[{"data":1,"prerenderedAt":55},["ShallowReactive",2],{"ipomoea-ternifolia":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":46,"slug":47,"description":48,"planting_instructions":49,"short_description":50,"cover":51,"comments":52,"conversations":53,"plantDiscovers":54},"68d56814d3fd570022f993ed",[],[],[],[],[],"2928513","Ipomoea ternifolia Cav.","corda-de-viola",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605416232/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605420836/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605420872/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605420901/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605114244/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605114369/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605114433/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605104147/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608704909/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608188066/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608970107/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609351091/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609351141/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607333982/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605763222/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609039550/original.jpg","Ipomoea ternifolia","ipomoea-ternifolia","- Nome comum: corda-de-viola (nome popular usado para várias espécies do gênero Ipomoea)\n- Nome científico: Ipomoea ternifolia Cav.\n- Família: Convolvulaceae (mesma família das “glórias‑da‑manhã”)\n\nForma de vida\n- Trepadeira herbácea anual, de crescimento rápido, que enrola o caule em cercas, plantas vizinhas e suportes.\n- Pode se estender por vários metros quando encontra apoio.\n\nDescrição botânica (simples)\n- Caule: fino, flexível, verde, liso ou com poucos pelos, que se enrosca ao redor de suportes.\n- Folhas: geralmente com base em formato de coração (cordiforme) e frequentemente divididas em três lobos, o que explica o nome “ternifolia” (três lobos/folhas). Tamanho pequeno a médio, com pecíolo fino.\n- Flores: em forma de funil, diurnas, normalmente rosadas a magenta (às vezes arroxeadas), com centro mais claro. Menores que as das “glórias‑da‑manhã” ornamentais comuns; em geral medem poucos centímetros de diâmetro e aparecem em pequenos grupos nas axilas das folhas.\n- Frutos e sementes: cápsulas secas que se abrem liberando poucas sementes (geralmente até 4), escuras. A planta produz muitas sementes ao longo do ciclo.\n\nFenologia\n- Floresce e frutifica principalmente em períodos quentes e chuvosos. Em clima tropical pode florescer por boa parte do ano.\n- As flores se abrem pela manhã e tendem a murchar ao longo do dia.\n\nEcologia e interações\n- Polinização por abelhas e borboletas que visitam as flores durante a manhã.\n- As sementes são dispersas por gravidade, água e movimentação do solo (máquinas, colheita, etc.).\n- Como trepadeira vigorosa, pode cobrir outras plantas se não for manejada.\n\nHabitat e distribuição\n- Ocorre principalmente do México e América Central, com registros em partes da América do Norte (sul dos EUA) e do norte da América do Sul. Em áreas tropicais e subtropicais aparece em beiras de estradas, terrenos baldios, margens de lavouras e outros ambientes perturbados e ensolarados.\n- Observação: no Brasil o nome “corda‑de‑viola” é usado para várias Ipomoea (como I. triloba, I. purpurea, I. nil). A identificação correta exige olhar detalhes das folhas, tamanho da flor e sépalas.\n\nComo reconhecer e diferenciar de parecidas\n- Ipomoea ternifolia: folhas frequentemente trilobadas, flores menores rosadas/magenta em funil, em pequenos conjuntos; trepadeira mais delicada.\n- Ipomoea purpurea: flores maiores (geralmente 4–6 cm ou mais), com grande variação de cores; folhas inteiras, grandes, em forma de coração.\n- Ipomoea triloba: também com folhas trilobadas, mas costuma ter flores ainda menores; pode ser facilmente confundida com I. ternifolia. A separação segura costuma exigir comparação de sépalas e outras partes florais.\n\nUso e manejo\n- Uso ornamental ocasional, pela florada abundante e fácil germinação, mas é menos cultivada que outras “glórias‑da‑manhã”.\n- Pode se comportar como planta daninha em lavouras e jardins, especialmente por subir em culturas e cercas.\n- Manejo: arranque manual antes de formar sementes; cobertura do solo (mulching) para reduzir emergência; em áreas agrícolas, roçadas frequentes e, quando apropriado, herbicidas seletivos recomendados por assistência técnica local.\n\nCuidados de cultivo (se desejada no jardim)\n- Luz: pleno sol.\n- Solo: bem drenado; tolera solos pobres, mas responde bem a matéria orgânica.