[{"data":1,"prerenderedAt":64},["ShallowReactive",2],{"eulophia-graminea":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":56,"description":57,"planting_instructions":58,"short_description":59,"cover":60,"comments":61,"conversations":62,"plantDiscovers":63},"69f5d57cc2c1ae002274e84b",[],[],[],[],[],"5312157","Eulophia graminea Lindl.","Eulophia graminea",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605057166/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605745387/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605468431/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608415946/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828486/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828488/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828490/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828521/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828519/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828517/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610828540/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608366019/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/617318591/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608914576/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610795124/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610795122/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610795119/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610682287/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610682288/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610682280/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607021173/original.jpg","eulophia-graminea","Nome científico: Eulophia graminea (família Orchidaceae)\nNome comum: sem nome popular amplamente reconhecido (às vezes chamada informalmente de “orquídea de folhas gramíneas”)\n\nDescrição geral\n- Tipo de planta: orquídea terrestre, possui tubérculos sob o solo (raízes engrosadas) que armazenam nutrientes.\n- Porte: planta herbácea de pequeno a médio porte; a altura da inflorescência costuma ficar entre 30 cm e 70 cm, dependendo das condições.\n\nFolhas e raízes\n- Folhas: geralmente 1 a 3 folhas basais, longas e estreitas, em formato linear a lanceolado, lembrando folhas de gramínea — daí o epíteto “graminea”. As folhas podem medir de 10 a 40 cm de comprimento e são relativamente rígidas.\n- Raízes/tubérculos: tem tubérculos ou pseudobulbos subterrâneos fusiformes a ovóides que permitem sobreviver a períodos secos.\n\nFlores\n- Inflorescência: racemo ereto com várias flores ao longo do eixo.\n- Flores: pequenas a médias (cada flor cerca de 2–3 cm), normalmente em tons de amarelo-esverdeado com manchas, listas ou manchas vermelho-escuro/marrons no labelo (lábio) ou nas pétalas/sepais. O labelo é trilobado e pode apresentar um padrão mais intenso de cor.\n- Número de flores: pode variar, várias flores abertas ao longo do eixo floral.\n- Aroma: geralmente pouco marcante; algumas populações podem ter leve perfume, outras são quase inodoras.\n\nHabitat e distribuição\n- Área nativa: espécies do sul e sudeste da Ásia (inclui Índia, Sudeste Asiático), ocorrendo em ambientes tropicais e subtropicais.\n- Habitat: prefere áreas abertas ou ligeiramente sombreadas, como margens de florestas, campos, capoeiras, pastagens e locais perturbados (bordas de trilhas, caminhos). Cresce em solos bem drenados, muitas vezes arenosos ou pedregosos.\n- Naturalização: foi registrada fora de sua área nativa em alguns locais; em certos países pode se comportar como espécie naturalizada ou até invasora localmente.\n\nBiologia e ecologia\n- Estratégia de vida: período de crescimento ativo durante estação chuvosa; em épocas secas reduz a parte aérea e sobrevive pelos tubérculos.\n- Polinização: polinizada por insetos (abelhas, vespas e outros polinizadores), embora detalhes específicos possam variar entre populações. Como outras orquídeas terrestres, pode depender de interações específicas com fungos micorrízicos para germinação das sementes.\n- Dispersão: sementes muito pequenas dispersas pelo vento; estabelecimento depende de presença de micorrizas adequadas.\n\nFloração\n- Época: varia conforme a região; em áreas tropicais costuma florescer na estação chuvosa ou no final da primavera/início do verão local. A floração de uma planta pode durar dias a semanas, com flores abrindo progressivamente.\n\nCultivo (informações práticas)\n- Substrato: solo bem drenado, mistura com areia/terra vegetal/composto em proporções que evitem encharcamento.\n- Luminosidade: meia-sombra a sol pleno moderado; evita-se sol forte e direto por longos períodos em climas muito quentes.\n- Rega: manter úmido na fase de crescimento; reduzir a rega na dormência (quando a parte aérea murcha).\n- Temperatura: prefere clima quente a subtropical; sensível a geadas.\n- Propagação: por divisão de tubérculos/pseudobulbos no período de dormência; também por sementes, mas a germinação exige cultura em meio asséptico e/ou associação com fungos micorrízicos — técnica usada em laboratórios e viveiros especializados.\n- Adubação: adubos equilibrados, aplicados moderadamente durante o crescimento ativo.\n\nUsos e observações\n- Uso ornamental: pode ser cultivada como planta ornamental pelo aspecto das inflorescências, embora não seja tão popular quanto orquídeas epífitas vistosas.