[{"data":1,"prerenderedAt":76},["ShallowReactive",2],{"dais-cotinifolia":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":68,"description":69,"planting_instructions":70,"short_description":71,"cover":72,"comments":73,"conversations":74,"plantDiscovers":75},"6a1c6263abdf780022a08373",[],[],[],[],[],"3570325","Dais cotinifolia L.","Dais cotinifolia",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62,64,66],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605142834/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605142960/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605143086/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605144244/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605144344/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605902358/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605902403/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605902439/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607664264/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607269303/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607738739/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607738741/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607738744/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609931318/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611675592/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611675635/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611675668/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611675703/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611675726/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611683740/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611683611/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612220388/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612220324/original.jpg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612220331/original.jpg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612220351/original.jpg",{"url":65},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612220308/original.jpg",{"url":67},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612220382/original.jpg","dais-cotinifolia","Dais cotinifolia — descrição simples e detalhada\n\nNome científico\n- Dais cotinifolia.\n\nNome popular\n- Não há registro de nome popular amplamente usado no Brasil para esta espécie. Em seu local de origem pode receber nomes comuns locais.\n\nOrigem e distribuição\n- É nativa do sul da África, ocorrendo principalmente em partes da África do Sul e vizinhança. É mais conhecida como planta ornamental fora de sua área nativa.\n\nHabitat natural\n- Cresce em encostas, bordas de matas e áreas rochosas com boa drenagem. Prefere locais com sol ou meia-sombra e costuma aparecer em altitudes variadas onde o clima não é extremamente frio.\n\nPorte e aspecto geral\n- É um arbusto ou pequeno arvoredo, de porte ereto, frequentemente com 2–5 m de altura quando adulto. Pode formar tufos densos de ramos.\n\nFolhas\n- Folhas simples, alternas/opostas (dependendo da descrição botânica), de formato elíptico a obovado, com margem inteira. As folhas lembram, em certa medida, as do gênero Cotinus — daí o epíteto “cotinifolia” (folhas como Cotinus). Superfície geralmente lisa e textura variável entre coriácea a levemente suculenta.\n\nFlores\n- Flores pequenas, reunidas em inflorescências numerosas e vistosas, formando grupos densos que tornam a planta ornamental quando em flor. As flores variam do branco ao rosa claro. A floração costuma ser abundante e pode atrair polinizadores, como insetos.\n\nFrutos e sementes\n- Produz frutos pequenos contendo sementes; o tipo exato do fruto (seca ou carnosa) varia segundo a família e a descrição botânica. As sementes servem para reprodução natural, embora a propagação por estacas seja comum em cultivo.\n\nFenologia\n- Floresce em época quente/primaveril a verão, dependendo do clima local. Após a floração veem-se os frutos e, em seguida, período de repouso vegetativo parcial ou manutenção de folhas, conforme a região.\n\nEcologia\n- As flores atraem insetos polinizadores. Como planta nativa de regiões com estações secas e chuvosas bem definidas, tende a tolerar períodos de seca moderada quando estabelecida.\n\nCultivo e manejo (informações práticas)\n- Luz: cresce bem em pleno sol a meia-sombra; para maior floração, prefira locais com bastante luz.\n- Solo: prefere solos bem drenados; adapta-se a solos leves a médios, não tolera encharcamento prolongado.\n- Rega: rega regular enquanto jovem; estabelecida, tolera alguma seca, mas responde bem a regas na estação de seca.\n- Temperatura: sensível a geadas fortes; adapta-se melhor a climas amenos e subtropicais.\n- Poda: aceita podas de formação e limpeza; a poda após a floração estimula brotação e manutenção de forma.\n- Fertilização: responde a adubações equilibradas na primavera para estimular crescimento e floração.\n- Propagação: feita por sementes e por estaquia (estacas semi-lenhosas), sendo esta última comum para reprodução fiel de exemplares ornamentais.