quase o ano inteiro.\n- Em regiões mais frias, floresce da primavera ao outono.\n\nUsos\n- Culinário: folhas jovens e brotos podem ser consumidos crus (saladas) ou refogados; sementes e vagens têm sabor ardido, usadas como condimento, lembrando pimenta/mostarda.\n- Popular/tradicional: há registros de uso em chás e preparações caseiras. Essas práticas são tradicionais e não substituem orientação profissional; evite automedicação e identifique corretamente a espécie.\n\nComposição e características do sabor\n- Pertence à família das mostardas e contém glucosinolatos e isotiocianatos, responsáveis pelo aroma e picância semelhantes aos de agrião, rúcula e mostarda.\n\nCultivo e manejo\n- Propagação: por sementes, semeadas direto no local; germinam rápido (cerca de 1–2 semanas em condições favoráveis).\n- Espaçamento: pode ser adensado para colher como microverdes; para plantas maiores, deixe alguns centímetros entre indivíduos.\n- Rega: manter o solo levemente úmido no início; depois tolera curtos períodos de seca.\n- Solos: comuns de jardim são suficientes; incorporar um pouco de matéria orgânica melhora o vigor.\n- Colheita: folhas mais tenras antes do florescimento; sementes quando as vagens secarem e ficarem palhas (corte os cachos e deixe terminar de secar à sombra, depois debulhe).\n- Controle no jardim: se não quiser que se espalhe, retire as plantas antes de formar sementes; cobertura morta (mulching) e capinas leves ajudam a reduzir novas emergências.\n\nPotencial invasor\n- Espécie pioneira e oportunista; pode se tornar planta daninha em canteiros e cultivos. O manejo preventivo é principalmente evitar a produção de sementes.\n\nSegurança e cuidados\n- Considerada comestível em pequenas quantidades, mas o consumo excessivo de plantas ricas em compostos de mostarda pode ser irritante para algumas pessoas e, em grandes quantidades, não é recomendado para quem tem sensibilidade ou problemas tireoidianos.\n- Animais de estimação podem ter desconforto gastrointestinal se ingerirem grandes quantidades de brássicas. Mantenha fora do alcance se houver histórico de ingestão de plantas pelo pet.\n- Sempre faça identificação botânica correta antes de usar.\n\nDiferenças em relação a plantas confundidas\n- Com “mastruz” (Dysphania ambrosioides): esta tem cheiro forte característico, folhas ovais/lançadas mais largas e não produz as “moedinhas” (silículas) típicas do menstruz.\n- Com outros Lepidium: L. didymum e L. sativum têm frutos e folhas com formas diferentes; no L. virginicum, as silículas são quase circulares e ficam alinhadas como moedas ao longo do eixo floral.\n\nConservação\n- Não está ameaçada; é comum e amplamente distribuída.\n\nResumo visual rápido\n- Erva de porte baixo a médio.\n- Roseta basal, caule ramificado, folhas superiores estreitas.\n- Cachos de flores minúsculas brancas.\n- Frutinhos achatados, redondos, parecendo moedas ao longo do talo.\n- Sabor picante, tipo mostarda/agrião.","Resumo da espécie\n- Nome comum: Mentruz ou Menstruz (muito confundido com “mastruz”, que é outra planta: Dysphania ambrosioides)\n- Nome científico: Lepidium virginicum (Brassicaceae)\n- Ciclo: anual a bienal de crescimento rápido; autossemeia com facilidade\n- Uso: folhas e sementes com sabor picante (tipo agrião/mostarda); planta rústica e pouco exigente\n- Atenção: pode tornar-se invasora se deixar ir a semente\n\nCondições ideais\n- Clima: ampla adaptação; cresce do subtropical ao temperado. Tolera leve geada. Em clima quente comporta-se como anual de ciclo curto.\n- Luz: sol pleno (4–8 h/dia) ou meia-sombra luminosa.\n- Solo: bem drenado, de médio a baixo teor de nutrientes; pH 6,0–7,5. Solo muito fértil dá folhas mais tenras, mas pode deixá-la “mole” e mais suscetível a pragas.\n- Água: manter úmido na germinação; depois, regas moderadas. É tolerante à seca leve.