[{"data":1,"prerenderedAt":61},["ShallowReactive",2],{"dombeya-quinqueseta":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":52,"slug":53,"description":54,"planting_instructions":55,"short_description":56,"cover":57,"comments":58,"conversations":59,"plantDiscovers":60},"68d93df09707530022cdb5c5",[],[],[],[],[],"5546855","Dombeya quinqueseta (Delile) Exell","dombéia",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/114022386/original.jpeg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/114022396/original.jpeg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/114022421/original.jpeg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/114022439/original.jpeg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292706/original.jpeg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292724/original.jpeg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292747/original.jpeg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292773/original.jpeg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292796/original.jpeg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292816/original.jpeg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/59292834/original.jpeg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523598/original.jpeg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523607/original.jpeg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523610/original.jpeg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523612/original.jpeg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523615/original.jpeg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523617/original.jpeg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523619/original.jpeg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/5523627/original.jpeg","Dombeya quinqueseta","dombeya-quinqueseta","Dombéia (Dombeya quinqueseta)\n\n- O que é: Arbusto grande ou arvoreta da família Malvaceae (antigamente Sterculiaceae), nativa do leste e do sul da África. É cultivada pelo visual exuberante de suas flores rosadas.\n\n- Porte e forma:\n  - Altura: em geral 3–8 m; pode chegar a 10–12 m em locais favoráveis.\n  - Copa arredondada a ampla; pode ter um ou vários troncos.\n  - Crescimento de moderado a rápido.\n\n- Folhas (como reconhecer):\n  - Grandes, macias ao toque, com leve aspecto aveludado (pelos finos, especialmente no verso).\n  - Formato redondo a em forma de coração, às vezes com 5 lobos pouco marcados.\n  - Cinco nervuras principais partem da base da folha (característica que dá o nome “quinqueseta” = cinco cerdas/veias).\n  - Margens serrilhadas; pecíolos longos.\n\n- Flores e frutos:\n  - Inflorescências em cachos densos e pendentes.\n  - Flores com 5 pétalas arredondadas, de rosa-claro a rosa vivo (podem clarear com a idade); centro com estames amarelos.\n  - Levemente perfumadas e muito atrativas para abelhas e borboletas.\n  - Fruto seco (cápsula) envolto pelo cálice persistente; sementes pequenas.\n\n- Época de floração:\n  - Em regiões subtropicais do hemisfério sul, costuma florescer do fim do inverno à primavera, podendo se estender para o verão conforme o clima.\n  - Em clima tropical, pode florescer por um período mais longo no ano.\n\n- Habitat e distribuição:\n  - Bordas e clareiras de florestas úmidas, vales, encostas, margens de rios e matas costeiras.\n  - Ocorre do leste ao sul da África (por exemplo, Quênia, Tanzânia, Moçambique, Zimbábue, Eswatini e nordeste da África do Sul), do nível do mar a altitudes médias.\n\n- Ecologia:\n  - Fornece néctar para polinizadores (abelhas, borboletas e outros insetos).\n  - Serve de abrigo e sombra para a fauna em ambientes de borda de floresta.\n\n- Usos:\n  - Ornamental de destaque em jardins, parques e áreas verdes por causa da floração rosa em cachos.\n  - Boa para atrair polinizadores e criar pontos de sombra leve.\n  - Em algumas regiões, a madeira leve e a casca fibrosa têm usos locais artesanais (varia conforme a comunidade).\n\n- Cultivo (manejo simples):\n  - Luz: pleno sol a meia-sombra; floresce melhor com boa luminosidade.\n  - Solo: fértil, bem drenado, rico em matéria orgânica; pH levemente ácido a neutro.\n  - Água: regas regulares no primeiro ano; depois tolera curtos períodos de seca, mas responde bem à umidade moderada.\n  - Clima: tropical a subtropical. Sensível a geadas fortes; geadas leves e passageiras podem queimar folhas, mas a planta se recupera.\n  - Adubação: matéria orgânica anual e adubo equilibrado no fim do inverno/início da primavera.\n  - Poda: após a floração, para manter forma e estimular brotações. Evite podas drásticas fora desse período.\n\n- Propagação:\n  - Sementes: semeadura superficial em substrato leve; germinam em 2–6 semanas com calor e luz difusa.\n  - Estacas: ramos semi-lenhosos após a floração; usar hormônio enraizador melhora o pegamento.\n  - Alporquia também funciona em plantas-matrizes vigorosas.\n\n- Problemas e cuidados:\n  - Pode sofrer com cochonilhas e pulgões; promova ventilação, faça inspeções e use manejo integrado (óleo mineral/neem, predadores naturais).\n  - Em umidade alta e pouca circulação de ar, pode aparecer oídio (pó branco nas folhas); melhore aeração e evite molhar a folhagem à noite.\n  - Os pelinhos das folhas podem causar leve irritação em pessoas sensíveis; use luvas ao podar.\n\n- Semelhanças com outras dombéias:\n  - Dombeya wallichii tem cachos muito grandes e pendentes, com flores maiores e mais “hidranjea-like”.