[{"data":1,"prerenderedAt":51},["ShallowReactive",2],{"allium-oleraceum":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"pictures":12,"canonical_name":39,"slug":40,"name":41,"description":42,"planting_instructions":43,"short_description":44,"cover":45,"curiosity":46,"tips":47,"comments":48,"conversations":49,"plantDiscovers":50},"6a6fd28aa05adb00229ed74c",[],[],[],[],[],"2857071","Allium oleraceum L.",[13,15,17,19,21,23,25,27,29,31,33,35,37],{"url":14},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/608651634/original.jpg",{"url":16},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611952094/original.jpg",{"url":18},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611952095/original.jpg",{"url":20},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/611953624/original.jpg",{"url":22},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/618077589/original.jpg",{"url":24},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/627498362/original.jpg",{"url":26},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/629567702/original.jpg",{"url":28},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/629567707/original.jpg",{"url":30},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/629567541/original.jpg",{"url":32},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/622091542/original.jpg",{"url":34},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/627248325/original.jpg",{"url":36},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/627248399/original.jpg",{"url":38},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/634221740/original.jpg","Allium oleraceum","allium-oleraceum","alho-de-campo","Allium oleraceum (alho-de-campo)\n\nIdentificação rápida\n- Nome científico: Allium oleraceum L.  \n- Nomes comuns: alho-de-campo, cebola-silvestre (varia por região).  \n- Família: Amaryllidaceae (antes incluída em Alliaceae).  \n- Tipo de planta: herbácea perene, geófita (vive por meio de bulbos).\n\nAparência\n- Bulbos: pequenos, geralmente em grupos, com túnica (casca) castanha ou amarelada.  \n- Folhas: poucas, lineares e relativamente estreitas; muitas vezes murcham ou secam quando a planta floresce, por isso a haste floral costuma ficar “nua”.  \n- Haste (scape): ereta, cilíndrica, de curta a média altura (geralmente algumas dezenas de centímetros).  \n- Inflorescência: umbela redonda ou ligeiramente achatada; pode ter flores verdadeiras e pequenos bulbilhos (bulbilos) misturados; em alguns exemplares predominam os bulbilos.  \n- Flores: pequenas, normalmente rosadas a púrpuras; às vezes brancas. Têm seis tépalas semelhantes entre si e estames no centro.  \n- Cheiro/sabor: cheiro e sabor claramente de alho/cebola quando folhas ou bulbos são esmagados.\n\nOnde vive e quando floresce\n- Habitat: pastagens secas, margens de estradas, bordas de mato, áreas pedregosas e solos calcários ou bem drenados.  \n- Distribuição: nativa da Europa e partes do oeste da Ásia e Norte da África; amplamente difundida em seu âmbito natural.  \n- Florescimento: geralmente na primavera e início do verão (varia por clima local).\n\nEcologia\n- Polinizadores: atraem abelhas, vespas e vários insetos que visitam as flores.  \n- Estratégia de reprodução: reproduz-se por sementes e por bulbilhos à semelhança de outras cebolas silvestres, o que facilita sua propagação local.\n\nUsos e edibilidade\n- Usos culinários: partes jovens (folhas) e bulbos podem ser usados como erva para dar sabor, semelhantes aos cebolinho ou alho, porém mais suaves.  \n- Usos medicinais tradicionais: usados localmente como condimento e por propriedades digestivas/antissépticas, mas sem uso médico moderno amplamente validado.\n\nCultivo e multiplicação\n- Condições ideais: sol pleno a meia-sombra; solo bem drenado, prefere solos neutros a calcários e tolera condições relativamente secas.  \n- Propagação: por sementes ou separação de bulbos e bulbilhos; plantar bulbos rentes ao solo em outono ou primavera, conforme clima local.  \n- Manutenção: planta rústica e de fácil cultivo; pode formar touceiras ao longo dos anos.\n\nCuidados e precauções\n- Não confundir com plantas completamente tóxicas em regiões fora da sua área nativa; um teste simples de identificação é o cheiro de alho/cebola (Allium solta odor quando esmagada).  \n- Todas as espécies de Allium são tóxicas para cães, gatos e cavalos se ingeridas em quantidade suficiente — cuidado em plantações próximas a animais domésticos.  \n- Ao colher, respeite populações naturais: evite arrancar grandes quantidades em locais selvagens.\n\nObservações úteis para identificação\n- Presença de bulbilhos misturados às flores na umbela é característica frequente de A. oleraceum.  \n- Folhas estreitas que muitas vezes secam ao aparecer as flores ajudam a distingui-la de Allium ursinum (alho-silvestre/ramsons), que tem folhas largas e verdes na floração.  \n- Cheiro de alho/cebola ao esmagar é um dos sinais mais práticos para confirmar que se trata de um Allium.