[{"data":1,"prerenderedAt":91},["ShallowReactive",2],{"calophyllum-brasiliense":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":82,"slug":83,"description":84,"planting_instructions":85,"short_description":86,"cover":87,"comments":88,"conversations":89,"plantDiscovers":90},"6973b8dc3b0a4e00221864eb",[],[],[],[],[],"5421069","Calophyllum brasiliense Cambess.","Guanandi",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62,64,66,68,70,72,74,76,78,80],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/607302342/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614313729/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614313762/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/622054839/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628950860/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/628950916/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625850909/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625850939/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625850973/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/669730136/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/669730140/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/669730169/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/669730227/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/669730182/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/669730109/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/636640319/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/636639733/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/636642961/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/649319027/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646856349/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646856477/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646856612/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646856718/original.jpg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646856816/original.jpg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646856966/original.jpg",{"url":65},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857081/original.jpg",{"url":67},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857207/original.jpg",{"url":69},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857301/original.jpg",{"url":71},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857442/original.jpg",{"url":73},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857587/original.jpg",{"url":75},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857714/original.jpg",{"url":77},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857886/original.jpg",{"url":79},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646857982/original.jpg",{"url":81},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/646858112/original.jpg","Calophyllum brasiliense","calophyllum-brasiliense","Calophyllum brasiliense — nome comum: guanandi\n\nDescrição geral\n- É uma árvore grande, perene, típica de áreas tropicais da América Latina. Pertence à família Calophyllaceae.\n- É valorizada por sua madeira, pelos usos tradicionais medicinais e pelo papel ecológico em margens de rios e florestas úmidas.\n\nOnde vive e distribuição\n- Natural da região neotropical: desde o sul do México, por toda a América Central e Caribe, até grande parte da América do Sul (incluindo Brasil, Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia, Paraguai e norte da Argentina).\n- Prefere ambientes úmidos: margens de rios, várzeas, florestas ripárias e áreas de várzea. Suporta alagamentos periódicos e solos encharcados, mas também cresce em solos bem drenados dentro de florestas tropicais.\n\nAspecto físico (morfologia)\n- Porte: árvore de grande porte, normalmente 20–35 m de altura; em condições ideais pode atingir 40 m. Tronco geralmente reto, pode apresentar raízes tabulares ou almofadas (buttresses) em exemplares grandes.\n- Casca: lisa a ligeiramente fissurada, de cor castanha a acinzentada.\n- Folhas: simples, opostas, de textura coriácea (leathery), brilhantes na face superior; formato ovado a lanceolado; comprimento frequentemente entre 10 e 25 cm; nervura central bem marcada e nervuras laterais visíveis.\n- Flores: pequenas, brancas a creme, com perfume suave; agrupadas em panículas terminais ou axilares. Florescem em abundância, atraindo insetos polinizadores.