[{"data":1,"prerenderedAt":61},["ShallowReactive",2],{"clitoria-guianensis":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":52,"slug":53,"description":54,"planting_instructions":55,"short_description":56,"cover":57,"comments":58,"conversations":59,"plantDiscovers":60},"697d3ae926ecba00229cd6ff",[],[],[],[],[],"2946701","Clitoria guianensis (Aubl.) Benth.","clitória",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620303491/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620303716/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/620303821/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653393735/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653393754/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653393503/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/653393492/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651891741/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/651891745/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655008766/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655009030/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655939815/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655939893/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655938921/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655938937/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655938945/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655938961/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/657520424/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/655939113/original.jpg","Clitoria guianensis","clitoria-guianensis","Clitória (Clitoria guianensis) — descrição simples e detalhada\n\n- Família: Fabaceae (leguminosa).\n- Tipo de planta: espécie lenhosa; em diferentes locais pode aparecer como arbusto vigoroso, liana/trepadeira ou pequena árvore. É mais comum em vegetação secundária e áreas abertas dentro de florestas tropicais.\n\nMorfologia (como identificar)\n- Folhas: compostas, alternas, com vários folíolos (folha pinada). Os folíolos são relativamente pequenos, brilhantes e de cor verde, dispostos ao longo de um pecíolo. \n- Flores: do tipo papilionáceo (formato típico das leguminosas), relativamente grandes e vistosas. A cor pode variar entre tons de branco, creme, azul-pálido até azul mais intenso, muitas vezes com uma marca amarelada no centro. Cada flor tem uma pétala maior (estandarte) e duas asas que envolvem as partes reprodutivas.\n- Frutos e sementes: o fruto é uma vagem típica de leguminosa. Quando madura abre-se (ou quebra) e libera sementes duras, geralmente arredondadas ou achatadas. As sementes costumam apresentar dormência de tegumento (casca dura), exigindo escarificação ou imersão em água quente para germinar com mais facilidade.\n- Porte: varia com o ambiente — pode formar touceiras, subir em suportes ou desenvolver um tronco curto quando em ambientes favoráveis.\n\nHabitat e distribuição\n- Ocorrência natural em regiões tropicais das Américas; é típica de áreas como bordas de mata, clareiras, capoeiras e terrenos perturbados. Tende a crescer bem em solos bem drenados e em locais com boa luminosidade, embora também apareça em matas mais sombreadas.\n- É adaptada a ambientes tropicais e subtropicais; a floração e frutificação seguem ciclos sazonais ligados às chuvas na região.\n\nEcologia\n- Por ser leguminosa, está associada à fixação biológica de nitrogênio (por meio de bactérias rizobianas), contribuindo para a fertilidade do solo em comunidades onde ocorre.\n- As flores atraem polinizadores como abelhas e borboletas, que visitam as pétalas vistosas em busca de néctar e pólen.\n- As vagens e sementes servem de alimento ocasional para animais e são dispersas por queda e contato com fauna; algumas vagens podem abrir-se explosivamente, lançando sementes ao redor.\n\nUsos e valor para seres humanos\n- Ornamental: flores atraentes tornam-na interessante para jardins e recuperação paisagística de áreas degradadas.\n- Recuperação de solo e enriquecimento: como leguminosa, é útil em enriquecimento de solos e restauração ecológica.\n- Em algumas regiões há relatos de usos tradicionais, mas é importante consultar fontes locais ou especialistas para uso medicinal — não é recomendável aplicar remédios caseiros sem orientação adequada.\n\nCultivo e propagação\n- Propagação mais comum: por sementes. Devido à casca dura, é recomendado escarificar mecanicamente ou por imersão em água quente antes do plantio para melhorar a germinação.\n- Também pode ser propagada por estaquia (mudas de ramos) em algumas condições.\n- Requer luz moderada a plena e solos com boa drenagem; tolera períodos secos moderados, mas tem melhor crescimento em estações chuvosas.\n\nFenologia\n- Floresce e frutifica segundo as estações locais (normalmente concentrado na época das chuvas em climas tropicais). A floração é o momento em que se destaca pelo colorido das pétalas.