\n\nEstado de conservação\n- Não é geralmente considerada ameaçada em grande parte de sua área de ocorrência; é uma espécie comum em habitats adequados.\n\nSe quiser, eu posso:\n- indicar espécies parecidas e como diferenciá‑las com fotos;  \n- sugerir instruções detalhadas de plantio conforme sua região (clima/solo).","Aqui vai um guia prático e direto para plantar e cuidar do alho-de-campo (Allium oleraceum).\n\nDescrição rápida\n- Perene bulbosa nativa da Europa, 15–40 cm de altura, com umbela de flores rosadas/púrpura no final da primavera/início do verão.\n- Aprecia sol; tolera solos pobres e secos desde que drenem bem.\n- Conhecida também como “field garlic”; partes (folhas/bulbos) são comestíveis como outros alliums, mas pequenos. Evite dar a cães/gatos (alhos são tóxicos para pets).\n\nLocal e solo\n- Luz: sol pleno a meia-sombra. Flores melhor em pleno sol.\n- Solo: bem drenado, franco a arenoso; tolera solo pobre e ligeiramente alcalino. Evitar encharcamento (causa podridão do bulbo).\n- Resistência: costuma ser resistente ao frio (zonas temperadas), multiplica-se por bulbilhos e sementes.\n\nQuando plantar\n- Bulbos (cormos): preferencialmente no outono (setembro–novembro, dependendo do clima) para floração na primavera/verão seguinte.\n- Sementes: semear no outono ou primavera; sementes podem necessitar de estratificação e podem demorar 1–3 anos até florir.\n\nProfundidade e espaçamento\n- Profundidade: plantar com o topo do bulbo a cerca de 4–8 cm abaixo da superfície (≈ 2–3 vezes a altura do bulbo).\n- Espaçamento: 10–15 cm entre plantas. Para maciços, semear/plantar em grupos para efeito ornamental.\n\nPlantio — passo a passo\n1. Escolha local com boa drenagem e sol.\n2. Prepare o solo: remova ervas daninhas, trabalhe levemente e incorpore um pouco de composto (não é obrigatório).\n3. Abra covas de 4–8 cm; coloque o bulbo com a ponta para cima.\n4. Cubra com terra e compacte levemente. Regue para assentar o solo.\n5. Aplicar uma camada fina de cobertura (mulch) no outono em regiões muito frias para proteger contra geadas extremas.\n\nRega e adubação\n- Rega: moderada. Manter solo ligeiramente úmido até enraizamento; depois tolera períodos secos. Evitar solo encharcado.\n- Adubo: aplicação leve de fertilizante balanceado na primavera quando houver rebrote. Solos muito ricos em nitrogênio favorecem folhas em detrimento das flores.\n\nManutenção\n- Flores: pode retirar flores murchas (deadhead) se não quiser sementes ou para redirecionar energia aos bulbos. Se desejar auto-semeadura, deixe as cápsulas até abrirem.\n- Folhagem: não cortar as folhas até que sequem completamente — a planta precisa delas para repor reservas no bulbo.\n- Multiplicação: separar os bulbilhos/aglomerados no final do ciclo (após a folhagem secar) a cada 3–4 anos para renovar o canteiro e evitar superlotação.\n- Em vasos: usar substrato bem drenante, profundidade compatível com o bulbo (10–15 cm). Evitar regas excessivas.\n\nPropagação\n- Por bulbilhos/ divisão: método mais rápido; dividir touceiras quando fora de crescimento ativo e replantar.\n- Por sementes: semear frescas; germinação irregular; tempo até florir maior (1–3 anos). Estratificação a frio pode melhorar a germinação.\n\nPragas e doenças comuns\n- Pragas: relativamente resistente a cervos e coelhos; pode ser atacado por moscas-da-cebola, trips ou minadores de folhas (dependendo da região).\n- Doenças: podridão basal/fusarium em solos mal drenados; míldio e outras doenças fúngicas em condições muito húmidas.\n- Controle: garantir boa drenagem, evitar regas excessivas, remover plantas doentes, rotacionar local de plantio se houver problemas persistentes.\n\nUsos\n- Ornamental: ótimo para bordaduras, rochedos e plantios naturais.\n- Culinário: folhas e pequenos bulbos com sabor de alho/cebola (consumir com cautela; identifique corretamente).\n- Atração de polinizadores: flores atraem abelhas.\n\nObservações de segurança\n- Toxicidade para animais de estimação (cães e gatos) — manter fora do alcance.\n- Pessoas alérgicas a alliums devem evitar contato/consumo.\n\nSe quiser, posso fazer uma ficha resumida (para sua base de dados) com campos padronizados: nome comum, nome científico, altura, época de floração, solo, luz, profundidade de plantio, espaçamento, propagação, pragas/doenças e notas de uso/toxicidade. Quer que eu gere essa ficha?","Alho-de-campo (Allium oleraceum): mini-alho silvestre de flores rosadas e aroma marcante — dá sabor à cozinha e charme ao jardim!","/uploads/species_cover/allium-oleraceum.webp","Allium oleraceum, o alho-de-campo, forma pequenos bulbilhos nas umbelações, permitindo espalhar-se vegetativamente e colonizar prados rapidamente.","Identifique pelo cheiro forte de alho e pela umbela de flores rosadas no verão.\nColha bulbos e folhas jovens no fim do verão; evite arrancar populações inteiras.\nUse cruas ou cozidas como substituto suave do alho; conserve em azeite ou vinagre.",[],[],[],1786829035668]