\n- Frutos: drupas arredondadas a oblongas, geralmente de 2–4 cm; amadurecem de verde para castanho. Cada fruto contém uma semente oleaginosa. Os frutos podem ser dispersos por água (hidrocoria) e por animais (aves, mamíferos).\n\nEcologia\n- Importante em ecossistemas de várzea e margens fluviais: ajuda a estabilizar solos e proteger margens contra erosão.\n- Flores atraem abelhas e outros insetos polinizadores; frutos são consumidos por aves e outros animais, contribuindo para a dispersão.\n- Tolerante a alagamentos e variações sazonais de água, o que o torna adaptado a áreas sujeitas a enchentes.\n\nUsos\n- Madeira: durável e de boa qualidade para construção civil, estruturas, móveis, embarcações e carpintaria. É madeira apreciada pela resistência e facilidade de trabalho.\n- Medicinal/tradicional: em várias comunidades é usada para tratar feridas, inflamações de pele e outros problemas; extratos das sementes e casca são usados na medicina popular. Há pesquisas sobre compostos bioativos, mas usos terapêuticos devem ser feitos com cautela e orientação profissional.\n- Ornamental e recuperação ambiental: plantado para sombreamento, decoração de grandes áreas e recuperação de margens de rios e áreas degradadas.\n\nCultivo e manejo (dicas práticas)\n- Clima: prefere clima tropical quente e úmido; não tolera geadas.\n- Solo: adapta-se a solos húmidos, argilosos ou arenosos; tolera alagamentos temporários.\n- Luminosidade: cresce bem tanto em pleno sol quanto em sombra parcial; jovens podem se beneficiar de alguma sombra inicialmente.\n- Propagação: normalmente por sementes frescas (perda de viabilidade rápida), que germinam bem se semeadas logo após a colheita; também é possível reprodução por mudas. Crescimento relativamente rápido em condições favoráveis.\n- Espaçamento: por seu grande porte, reservar bastante espaço e evitar plantio muito próximo a construções.\n- Pragas e doenças: relativamente resistente, mas pode sofrer com brocas, fungos e ataques em plantações densas; manejo adequado e bons espaçamentos reduzem problemas.\n\nConservação\n- Espécie amplamente distribuída e usada, não é geralmente considerada criticamente ameaçada a nível global, mas populações locais podem ser reduzidas por desmatamento, extração madeireira intensa e conversão de áreas alagadas para agricultura. A preservação de habitat ripário é importante para manutenção das populações.\n\nPrecauções\n- Apesar do uso tradicional, qualquer uso medicinal deve ser feito com acompanhamento profissional. Evitar ingestão de partes da planta sem orientação.\n- Ao plantar perto de áreas urbanas, considerar o porte futuro e a queda de frutos/semente, que podem sujeitar calçadas e telhados.\n\nResumo rápido\nGuanandi (Calophyllum brasiliense) é uma árvore tropical de grande porte, comum em margens de rios e áreas úmidas da América Latina. Destaca‑se pela madeira resistente, usos tradicionais medicinais e papel ecológico na estabilização de margens. Fácil de cultivar em clima úmido, cresce rápido e tolera alagamentos, mas precisa de espaço e manejo responsável devido ao seu tamanho.","Abaixo segue um guia prático e compacto para plantar e cuidar de Guanandi (Calophyllum brasiliense). Adaptar sempre às condições locais (clima, solo, estação) e consultar viveiro/serviço de extensão se houver dúvidas.\n\nDescrição rápida\n- Árvore tropical de grande porte (até 20–30 m ou mais), madeira aproveitável e óleo nas sementes (tamanu). Flores brancas em cachos; fruto drupa com uma semente oleosa.\n- Região: originalmente Mata Atlântica, pantanal e áreas tropicais/neotropicais; prefere clima quente e úmido. Não tolera geadas.\n\nPropagação\n- Principal: sementes frescas. Também é possível por estacas/semi‑lenhosas com hormônio enraizador (menos comum).\n- Sementes: recalcitrantes — perdem viabilidade rapidamente. Colher frutos maduros e semear o mais rápido possível (ou manter em local úmido e refrigerado por pouco tempo).\n- Tratamento: retirar a polpa; lavar. Pode-se deixar de molho 12–24 h para acelerar a germinação. Não é usual tratamento de estratificação.\n- Profundidade de semeadura: semear superficialmente, cobrindo levemente (1–2 cm) ou apenas cobrindo com substrato fino.\n- Germinação: geralmente inicia em 2–6 semanas (varia com temperatura e frescor da semente).\n\nViveiro e mudas\n- Substrato: mistura porosa e rica em matéria orgânica (terra vegetal + areia/terra de cultura + composto).\n- Recipientes: tubetes ou sacos plásticos para facilitar o transplante.