[{"data":1,"prerenderedAt":53},["ShallowReactive",2],{"celtis-africana":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":44,"slug":45,"description":46,"planting_instructions":47,"short_description":48,"cover":49,"comments":50,"conversations":51,"plantDiscovers":52},"68d6b8d4b54ad40022ad9f60",[],[],[],[],[],"5834428","Celtis africana Burm.fil.","lódão-africano",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605040310/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605040314/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604849338/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604849432/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605000327/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605003199/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/604840596/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608143328/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610929497/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610929505/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608928803/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607619574/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610620448/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610620463/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/610620474/original.jpg","Celtis africana","celtis-africana","Lódão-africano (Celtis africana)\n\nVisão geral\n- Árvore de médio a grande porte, caducifólia a semidecídua, nativa da África (do leste ao sul do continente).\n- Muito usada como árvore urbana e de sombreamento graças à copa ampla, crescimento relativamente rápido e raízes pouco agressivas.\n- Família: Cannabaceae (a mesma de lúpulo e cânhamo).\n\nIdentificação e morfologia\n- Porte: normalmente 10–20 m de altura, podendo chegar a 25 m em locais ideais; copa ampla, arredondada a levemente irregular.\n- Tronco e casca: casca muito lisa e clara (cinza a esbranquiçada) quando jovem; com a idade pode rachar em placas, mas permanece pálida. Esse tom claro é uma boa pista de identificação.\n- Folhas: simples, alternas, ovadas a elípticas (geralmente 4–10 cm), base levemente assimétrica e três nervuras principais partindo da base. Margem finamente serrilhada no terço superior. Face superior verde mais escura, a inferior mais clara; textura fina (menos áspera que em outras espécies do gênero).\n- Flores: pequenas, esverdeadas, discretas, surgem no fim da primavera ao início do verão; a espécie é monoica (flores masculinas e bissexuais na mesma planta).\n- Frutos: drupas esféricas pequenas (cerca de 4–8 mm), mudam de amarelo/alaranjado para vermelho e depois roxo-escuro a quase preto quando maduros. Polpa doce, atraente para fauna.\n\nDistribuição e habitat\n- Nativa de diferentes formações africanas: bordas de florestas, matas ciliares, ravinas e bosques costeiros.\n- Adapta-se bem a ambientes urbanos e a uma gama de solos, desde que bem drenados.\n\nEcologia e serviços ambientais\n- Os frutos alimentam muitas aves e pequenos mamíferos, ajudando na dispersão de sementes.\n- Flores e folhas sustentam diversos insetos, incluindo lagartas de borboletas e mariposas.\n- Boa árvore de sombreamento; contribui para microclima urbano e para estabilização de margens em áreas ciliares.\n\nCrescimento e longevidade\n- Crescimento de moderado a rápido quando jovem, especialmente com água e solo fértil.\n- Longevidade boa para uso urbano, formando copa densa ao longo dos anos.\n\nCultivo e manejo\n- Luz: prefere sol pleno; tolera meia-sombra.\n- Solo: fértil a moderado, bem drenado. Tolera solos argilosos ou arenosos se não houver encharcamento prolongado.\n- Água: regas regulares no primeiro ano; depois, tolera períodos de seca moderada.\n- Clima: subtropical a temperado ameno; suporta geadas leves. Em climas mais frios, comporta-se como caducifólia, perdendo as folhas no inverno.