\n  - Dombeya rotundifolia tem flores brancas e costuma perder mais as folhas na estação seca.\n  - Dombeya burgessiae também é rosada, mas as folhas tendem a ser menos lobadas; em D. quinqueseta as 5 nervuras de base são bem marcantes.\n\n- Conservação e status:\n  - Considerada comum em boa parte da área nativa, mas habitats locais podem estar sob pressão por desmatamento. Em cultivo, evite descarte de sementes e mudas em áreas naturais fora da distribuição nativa.\n\nResumo prático: dombéia (Dombeya quinqueseta) é uma arvoreta africana de folhas macias e grandes, com cachos de flores rosadas muito vistosas do fim do inverno à primavera. Gosta de sol, solo fértil e boa drenagem, é relativamente fácil de cuidar e excelente para atrair polinizadores e dar um ar tropical ao jardim.","Guia de plantio e cuidados — Dombéia (Dombeya quinqueseta)\n\nResumo da espécie\n- Hábito: arbusto grande/pequena árvore da família Malvaceae.\n- Porte: 3–7 m de altura e 3–6 m de diâmetro, crescimento rápido.\n- Folhagem: folhas grandes, cordiformes a lobadas, textura macia; semi‑decídua em clima subtropical.\n- Flores: cachos pendentes, do rosa‑claro ao rosa vivo (podendo tender ao branco em alguns cultivares), geralmente perfumadas. Floração do fim do inverno à primavera (pode antecipar em climas mais quentes/estação seca).\n- Uso: isolada como “ponto focal”, renques, maciços; muito atrativa para abelhas e borboletas.\n\nAmbiente e clima\n- Clima: tropical a subtropical. Ideal entre 18–30°C.\n- Frio: tolera frio leve; geadas moderadas danificam. Indicação aproximada: USDA 9b–11. No Sul do Brasil, proteger de geadas.\n- Vento: folhas rasgam com ventos fortes; prefira locais abrigados.\n- Salinidade: baixa a moderada tolerância a maresia.\n\nLuz\n- Sol pleno é o ideal (4–6+ horas/dia) para máxima floração.\n- Meia‑sombra é tolerada, mas reduz a quantidade de flores.\n\nSolo\n- Bem drenado, fértil, com matéria orgânica. Textura franco‑arenosa a franca.\n- pH levemente ácido a neutro (aprox. 6,0–7,2).\n- Evitar encharcamento; raízes são sensíveis à falta de oxigênio.\n\nPlantio\n- Época: início da estação chuvosa (ou primavera, onde há irrigação).\n- Cova: 2× o diâmetro do torrão. Misture ao solo retirado composto bem curtido e, se necessário, corretivo para pH.\n- Espaçamento: 3–5 m entre plantas/estruturas.\n- Cobertura morta (5–8 cm) após o plantio para reter umidade e suprimir ervas.\n\nRega\n- Estabelecimento (primeiros 3–6 meses): manter o solo uniformemente úmido, regando 2–3×/semana conforme clima e solo.\n- Após estabelecida: moderadamente tolerante à seca; regas semanais na estiagem prolongada. Evite encharcar.\n\nAdubação\n- Orgânica: 2–4 L de composto/m² no fim do inverno/início da primavera.\n- Mineral: 1–2 adubações/ano com NPK equilibrado (ex.: 10‑10‑10) ou fórmula para floríferas com menos N. Evite excesso de nitrogênio para não “forçar” só folha.\n- Micronutrientes: clorose em solos calcários pode exigir quelatos de Fe/Mn.\n\nPoda\n- Momento: logo após a floração.\n- Como: redução leve (20–30%) dos ramos para estimular nova brotação e manter porte; elimine ramos secos, cruzados ou doentes.\n- Condução: retirar brotações basais se quiser forma de árvore; tutoramento nos primeiros anos em locais ventosos.\n\nPropagação\n- Estacas semilenhosas: 10–15 cm, 2–3 nós, base em hormônio enraizador (AIB), substrato leve e úmido; enraiza em 6–8 semanas sob umidade alta.\n- Sementes: semear superficialmente em substrato bem drenado; manter 20–25°C e umidade constante; germinação em 3–6 semanas. Sementes frescas costumam ter melhor pegamento.\n- Alporquia: funciona bem para cópias fiéis de plantas selecionadas.\n\nPragas e doenças\n- Pragas: cochonilhas, pulgões, mosca‑branca e ácaros; podem causar fumagina.\n- Doenças: manchas foliares em tempo úmido; podridão de raízes em solo encharcado.\n- Manejo: boa ventilação, evitar excesso de N, jato d’água para pragas leves, óleo de neem ou sabão inseticida; fungicidas apenas se necessário.\n\nProblemas comuns e correções\n- Não floresce: luz insuficiente, poda na época errada, excesso de nitrogênio ou planta ainda jovem.\n- Folhas amareladas: drenagem ruim, pH alto/deficiência de Fe, ou rega irregular.\n- Bordas queimadas/murcha: solo secando demais com vento/sol forte; aumente cobertura morta e profundidade de rega.\n\nCultivo em vaso\n- Possível enquanto jovem em recipientes grandes (≥60 L), com substrato drenante (ex.: 50% composto, 30% fibra/perlita, 20% areia). Exige podas de contenção e replantio a cada 1–2 anos. A longo prazo, prefere o solo.\n\nCalendário básico (Sudeste/Sul, ajustar ao seu clima)\n- Fim do inverno/início da primavera: adubar, podar após floração, transplantes.\n- Primavera/verão: crescimento ativo; regas e monitoramento de pragas.\n- Outono: reduzir adubação nitrogenada; manter cobertura morta.\n- Inverno: proteger de geadas; floração em muitas regiões.\n\nObservações\n- Longevidade: média (15–30 anos).\n- Queda de flores pode sujar pisos; plante longe de áreas onde isso seja problema.\n- Não há relatos amplos de alta toxicidade, mas evite uso medicinal/culinário sem confirmação especializada.\n\nCom esses cuidados, a Dombeya quinqueseta tende a florescer com vigor e formar uma bela copa, sendo destaque no jardim principalmente no fim do inverno.","Dombéia (Dombeya quinqueseta): africana charmosa, folhas com 5 lóbulos e cachos de flores perfumadas que atraem abelhas. Um show no jardim!","/uploads/species_cover/dombeya-quinqueseta.webp",[],[],[],1786829056213]