\n- Uso tradicional: em algumas regiões há relatos de uso em medicina tradicional, mas esses usos são locais e variam muito; não há amplo respaldo farmacológico conhecido.\n- Conservação e impacto: em sua área nativa geralmente não é considerada ameaçada e pode ser relativamente comum em habitats abertos. Em áreas fora da sua distribuição natural, pode naturalizar-se e, em alguns casos, comportar-se como espécie invasora local — por isso é importante monitorar populações introduzidas.\n\nObservação final\nEulophia graminea é uma orquídea terrestre discreta, com folhas que lembram gramíneas e inflorescências com flores amareladas manchadas. É de fácil adaptação a ambientes abertos e pode ser encontrada tanto em locais relativamente intactos quanto em áreas perturbadas.","Abaixo está um guia prático para plantar e cuidar de Eulophia graminea (espécie sem nome popular informado). É uma orquídea terrestre que costuma crescer em solos bem drenados e em locais abertos ou de meia-sombra; adapte as recomendações à sua região e às condições locais.\n\nCaracterísticas gerais\n- Tipo: orquídea terrestre (cresce a partir de estruturas subterrâneas/tuberosas/pseudobulbos).\n- Habitat natural: terrenos gramíneos, clareiras e áreas perturbadas; tolera solos mais magros e períodos secos sazonais.\n- Observação: em algumas regiões esta espécie pode se comportar como planta espontânea/invasora — verifique normas locais antes de introduzir ao ambiente natural.\n\nSubstrato e vaso\n- Substrato ideal: mistura solta e bem drenante, por exemplo:\n  - 40% mistura de terra fértil/terra vegetal leve,\n  - 30% perlita ou areia grossa para drenagem,\n  - 20% fibra de coco ou húmus de casca,\n  - 10% composto orgânico bem decomposto ou folha seca triturada.\n- Alternativa: substrato para orquídeas terrestres comercial ou mistura de terra + areia + fibra de coco.\n- Vaso: raso e relativamente largo (raízes são mais horizontais). Garanta furos de drenagem.\n\nPlantio\n1. Escolha um vaso limpo. Coloque uma camada de substrato no fundo.\n2. Posicione o tubérculo/pseudobulbo de modo que fique à superfície ou levemente coberto (1–2 cm de substrato acima). Não enterre muito profundamente.\n3. Complete ao redor, firme levemente sem compactar.\n4. Rega inicial: umedecer bem para assentar o substrato, depois permitir leve secagem superficial conforme especificado abaixo.\n\nIluminação\n- Luz: pleno sol a meia-sombra; em climas quentes prefira sol da manhã e sombra à tarde. Em locais muito quentes, evitar sol forte do meio-dia para não queimar folhas.\n- Florescimento costuma ser melhor com boa luminosidade.\n\nRegas\n- Mantém-se úmido durante a temporada de crescimento (regas regulares, evitando encharcar).\n- Drene bem após a rega; não deixe água parada.\n- Durante período de dormência ou repouso (quando parte aérea seca), reduzir regas até novo brotamento.\n- Em geral: regar mais frequentemente em clima quente/húmido; reduzir no frio/seco.\n\nTemperatura e umidade\n- Temperatura ideal: 15–30 °C. Evitar geadas; não tolera frio intenso.\n- Umidade relativa: moderada a alta (50–70%) ajuda, mas a boa ventilação é importante para prevenir fungos.\n\nAdubação\n- Adubar durante crescimento ativo: fertilizante equilibrado para orquídeas ou NPK 20-20-20 diluído a 1/4–1/2 da dose indicada, a cada 7–14 dias.\n- Alternar com fertilizante rico em potássio próximo ao florescimento pode ajudar a formar flores.\n- Suspender ou reduzir significativamente a adubação na dormência.\n\nRepotagem e divisão\n- Repotar a cada 2–3 anos ou quando o vaso estiver lotado / substrato degradado.\n- Melhor fazer logo no início do novo crescimento.\n- Propagação por divisão: separar os pseudobulbos/tubérculos saudáveis, cada divisão com pelo menos 1–2 brotos. Fazer cortes limpos e secar levemente antes de plantar para reduzir risco de apodrecimento.\n\nFlor e poda\n- Remova flores e hastes florais secas para conservar energia da planta.\n- Se houver partes murchas ou doentes, corte em tecido limpo e desinfetado.\n\nPragas e doenças\n- Possíveis pragas: caracóis/lesmas, cochonilhas, pulgões, ácaros. Tratar com remoção manual, sabão inseticida ou produtos específicos para orquídeas.\n- Doenças: podridões por excesso de água e fungos; evite encharcamento e melhore a ventilação. Fungicidas específicos conforme necessidade.\n- Evite plantar perto de plantas doentes; isole novas aquisições por algumas semanas.\n\nCuidados especiais / dicas práticas\n- Boa drenagem é o fator mais importante — substrato encharcado causa apodrecimento dos tubérculos.\n- Observe o ciclo vegetativo local: muitos Eulophia têm período ativo na estação chuvosa e repouso na seca — adapte regas.\n- Etiquetar com data de plantio/propagação ajuda no manejo.\n- Se pretende cultivar ao ar livre, prefira locais onde não haja risco de a espécie tornar-se invasora — checar legislação ambiental local.\n\nSe quiser, posso:\n- Sugerir uma receita de substrato ajustada ao clima da sua região;\n- Ajudar a identificar sinais de dormência vs. doença;\n- Orientar no tratamento de uma praga específica (se tiver fotos, melhor).","Eulophia graminea — orquídea terrestre de folhas finas e flores pequenas, tímida porém resistente, pronta pra encantar caçadores de plantas!","/uploads/species_cover/eulophia-graminea.webp",[],[],[],1786829058544]