\n- Poda: aceita poda de formação e limpeza; ideal conduzir um tronco principal nos primeiros anos para formar copa alta e livre para vias e calçadas.\n- Pragas/doenças: pode apresentar pulgões, cochonilhas e pequenas galhas causadas por insetos sugadores; em condições úmidas e sombreadas pode ocorrer oídio (mofo branco). Normalmente não é problemática.\n\nPropagação\n- Principalmente por sementes: remover a polpa, semear frescas; germinação costuma ser boa em substrato leve e úmido.\n- Estacas semilenhosas são possíveis, mas com taxa de pega menor que por sementes.\n\nUsos\n- Paisagismo urbano e rural: excelente para ruas, praças, jardins amplos e recomposição de matas ciliares; raízes menos agressivas que muitas árvores de grande porte, geralmente seguras perto de calçadas e muros (ainda assim, manter afastamento mínimo).\n- Madeira: clara, de densidade média e fácil de trabalhar; usada localmente em marcenaria leve e artesanato.\n\nRiscos e observações\n- Fora da área nativa, informe-se sobre regulamentações e potencial de naturalização. Produz muitos frutos dispersos por aves; em alguns contextos pode se regenerar espontaneamente em áreas abertas e ciliares.\n- Queda de frutos pode sujar calçadas e atrair aves; planeje o plantio considerando isso.\n\nComo diferenciar de espécies parecidas (no paisagismo)\n- Celtis africana: casca muito clara e lisa por muitos anos; folhas relativamente finas e menos ásperas.\n- Celtis australis (lódão-europeu): folhas mais ásperas ao toque e serrilha mais marcada; casca cinza menos esbranquiçada.\n- Celtis sinensis (lódão-chinês): pode desenvolver sulcos/cortiça no tronco com a idade; folhas mais ovais e frequentemente mais grossas.\n\nDados rápidos\n- Altura: 10–25 m\n- Diâmetro da copa: 8–15 m (varia com espaço e manejo)\n- Ritmo de crescimento: moderado a rápido (sob boas condições)\n- Exposição: sol pleno a meia-sombra\n- Água: média; baixa manutenção após estabelecida\n- Solo: bem drenado, de ligeiramente ácido a neutro\n- Tolerâncias: calor, seca moderada, poluição urbana e ventos; geadas leves\n\nResumo\nO lódão-africano é uma árvore versátil, de visual elegante (casca clara e copa ampla), resistente e de baixa manutenção, muito valiosa para sombreamento urbano e para atrair fauna com seus frutos, desde que plantada em locais com espaço para sua copa adulta e com boa drenagem.","Resumo rápido: o lódão‑africano (Celtis africana), também chamado de white stinkwood, é uma árvore de médio a grande porte, rústica, de crescimento moderado a rápido quando jovem. Tolera calor, seca após estabelecido e leves geadas. Ideal como sombra e para atrair aves.\n\nPerfil da espécie\n- Porte: 8–15 m (até 20 m em condições ideais); copa ampla 6–12 m.\n- Folhagem: semidecídua (perde parte das folhas no frio; pode ficar quase perenifólia em clima quente).\n- Flores/frutos: flores discretas; drupas pequenas comestíveis que atraem aves.\n- Raízes: robustas, geralmente não tão agressivas quanto outras espécies de rua, mas precisam de espaço e solo profundo.\n\nClima e luz\n- Clima: subtropical a tropical de altitude; tolera geadas leves e ocasionais (até cerca de −6 °C).\n- Zonas aproximadas: USDA 9–11 (8b com proteção).\n- Luz: sol pleno é o ideal; tolera meia‑sombra leve.\n\nSolo\n- Tipo: bem drenado; aceita argiloso, arenoso ou franco.\n- pH: levemente ácido a neutro‑alcalino (≈5,5–7,5).\n- Enriquecimento: matéria orgânica melhora pegamento e vigor.\n\nOnde e a que distância plantar\n- Espaço horizontal: deixe 6–8 m até outra árvore de grande porte.\n- De construções/pavimentação: 4–6 m.\n- De tubulações/fossas: 7–8 m.\n- Evite solos extremamente rasos/compactados ou locais com encharcamento.