[{"data":1,"prerenderedAt":188},["ShallowReactive",2],{"datura-stramonium":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":40,"slug":41,"description":42,"planting_instructions":43,"short_description":44,"cover":45,"comments":46,"conversations":47,"plantDiscovers":48},"68aed5adbf1f92002184c48c",[],[],[],[],[],"2928751","Datura stramonium L.","Castanheiro-do-diabo",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604517015/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604517030/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604517055/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604849682/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605463276/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604826983/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605304656/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605065582/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605668244/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605668268/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605326203/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604870295/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604467022/original.jpg","Datura stramonium","datura-stramonium","Castanheiro-do-diabo (Datura stramonium)\n\nO que é\n- É uma planta herbácea anual ou bianual da família Solanaceae, conhecida popularmente como \"estramônio\", \"meimendro\", além de \"castanheiro-do-diabo\". Tem fama antiga por seus efeitos tóxicos e psicoativos.\n\nComo é (descrição física)\n- Porte: geralmente cresce entre 30 cm e 1,5 m.\n- Folhas: grandes, alternas, com margens levemente irregulares e superfície áspera; cheiro característico quando amassadas.\n- Flores: grandes, em forma de trombeta com cinco lobos, normalmente brancas, creme ou roxas pálidas; abrem de dia ou à noite dependendo da população.\n- Fruto: cápsula espinhosa ou com protuberâncias (parece uma pequena caixa com divisões) que quando madura abre e libera muitas sementes castanhas/amareladas.\n- Sementes: pequenas e numerosas, altamente resistentes no solo.\n\nOnde vive e distribuição\n- É originária das Américas, mas hoje é pantropical por ter se espalhado com atividades humanas.\n- Cresce em solos perturbados: margens de estrada, terrenos baldios, hortas, quintais, campos e áreas urbanas.\n- Tolera solos pobres e clima temperado a tropical.\n\nEcologia\n- Flores atraem polinizadores como mariposas noturnas (em populações de flores noturnas) e também abelhas.\n- Sementes persistem no banco de sementes do solo, tornando a planta difícil de erradicar totalmente.\n\nToxicidade (muito importante)\n- Toda a planta é tóxica: folhas, sementes, flores e raízes contêm alcaloides tropânicos — principalmente atropina, escopolamina (hioscina) e hiosciamina.\n- Esses compostos afetam o sistema nervoso autônomo e podem provocar desde confusão e alucinações até taquicardia, febre, dilatação das pupilas, boca seca, retenção urinária, convulsões e coma. Em casos graves pode causar morte, especialmente em crianças e animais.\n- Não usar para \"remédios caseiros\" nem para experiências recreativas. Doses pequenas podem ser perigosas; efeitos são imprevisíveis.\n\nSintomas de intoxicação\n- Boca e pele secas, sede intensa\n- Pupilas dilatadas (vista turva)\n- Confusão, desorientação, alucinações, fala arrastada\n- Taquicardia (batimento acelerado), palpitações\n- Febre, sensação de calor, pele vermelha\n- Náuseas, vômitos (às vezes)\n- Dificuldade para urinar, convulsões, perda de consciência em casos graves\n\nPrimeiros socorros (ações gerais)\n- Procurar atendimento médico de emergência imediatamente.\n- Levar, se possível, parte da planta ou amostra para identificação.\n- Não administrar remédios sem orientação; não induzir vômito a menos que indicado por profissional de saúde ou centro de intoxicação.