\n- Irrigação: manter substrato úmido, não encharcado; regar com frequência nos primeiros meses.\n- Sombreamento: protecção parcial no viveiro (meia‑sombra) ajuda a reduzir estresse em plântulas jovens.\n- Tempo no viveiro: 3–6 meses ou até mudas com 30–60 cm e bom sistema radicular.\n\nPlantio no campo\n- Época: início da estação chuvosa.\n- Local: sol pleno a meia‑sombra; tolera solos úmidos e áreas sujeitas a alagamentos periódicos, mas também cresce bem em solos bem drenados.\n- Solo: prefere solos profundos e férteis, bom teor de matéria orgânica; tolera pH amplo (ligeiramente ácido a neutro).\n- Espaçamento: para madeira/timbeira 8–12 m entre árvores; em sistemas agroflorestais 5–8 m dependendo da consorciação.\n- Covas: cavar cova de tamanho adequado (ex.: 40×40×40 cm), incorporar composto/esterco bem curtido e, se necessário, corretivo de solo.\n- Plantio: colocar a muda no mesmo nível do torrão; firmar o solo; regar bem após o plantio.\n- Proteção: tutor e proteção contra caprinos/bois/coelhos; mulch (cobertura vegetal) ao redor para conservar umidade, sem tocar o tronco.\n\nCuidados por fase\n- 0–1 ano: regas regulares até estabelecimento; retirar ervas daninhas; realizar adubações leves com NPK (ex.: 4–6 meses após plantio) e aplicar matéria orgânica. Fertilizante foliar se notar deficiência.\n- 1–3 anos: formação da arquitetura (conduzir um líder único se for cultivar para madeira); podas de formação e remoção de galhos doentes. Controle de competição (capina/mulch). Reforço de adubação anual conforme crescimento.\n- 3+ anos: podas de produção ou sanitárias; adubações de manutenção (orgânico + NPK conforme análise de solo); monitorar pragas/doenças.\n\nAdubação e nutrição\n- Fazer análise de solo para recomendações precisas.\n- Em ausência de análise: incorporar matéria orgânica (composto), adubações balanceadas iniciais (NPK baixo a moderado) e micronutrientes se necessário.\n- Em viveiro, adubação fracionada (adubos minerais solúveis ou orgânicos) para estimular crescimento sem excesso.\n\nPoda\n- Poda de formação: manter um único líder; eliminar galhos concorrentes baixos e muito inclinados.\n- Poda sanitária: retirar galhos secos/doentes.\n- Evitar podas muito severas em árvores jovens — risco de entrada de patógenos.\n\nPragas e doenças\n- Em geral espécie relativamente resistente, mas pode sofrer com: fungos foliares (manchas/olho‑de‑boi), brocas/ocasionais defoliadores e pragas de viveiro.\n- Práticas preventivas: boa circulação de ar, manejo de irrigação (evitar molhar excessivamente a copa), retirada de material doente, conservação de solo saudável.\n- Em caso de infestação, identificar a praga/ patógeno e aplicar controle cultural, biológico ou formulado químico autorizado.\n\nTransplante e manejo do solo\n- Evitar choque de transplante: manter torrão intacto, regar antes e depois, reduzir exposição solar direta por alguns dias.\n- Evitar compactação do solo; usar cobertura morta para conservar umidade e incorporar raízes de micorrizas benéficas quando possível.\n\nCrescimento e uso\n- Crescimento: moderado a rápido em condições favoráveis (1 m/ano ou mais inicialmente).\n- Uso: arborização, madeira, recuperação de matas ciliares, sombra, óleo das sementes (usos tradicionais), paisagismo.\n- Maturidade reprodutiva: árvores começam a florir/frutificar alguns anos após plantio, variando com condições locais.\n\nCuidados especiais\n- Não tolera geadas fortes — não plantar em regiões frias.\n- Sementes perdem viabilidade rapidamente: semear logo após colheita.\n- Proteção contra fogo e animais é importante em áreas abertas.\n- Evitar plantio em áreas muito compactas ou onde a árvore terá restrição de espaço para formar copa extensa.\n\nObservações finais\n- Adapte espaçamento, adubação e manejo conforme o objetivo (madeireiro, conservação, paisagismo).\n- Para projetos de reflorestamento ou produção comercial, fazer análise de solo e plano de manejo.\n- Consulte viveiros locais para obter mudas de qualidade e extensionistas para recomendações regionais.\n\nSe quiser, eu posso:\n- Sugerir um plano de plantio detalhado para sua propriedade (informe clima, tipo de solo, uso e área disponível);\n- Descrever passo a passo o preparo de viveiro e fórmula de adubo para os primeiros 12 meses.","Guanandi (Calophyllum brasiliense): árvore majestosa de madeira nobre, copa ampla, flores perfumadas e sementes oleosas — forte, útil e cheia de vida!","/uploads/species_cover/calophyllum-brasiliense.webp",[],[],[],1786829063678]