\n\nComo plantar (muda)\n1) Época: início da estação chuvosa (regiões tropicais) ou outono/primavera (regiões sem chuvas definidas).\n2) Berço: abra um buraco 2–3× a largura do torrão e a mesma profundidade. Solte bem as laterais.\n3) Substrato de retorno: misture ao solo retirado 20–30 L de composto bem curtido. Não coloque adubo químico no fundo.\n4) Plantio: retire a muda do recipiente sem desfazer o torrão; posicione ao nível do solo. Preencha, firme e regue em seguida com 15–20 L.\n5) Tutor: fixe 1–2 tutores lado a lado do caule com amarra flexível, deixando folga.\n6) Mulching: 5–8 cm de cobertura morta (longe 5 cm do tronco).\n\nRega\n- Primeiros 3 meses: 2–3 vezes/semana (15–20 L cada), ajustando à chuva e ao solo.\n- Do 4º ao 12º mês: 1 vez/semana profunda.\n- Ano 2: a cada 2–3 semanas na seca.\n- Após estabelecido (≈2–3 anos): apenas em secas prolongadas. Prefira regas profundas e espaçadas.\n\nAdubação\n- Logo após o plantio: apenas composto no retorno e cobertura morta.\n- Manutenção (anos 1–3): no início da primavera e no fim do verão, 50–100 g/m de altura da planta de NPK de liberação lenta balanceado (ex.: 10‑10‑10), ou 1–2 kg de composto + 80–100 g de farinha de osso ao redor da projeção da copa. Regar após aplicar.\n- Depois de estabelecida: 1 adubação orgânica leve/ano costuma bastar.\n\nPoda e condução\n- Formação nos 3–5 primeiros anos: conduza 1 líder central, elimine pernadas concorrentes e ramos cruzados. Eleve a copa gradualmente se for árvore de rua.\n- Época: final do inverno/início da primavera. Evite podas drásticas.\n- Retire brotações basais e galhos secos sempre que surgirem.\n\nPropagação\n- Por sementes:\n  - Colha frutos maduros (amarelo‑acastanhados), remova a polpa, lave e deixe as sementes de molho 24–48 h.\n  - Opcional: escarificar levemente a casca (lixa fina) para acelerar.\n  - Semeie a 0,5–1 cm de profundidade em substrato bem drenado, mantenha úmido e quente (20–28 °C).\n  - Germinação: geralmente em 4–12 semanas, podendo demorar mais de 3 meses em parte das sementes.\n- Por estacas: semilenhosas com hormônio enraizante podem pegar, mas a taxa é menor que por semente.\n\nManejo e calendário básico\n- Ano 1: controle de mato num raio de 50–100 cm; regas regulares; duas adubações leves; tutoramento firme.\n- Ano 2: reduza regas; 1 adubação leve; poda de formação.\n- Ano 3 em diante: manutenção mínima; reforço de mulching antes da seca/chuvosa.\n\nPragas e doenças\n- Geralmente rústica. Observe:\n  - Pulgões e cochonilhas (podem causar fumagina) — controle com óleo de neem/óleo hortícola.\n  - Lagartas desfolhadoras ocasionais — controle manual ou Bacillus thuringiensis.\n  - Manchas foliares em clima muito úmido — melhore aeração e evite molhar a folhagem à noite.\n- Mantendo boa drenagem, adubação equilibrada e diversidade de plantas ao redor, problemas são raros.\n\nCrescimento e uso\n- Crescimento: 0,5–1 m/ano em condições boas nos primeiros anos.\n- Sombra perceptível: a partir de 3–4 anos; copa formada entre 6–8 anos.\n- Atração de fauna: frutos muito procurados por aves; pode ocorrer surgimento de mudinhas ao redor.\n\nCuidados e observações\n- Embora não seja famosa por raízes agressivas, evite plantio muito próximo a pavimentação fina ou tubulações.\n- Em algumas regiões fora da área nativa, Celtis pode se naturalizar. Verifique normas locais antes de plantar e remova mudas indesejadas.\n- Frutos podem sujar calçadas; evite plantar exatamente sobre áreas de passagem se isso for um incômodo.\n\nSe você disser sua cidade/região, posso ajustar recomendações de época de plantio, rega e tolerância ao frio/sol para suas condições locais.","Lódão-africano (Celtis africana): árvore elegante, sombra generosa, frutas que atraem aves, folhas que dançam ao vento. Rústica e amiga da cidade!","/uploads/species_cover/celtis-africana.webp",[],[],[],1786829070163]