\n- Água: regas regulares no estabelecimento; depois tolera algum período de seca.\n- Condução: oferecer suporte para enroscar (grades, cercas). Controle o crescimento para evitar que cubra outras plantas.\n\nToxicidade e segurança\n- Como em várias Ipomoea, as sementes podem conter alcaloides; não é recomendada a ingestão por pessoas ou animais.\n- Manuseio comum não apresenta riscos relevantes, mas use luvas se a pele for sensível.\n\nEstado de conservação\n- Não é considerada ameaçada; é comum em ambientes abertos e perturbados.\n\nObservação final\n- Por haver muita variação entre espécies chamadas de “corda‑de‑viola”, a confirmação da identificação deve considerar material florido e, se possível, consulta a floras regionais ou a um herbário.","Aqui vai um guia prático para plantar e cuidar da corda-de-viola (Ipomoea ternifolia), uma trepadeira anual ou perene de vida curta, sensível a frio e de crescimento rápido.\n\nVisão geral\n- Hábito: trepadeira volúvel; precisa de suporte (tutor, cerca, treliça).\n- Luz: pleno sol (6–8 h/dia). Em meia-sombra floresce menos.\n- Clima: prefere quente a ameno (20–35 °C); não tolera geada. Em clima sem geadas pode rebrotar.\n- Solo: bem drenado, leve, de média fertilidade; pH 6,0–7,5. Tolera solos pobres se houver boa drenagem.\n\nPlantio a partir de sementes\n- Época:\n  - Regiões com inverno definido: plante na primavera, após o risco de frio.\n  - Regiões tropicais: no início das chuvas.\n- Preparo da semente: a casca é dura. Escarifique levemente (lixar de leve ou fazer um micro-corte superficial) e deixe de molho em água por 8–24 h para acelerar a germinação.\n- Semeio: 0,5–1 cm de profundidade, 2–3 sementes por cova; depois desbaste para 1 planta.\n- Espaçamento: 30–45 cm entre plantas na linha; linhas a 60–90 cm se fizer fileiras.\n- Temperatura de germinação: 20–30 °C; emergência em 5–21 dias.\n\nPropagação por estacas (opcional)\n- Use ponteiros macios de 10–15 cm, retire folhas de baixo e coloque em água ou substrato úmido e bem drenado.\n- Enraíza em 1–3 semanas com calor e luz indireta.\n\nRega\n- Mantenha o substrato úmido nas primeiras semanas.\n- Depois de estabelecida, regue profundamente 1–2 vezes/semana, deixando secar 2–3 cm da superfície entre regas. Evite encharcar (risco de podridão de raiz).\n\nAdubação\n- No plantio: incorpore composto bem curtido. Em vasos, use substrato com 20–30% de composto.\n- Manutenção: adube levemente a cada 4–6 semanas com adubo balanceado de liberação lenta ou chá/composto, evitando excesso de nitrogênio (muito N dá muita folha e pouca flor).\n- Se necessário, complemente com fósforo e potássio para estimular floração.\n\nCondução, suportes e poda\n- Forneça algo para a planta se enrolar (telas, arames, barbantes). Direcione os ramos jovens ao suporte.\n- Faça despontes leves para estimular ramificações e conter o tamanho.\n- Remova flores e cápsulas secas se quiser reduzir a auto-semeadura.\n\nCultivo em vasos\n- Vaso de 5–10 L (ou maior), com ótima drenagem.\n- Regas mais frequentes que no solo; evite prato com água.\n- Instale estaca/treliça no próprio vaso.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: pulgões, mosca-branca, ácaros, lagartas. Controle com jato d’água, óleo de neem, sabão potássico ou coleta manual; favoreça joaninhas e outros inimigos naturais.\n- Doenças: míldio/pólen (oídio), ferrugem e podridão de raiz em excesso de umidade. Garanta boa circulação de ar, evite molhar folhas à noite e não encharque.\n\nCiclo e manutenção\n- Cresce e floresce rápido, muitas vezes 8–12 semanas após o plantio.\n- Em regiões sem frio forte pode comportar-se como perene curta; em áreas com frio é anual.\n- Atrai polinizadores. Faça cobertura morta (mulching) para reter umidade e suprimir ervas daninhas.\n\nCautelas importantes\n- Potencial de escape: como outras cordas-de-viola, pode se auto-semeiar e tornar-se daninha. Retire cápsulas de sementes antes de secarem e verifique normas locais sobre espécies potencialmente invasoras.\n- Toxicidade: sementes e outras partes podem ser tóxicas para pessoas e animais (especialmente pets e equinos). Não ingerir; mantenha fora do alcance de crianças e animais.\n\nCalendário rápido (Brasil, ajuste conforme seu microclima)\n- Sul/Sudeste/Centro-Oeste: semear de setembro a novembro; floração primaveril–verão.\n- Nordeste/Norte: semear no início das chuvas; pode florescer praticamente o ano todo em áreas sem estiagens severas.\n\nSe você disser sua cidade/região e se pretende cultivar em vaso ou no chão, posso ajustar o espaçamento, frequência de rega e época de plantio com mais precisão.","Corda-de-viola (Ipomoea ternifolia): trepadeira charmosa de flores em trompete rosadas, que abre ao sol e enfeita cercas, atraindo abelhas e beija-flores.","/uploads/species_cover/ipomoea-ternifolia.webp",[],[],[],1786829053188]