\n\nPlantio (principalmente por sementes)\n- Época:\n  - Regiões de clima ameno/subtropical: outono e fim do inverno/primavera.\n  - Regiões frias: primavera ao início do outono.\n- Como semear:\n  - Preferencialmente a lanço ou em linhas no local definitivo; também aceita bandeja.\n  - Cobertura muito rasa (2–3 mm) ou apenas pressionar as sementes no solo; precisam de um pouco de luz para germinar.\n  - Manter o substrato levemente úmido até emergir (5–14 dias).\n- Espaçamento:\n  - Para folhas: desbastar a 10–15 cm entre plantas.\n  - Para produção de sementes: 20–30 cm entre plantas, linhas a 25–30 cm.\n- Em vasos: mínimo 15–20 cm de diâmetro e 15 cm de profundidade; substrato leve e drenado. Sol direto ajuda no sabor.\n\nCondução e manejo\n- Adubação: não exige muito. Mistura inicial de composto (5–10 L/m²) é suficiente. Evite excesso de nitrogênio.\n- Cobertura morta: camada fina após a emergência (não cubrir sementes na semeadura).\n- Poda/beliscas: beliscar ponteiros estimula mais folhas e reduz florescimento precoce.\n- Controle de florescimento: para colher folhas mais suaves, colha frequentemente e mantenha a planta podada antes de formar muitas hastes florais.\n\nColheita\n- Folhas: a partir de 3–6 semanas, preferencialmente antes de florescer, quando são mais tenras e menos amargas. Corte externo contínuo.\n- Sementes: 60–90 dias. Colher quando 50–70% das vagens estiverem acastanhadas; cortar hastes e secar à sombra sobre lona; debulhar e peneirar. Armazenar bem seco em pote hermético.\n\nPragas e doenças (com manejo simples)\n- Pulgões e vaquinhas-das-crucíferas (flea beetles): uso de telas/“túnel” anti-inseto, armadilhas adesivas, pulverização de sabão de potássio ou óleo de neem nas infestações leves, pó de diatomáceas no entorno das plantas jovens.\n- Lagartas (traças/brassicas): inspeção manual; Bacillus thuringiensis (BT) se necessário.\n- Doenças fúngicas (míldios, manchas): boa ventilação, evitar encharcamento e molhamento de folhas, regar pela manhã.\n- Rotação: evite plantar próximo/seguido de outras brassicas se há alta pressão de pragas.\n\nControle de autossemeadura/invasão\n- Retire ou corte hastes floridas antes de as sementes amadurecerem, se não quiser que se espalhe.\n- Não compostar material com sementes maduras.\n- Use bordaduras/mulch para reduzir germinação espontânea.\n\nDiferenças de nome comum (evitar confusão)\n- Mentruz/menstruz aqui é Lepidium virginicum (folhas e sementes picantes, flores minúsculas brancas em espigas, vagens achatadas).\n- “Mastruz” ou “erva-de-santa-maria” é outra espécie (Dysphania ambrosioides), com aroma forte e folhas diferentes. Não confundir usos e manejo.\n\nDicas rápidas\n- Germinação ideal com 10–25 °C.\n- Sol pleno deixa o sabor mais picante.\n- Menos água e mais luz = folhas mais aromáticas; mais água/sombra = folhas mais macias, porém menos intensas.\n- Pode atrair polinizadores e também servir de “planta armadilha” para pulgões e pulguinhas, mas monitore para não virar foco de pragas.\n\nSegurança e legislação\n- É comum e rústica, mas pode ser considerada daninha em alguns locais; verifique normas locais e contenha a disseminação fora do jardim.\n- Para usos alimentares, introduza gradualmente na dieta e evite colher em áreas contaminadas (beiras de estrada, solos com resíduos).","Menstruz (Lepidium virginicum): ervinha urbana valente, de flores miúdas e sabor apimentado. Brota em frestas e dá um pique na paisagem!","/uploads/species_cover/lepidium-virginicum.webp","Menstruz é uma planta condimentar de sabor picante cujas sementes e folhas são usadas como pimenta e que cresce facilmente até em fendas de calçadas.","Colha folhas jovens para sabor mais suave; sementes maduras moídas substituem pimenta.\nIdentifique por flores pequenas e brancas em racemo e folhas inferiores em roseta.\nSemeie em solo bem drenado e sol pleno; adapta-se a solos compactos e locais perturbados.