\n\nUsos\n- Principal uso ornamental: plantada em jardins por sua floração vistosa e pela forma arbustiva que pode servir como elemento isolado, em grupos ou para formar cercas vivas baixas.\n- Também pode ser usada em programas de restauração em sua área nativa, quando adequado.\n\nPragas e doenças\n- Não há registros generalizados de pragas ou doenças graves específicos; problemas comuns podem incluir podridões de raiz em solos encharcados, ataques de afídeos ou cochonilhas em condições favoráveis a insetos. Manter boa drenagem e ventilação ajuda a prevenir problemas.\n\nConservação\n- Não é frequentemente citada como criticamente ameaçada; o status pode variar localmente. Em cultivo, não costuma ser problemática.\n\nObservações finais\n- O epíteto “cotinifolia” indica a semelhança das folhas com as do gênero Cotinus. Se pretende cultivar a espécie no Brasil, verifique condições climáticas locais e riscos de comportamento invasor em sua região; em geral, ela é usada como ornamental e não há ampla documentação sobre invasividade no Brasil.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Resumir esta ficha em uma entrada curta para banco de dados;\n- Dar recomendações de cultivo específicas para sua cidade/região;\n- Buscar sinônimos botânicos ou referências científicas sobre a espécie. Qual prefere?","Posso ajudar — abaixo vai um guia prático e geral para plantar e cuidar de Dais cotinifolia (espécie sem nome popular no Brasil). Se quiser, adapto as recomendações para seu clima/estado no Brasil — informe sua região.\n\nResumo da espécie\n- Planta originária do sul da África (espécie ornamental). Forma um arbusto ou pequena árvore (ordem de 2–6 m, dependendo do manejo).\n- Prefere clima ameno a quente; costuma ser pouco tolerante a geadas fortes.\n\nPlantio\n1. Local: escolha um local com sol pleno ou meia-sombra (pelo menos 4–6 horas de sol direto por dia para boa floração).\n2. Solo: solo bem drenado, fértil, textura de arenoso a franco-arenoso. pH entre levemente ácido e neutro é ideal. Evite locais encharcados.\n3. Buraco: cave um buraco 1,5–2 vezes maior que o torrão da muda. Afrouxe o solo ao redor para favorecer enraizamento.\n4. Enriquecimento: misture composto orgânico maduro ou substrato ao solo removido (aprox. 1 parte de composto para 3 partes de terra).\n5. Plantio: coloque a muda mantendo o colo ligeiramente acima do nível do solo, compacte levemente e regue bem para assentar o substrato.\n6. Cobertura: aplique 5–7 cm de cobertura orgânica (mulch) ao redor, mantendo 5–10 cm de distância do tronco.\n\nRega\n- Estabelecimento: regas regulares nas primeiras semanas até enraizamento (manter solo húmido, não encharcado).\n- Após estabelecida: moderada; tolera alguma seca, mas responde bem a regas regulares na estação seca para manter a folhagem e floração.\n- Atenção a encharcamento — raízes sensíveis a excesso de água.\n\nLuz e temperatura\n- Sol pleno a meia-sombra. Mais sol costuma aumentar a floração.\n- Prefere climas quentes/mornos; proteger de geadas/temperaturas muito baixas.\n\nAdubação\n- Adube na primavera com fertilizante equilibrado (ex.: N-P-K 10-10-10) ou composto orgânico. repetir leve adubação no verão se o vigor estiver fraco.\n- Não exagerar em nitrogênio para não estimular só crescimento vegetativo em detrimento das flores.\n\nPoda\n- Poda de formação e limpeza logo após a floração: remova ramos secos, doentes ou mal direcionados.\n- Pode ser podada para manter forma de arbusto ou moldear como pequena árvore.\n- Poda leve para estimular brotação; poda drástica só se necessário e feita em época apropriada (após florescer ou no fim do período de crescimento).\n\nPropagação\n- Pode ser propagada por sementes (germinam mais lentamente) ou por estacas semi-lenhosas/lenhosas (mais rápido e fiel à planta-mãe).\n- Estacas com enraizador e ambiente úmido favorecem sucesso.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente sem problemas maiores; observar:\n  - Pulgões, cochonilhas e afídeos — tratar com sabão inseticida, óleo mineral ou controle biológico.\n  - Doenças fúngicas de raízes em solos mal drenados — evitar encharcamento, melhorar drenagem.\n- Inspecione regularmente e remova material infestado.\n\nCuidados em vaso\n- Use vaso grande com boa drenagem e substrato leve. Replante quando a planta ficar envasada (a cada 2–3 anos).\n- Rega e adubação mais frequentes que em solo de jardim.\n\nObservações e cautelas\n- Informações sobre toxicidade ou nome popular no Brasil são escassas — consulte fontes locais antes de usar a planta em áreas de acesso por crianças/animais domésticos.\n- Antes de introduzir espécies exóticas, verifique se não há risco de invasividade em sua região.\n\nQuer que eu\n- adapte esse plano ao seu clima/estado do Brasil (por exemplo: SP, RJ, RS, MG, Nordeste)? \n- explique passo a passo o enraizamento por estacas ou tratamento de sementes?","Sem nome popular no Brasil (Dais cotinifolia): arbusto florido e exótico, cheio de flores vistosas — perfeito para alegrar jardins com charme!","/uploads/species_cover/dais-cotinifolia.webp",[],[],[],1786829054715]