\n- Contatar centro de intoxicações local para orientação imediata.\n\nUsos tradicionais e riscos\n- Historicamente foi usada em rituais, como alucinógeno e em medicina popular para espasmos, dor e asma; porém isso é perigoso devido à estreita margem entre dose terapêutica e dose tóxica.\n- Alguns compostos isolados (p.ex. escopolamina) têm uso farmacêutico controlado; porém o uso da planta inteira é arriscado e não recomendado.\n\nCultivo e controle\n- Cresce facilmente a partir de sementes. É considerado praga em hortas e áreas agrícolas por competir com culturas.\n- Controle: arrancar antes da formação das cápsulas, que liberam muitas sementes; queimar ou descartar com cuidado as plantas removidas (usar luvas); evitar compostagem de material com sementes. Em grandes infestações, manejo integrado com herbicidas e capina pode ser necessário.\n\nPrecauções\n- Evitar contato e ingestão por crianças e animais domésticos.\n- Usar luvas ao manusear plantas para evitar contato com mucosas.\n- Não plantar em hortas ou locais frequentados por crianças.\n\nCuriosidades\n- O nome “castanheiro-do-diabo” vem da aparência da cápsula (que lembra uma castanha com espinhos) e das antigas crenças sobre seus efeitos.\n- Por causa dos efeitos psicoativos foi associado a práticas xamânicas e a lendas populares.\n\nSe precisar, posso ajudar a identificar a planta por fotos ou indicar o número do centro de intoxicação do seu país/estado.","Abaixo há um guia prático para plantar e cuidar do Castanheiro-do-diabo (Datura stramonium). Atenção: esta espécie é altamente tóxica — todas as partes da planta contêm alcaloides tropânicos (atropina, escopolamina, hiosciamina). Não consumir, não usar para fins medicinais caseiros e manusear sempre com proteção. Verifique também a legislação local antes de cultivar (em alguns locais é regulamentada).\n\nDescrição rápida\n- Família: Solanaceae.  \n- Tipo: anual/bienal vigorosa, 30–150 cm de altura (varia conforme condições).  \n- Folhas: grandes, alternas.  \n- Flores: em forma de trombeta, geralmente brancas a rosadas.  \n- Fruto: cápsula espinhosa (“castanha”) contendo muitas sementes pequenas, muito duráveis no solo.  \n- Habitat: prefere locais ensolarados em solos bem drenados; frequentemente aparece em áreas perturbadas.\n\nPlantio e propagação\n- Propagação: por sementes (método mais comum). Estaca/caule pode enraizar, mas não é habitual.  \n- Época de plantio: semear ao ar livre após risco de geada; em vasos/estufa, semear 6–8 semanas antes da última geada.  \n- Semeadura: sementes muito pequenas — semear ralas sobre o substrato e cobrir levemente (≈0,3–0,5 cm). Não enterrar profundamente.  \n- Temperatura de germinação: 20–25 °C; germinam em 7–21 dias.  \n- Densidade/entrelinha: espaçar plantas 30–60 cm, conforme a variedade e vigor.  \n- Transplante: endureça mudas antes de levar ao local definitivo.\n\nSolo e localização\n- Luz: pleno sol a meia-sombra leve; floresce melhor em sol pleno.  \n- Solo: prefere solo fértil, bem drenado; tolera solos médios a ricos. pH ideal 6,0–7,5.  \n- Drenagem: evitar encharcamento — solo encharcado favorece doenças radiculares.\n\nRega e fertilização\n- Rega: moderada. Regar regularmente durante estabelecimento e em períodos secos; uma vez estabelecida, tolera seca moderada. Evitar excesso de água.  \n- Adubação: aplicação inicial de composto/terra enriquecida. Se solo pobre, fertilizar com NPK balanceado (ex.: 10-10-10) durante a estação de crescimento, conforme instruções do produto. Evitar excesso de nitrogênio que cause muito crescimento vegetativo à custa de floração.\n\nCuidados gerais\n- Podas: retirar flores e frutos passados (deadhead) se não quiser sementes, o que reduz dispersão. Podar para controlar porte e promover ramificação, se desejado.  \n- Controle de sementes: as cápsulas contêm muitas sementes viáveis e podem criar banco de sementes persistente — remover e destruir cápsulas antes da maturação se não quiser reprodução.  \n- Manuseio: usar luvas e óculos de proteção ao podar ou colher; evitar contato com mucosas. Lavar mãos e roupas após contato.\n\nPragas e doenças\n- Pragas comuns: pulgões, lagartas, besouros e às vezes ácaros. Controle com inspeção regular, enxágue de folhas, inimigos naturais ou controles apropriados (usar produtos químicos com cuidado e só quando necessário).  \n- Doenças: pode sofrer de oídio, podridões radiculares em solos encharcados, manchas foliares — boa circulação de ar e evitar excesso de água reduzem problemas.\n\nToxicidade e segurança\n- Perigos: todas as partes da planta são venenosas — sementes e flores costumam ter alta concentração de alcaloides. Pode causar náusea, delírio, alucinações, taquicardia, convulsões e ser fatal em casos de ingestão. Animais domésticos também correm risco.  \n- Precauções: manter fora do alcance de crianças e animais; usar luvas e evitar tocar rosto/olhos; não queimar resíduos (a fumaça pode ser tóxica). Em caso de ingestão ou exposição significativa, procurar serviço de emergência e centro de intoxicações imediatamente.  \n- Descarte: não compostar material que contenha sementes; selar em sacos plásticos e descartar de acordo com normas locais — idealmente incinerado por serviço autorizado ou entregue a ponto de coleta de resíduos perigosos, conforme regulamentação.\n\nAspectos ambientais e legais\n- Potencial invasor: pode se tornar daninho em áreas agrícolas e em margens de estradas por formação de banco de sementes duradouro. Controle e eliminação das cápsulas é importante para evitar espalhamento.  \n- Legislação: em alguns países/estados, o cultivo ou posse pode ser restrito devido ao potencial de uso abusivo. Consulte a legislação local.\n\nColeta de sementes (somente para fins de estudo científico/controle)\n- Sempre com luvas e máscara; coletar cápsulas imaturas antes de abertura para evitar dispersão. Armazenar sementes em recipiente fechado e rotulado. Tratar sementes como material perigoso conforme normas locais.\n\nResumo rápido de cuidados\n- Local: sol pleno.  \n- Solo: fértil, bem drenado.  \n- Rega: moderada; tolera seca após estabelecida.  \n- Semeadura: superficial, 0,3–0,5 cm, 20–25 °C, 7–21 dias para germinar.  \n- Espaçamento: 30–60 cm.  \n- Controle: remover cápsulas para evitar proliferação; usar EPI ao manusear.  \n- Segurança: planta muito tóxica — não ingerir, proteger crianças e animais, verificar leis locais.\n\nSe quiser, eu posso: fornecer uma ficha técnica compacta para sua base de dados (com campos padrão: nome científico, sinônimos, família, habitat, cultivo, toxicidade, usos, status legal) ou adaptar instruções para cultivo em vaso, estufa ou controle de infestação. Qual formato prefere?","Castanheiro-do-diabo: planta de flores brancas e frutos espinhosos, linda e perigosa — tóxica e hipnótica, melhor admirar de longe!","/uploads/species_cover/datura-stramonium.webp",[],[],[49],{"_id":50,"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":40,"image":51,"user":52,"results":56,"createdAt":187},"68d0ffda4b75f0002344c40b","/uploads/images/plant-discover/image_picker_BF4256A1-5FBD-424D-AE61-E61F63305149-26576-0000040CEB04D8E2-1758527448431.jpg",{"_id":53,"name":54,"picture":55,"city":55,"uf":55},"67d5ee12fa8ebb00558bc025","Zé, SP",null,[57,72,89,103,121,138,146,162,171],{"gbif_id":10,"specie_name":12,"specie_canonical_name":40,"images":58,"score":71},[59,63,67],{"url":60,"thumbnail":61,"citation":62},"https://bs.plantnet.org/image/o/2e18118023f6b82560a38a2e0dfc9f71f19587a5","https://bs.plantnet.org/image/m/2e18118023f6b82560a38a2e0dfc9f71f19587a5","Norbert Potthoff / Pl@ntNet, 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