\nUse cru em saladas ou cozido curto; consulte médico se grávida ou em uso de remédios.",[],[],[59,117],{"_id":60,"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":48,"image":61,"user":62,"results":66,"createdAt":116},"68d98c3708c481002282b69d","/uploads/images/plant-discover/temp_image-1759087670301.jpg",{"_id":63,"name":64,"picture":65,"city":65,"uf":65},"685e04c5ce08220024a42f64","Marcelo, RJ",null,[67,82,99],{"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":48,"images":68,"score":81},[69,73,77],{"url":70,"thumbnail":71,"citation":72},"https://bs.plantnet.org/image/o/8a1c03a68c31bcabfe897bcb916ef7e43d075e27","https://bs.plantnet.org/image/m/8a1c03a68c31bcabfe897bcb916ef7e43d075e27","Vicki Brown / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":74,"thumbnail":75,"citation":76},"https://bs.plantnet.org/image/o/4ec24444fd042b67afd56017c56871ede16add29","https://bs.plantnet.org/image/m/4ec24444fd042b67afd56017c56871ede16add29","Anaïs Launay / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":78,"thumbnail":79,"citation":80},"https://bs.plantnet.org/image/o/71c416303367cbb5a782af35dedf5f713a7e294a","https://bs.plantnet.org/image/m/71c416303367cbb5a782af35dedf5f713a7e294a","Rudd / Pl@ntNet, cc-by-sa",0.74572,{"gbif_id":83,"specie_canonical_name":84,"images":85,"score":98},"5377064","Lepidium densiflorum",[86,90,94],{"url":87,"thumbnail":88,"citation":89},"https://bs.plantnet.org/image/o/9d73595c7957b4cf11fa9db8ea2eab6d6c66501d","https://bs.plantnet.org/image/m/9d73595c7957b4cf11fa9db8ea2eab6d6c66501d","Brynn Generous / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":91,"thumbnail":92,"citation":93},"https://bs.plantnet.org/image/o/223b36fd211fa49241279e57fb05bf2e98f74edd","https://bs.plantnet.org/image/m/223b36fd211fa49241279e57fb05bf2e98f74edd","cecil skaluba / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":95,"thumbnail":96,"citation":97},"https://bs.plantnet.org/image/o/7c8e451c1e2d8aa449624a96a64c1bff86c1e647","https://bs.plantnet.org/image/m/7c8e451c1e2d8aa449624a96a64c1bff86c1e647","petra šomková / Pl@ntNet, cc-by-sa",0.10955,{"gbif_id":100,"specie_canonical_name":101,"images":102,"score":115},"5376616","Lepidium ruderale",[103,107,111],{"url":104,"thumbnail":105,"citation":106},"https://bs.plantnet.org/image/o/d5b210e051958387e92d57d3af4ae77eee08e545","https://bs.plantnet.org/image/m/d5b210e051958387e92d57d3af4ae77eee08e545","Hugues TINGUY − Tela Botanica / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":108,"thumbnail":109,"citation":110},"https://bs.plantnet.org/image/o/442dbca0aa313dc7c58bbc35afa0f2225831350a","https://bs.plantnet.org/image/m/442dbca0aa313dc7c58bbc35afa0f2225831350a","William Coville / Pl@ntNet, cc-by-sa",{"url":112,"thumbnail":113,"citation":114},"https://bs.plantnet.org/image/o/af642b0a2995dafbb436c41f93972392601a0a7e","https://bs.plantnet.org/image/m/af642b0a2995dafbb436c41f93972392601a0a7e","Natalia Kazakova / Pl@ntNet, cc-by-sa",0.00649,"2025-09-28T19:27:52.718Z",{"_id":118,"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":48,"image":119,"user":120,"results":121,"createdAt":137},"68d98bd608c481002282b663","/uploads/images/plant-discover/temp_image-1759087571176.jpg",{"_id":63,"name":64,"picture":65,"city":65,"uf":65},[122,127,132],{"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":48,"images":123,"score":81},[124,125,126],{"url":70,"thumbnail":71,"citation":72},{"url":74,"thumbnail":75,"citation":76},{"url":78,"thumbnail":79,"citation":80},{"gbif_id":83,"specie_canonical_name":84,"images":128,"score":98},[129,130,131],{"url":87,"thumbnail":88,"citation":89},{"url":91,"thumbnail":92,"citation":93},{"url":95,"thumbnail":96,"citation":97},{"gbif_id":100,"specie_canonical_name":101,"images":133,"score":115},[134,135,136],{"url":104,"thumbnail":105,"citation":106},{"url":108,"thumbnail":109,"citation":110},{"url":112,"thumbnail":113,"citation":114},"2025-09-28T19:26:16.599Z",1786829074324]