\n\nAmeaças e conservação\n- Não é geralmente citada como espécie criticamente ameaçada em grande escala, mas populações locais podem ser afetadas por desmatamento e perda de habitat. Conservação depende da proteção de áreas naturais e de práticas de restauração.\n\nEspécies parecidas (dicas para diferenciar)\n- Pode ser confundida com outras Clitoria (por exemplo, a mais conhecida Clitoria ternatea), mas geralmente difere pelo porte (C. ternatea é herbácea; C. guianensis tende a ser mais lenhosa) e pelas variações de cor e tamanho das flores. Observar porte da planta, tipo de folha (lenhosa vs. herbácea) e detalhe das flores ajuda na identificação.\n\nObservação final\n- A clitória é uma planta versátil e útil em projetos de restauração e jardins de clima tropical. Para uso medicinal ou alimentar, consulte literatura local ou profissionais, pois práticas tradicionais variam e nem sempre são seguras sem orientação.\n\nSe quiser, posso:\n- enviar fotos para ajudar na identificação;\n- listar diferenças detalhadas entre Clitoria guianensis e outras espécies do gênero;\n- indicar como preparar sementes (passo a passo) para germinação. Qual prefere?","Segue um guia prático, em português, para plantar e cuidar da clitória (Clitoria guianensis).\n\nBreve descrição\n- Leguminosa arbórea da região neotropical, de porte pequeno a médio (frequentemente 3–10 m dependendo do local), com flores vistosas (tons de azul/roxo) que atraem abelhas e outros polinizadores. Usada em arborização, restauração e enriquecimento de corredores verdes.\n\nCondições ideais\n- Clima: tropical a subtropical; cresce melhor em áreas sem geadas fortes.  \n- Luz: pleno sol a meia-sombra; floresce melhor em locais com boa insolação.  \n- Solo: bem drenado; tolera solos pobres e compactados, mas se desenvolve melhor em solos profundos, leves a médios, ligeiramente ácidos a neutros.  \n- Água: tolerante à seca quando estabelecida, mas juvenis precisam de rega regular.\n\nPropagação\n- Sementes (método mais comum): as vagens secas liberam sementes duras. Faça escarificação (lixar a superfície, furar com agulha ou cortar uma pontinha) ou tratar com água quente (colocar água quase fervente sobre as sementes e deixar esfriar/embebecer por 12–24 h) para quebrar dormência. Semear em substrato leve, 1–2 cm de profundidade, manter úmido e em local quente; germinação em dias a semanas. Transplantar quando tiver 4–6 folhas verdadeiras.  \n- Estacas: estacas semi-lenhosas podem enraizar com hormônio enraizador e alta umidade (mais usadas para clonagem de exemplares).\n\nPlantio - passo a passo\n1. Colete sementes de vagens maduras ou adquira mudas.  \n2. Prepare o local: remova plantas concorrentes, cave cova adequada (aprox. 3×3×3 dm para mudas), adicione composto se o solo for muito pobre.  \n3. Se usar semente, pretratar (escarificar/embebedar) e semear em canteiro ou em tubetes; para mudas, plantar na cova no nível do torrão.  \n4. Cobrir com terra solta, afagar e regar bem no plantio. Colocar cobertura morta (mulch) ao redor, sem tocar diretamente no tronco.\n\nCuidados rotineiros\n- Rega: regar regularmente nos primeiros 1–2 anos para garantir enraizamento; reduzir gradualmente. Após estabelecida, regas só em longos períodos secos.  \n- Adubação: em plantio, incorporar matéria orgânica. Adubações anuais leves com NPK equilibrado favorecem crescimento; por ser leguminosa, tende a fixar nitrogênio, então doses altas de N não costumam ser necessárias. Se houver nódulos de rizóbio no solo, isso melhora a fixação.  \n- Poda: podar para formar copa, remover galhos secos/doentes e controlar altura quando jovem; podas de limpeza podem ser feitas após a floração.  \n- Cobertura do solo: mulch ajuda a conservar umidade, controlar ervas daninhas e melhorar solo.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente de baixa ocorrência, mas podem atacar: pulgões, cochonilhas, ácaros, lagartas e brocas em madeira em casos isolados. Manter boa ventilação e vigiar folhas/troncos.  \n- Doenças fúngicas: manchas foliares e podridões em solo encharcado; evitar encharcamento e uso excessivo de água. Tratar com medidas culturais e, se necessário, fungicidas adequados.\n\nDicas práticas\n- Melhor período de plantio: início da estação chuvosa (para reduzir necessidade de irrigação).  \n- Espaçamento: em arborização urbana ou reflorestamento, 3–5 m entre indivíduos para porte médio; ajustar conforme objetivo (ornamental vs. formação de bosque).  \n- Proteção: jovens podem precisar de tutor e proteção contra capina mecânica/roçada e herbívoros.  \n- Uso: atrai polinizadores, bom para recuperação de áreas degradadas e banco de sementes para fauna.\n\nSe quiser, posso:\n- passar um passo a passo detalhado para germinação em casa (materiais e tempos),  \n- ajudar a calcular adubação conforme o tamanho da muda e o tipo de solo,  \n- ou mostrar fotos/identificação de mudas e sementes para confirmar a espécie.","Clitória (Clitoria guianensis): arbusto com flores azul-violeta em formato de borboleta, alegra jardins, colore chás, tem usos medicinais e ajuda o solo.","/uploads/species_cover/clitoria-guianensis.webp",[],[],[],1786829052075]