[{"data":1,"prerenderedAt":94},["ShallowReactive",2],{"agnorhiza-reticulata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":12,"slug":84,"description":85,"planting_instructions":86,"short_description":87,"cover":88,"curiosity":89,"tips":90,"comments":91,"conversations":92,"plantDiscovers":93},"69efe9dd8fae9c00222e8cec",[],[],[],[],[],"3093477","Agnorhiza reticulata (Greene) W.A.Weber","Agnorhiza reticulata",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46,48,50,52,54,56,58,60,62,64,66,68,70,72,74,76,78,80,82],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/666195611/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/666195568/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/666195599/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/666195563/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/666195559/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664244794/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664244874/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664244799/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664244797/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664244880/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728291/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728328/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728353/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728365/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728400/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728420/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728466/original.jpg",{"url":49},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/668728503/original.jpg",{"url":51},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/670746399/original.jpg",{"url":53},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/670746430/original.jpg",{"url":55},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/670746449/original.jpg",{"url":57},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/670746612/original.jpg",{"url":59},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/664003943/original.jpg",{"url":61},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/667862285/original.jpg",{"url":63},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/667862271/original.jpg",{"url":65},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/667862290/original.jpg",{"url":67},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/667862273/original.jpg",{"url":69},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/493012022/original.jpg",{"url":71},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/503854980/original.jpg",{"url":73},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/503854978/original.jpg",{"url":75},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/503854973/original.jpg",{"url":77},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/514433535/original.jpg",{"url":79},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/514433601/original.jpg",{"url":81},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/502985404/original.jpg",{"url":83},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/502985419/original.jpg","agnorhiza-reticulata","Nome científico\n- Sem nome popular no Brasil — Agnorhiza reticulata\n\nFamília\n- Asteraceae (a família das margaridas e girassóis).\n\nDescrição geral (linguagem simples)\n- Planta herbácea perene, geralmente formando touceiras a partir de caules curtos ou rizomas.\n- Tamanho aproximado: costuma atingir entre 20 cm e 60 cm de altura (valores aproximados, variam com o local).\n- Folhas basais mais largas e às vezes ásperas; folhas caulinares menores ao longo do caule.\n- Inflorescência em capítulos (cabeças florais) semelhantes a pequenas margaridas ou girassóis, normalmente com flores do tipo raio amarelas e disco central amarelo a laranja.\n\nFolhas\n- Folhas com nervação bem marcada (o epíteto reticulata indica uma aparência “reticulada” ou de rede de nervuras).\n- Formato geralmente elíptico a oblongo nas basais, podendo ser mais lanceoladas nas folhas do caule.\n- Textura pode variar de macia a ligeiramente áspera/pegajosa, dependendo da idade da folha.\n\nFlores e época de floração\n- Capítulos com lígulas amarelas (as “pétalas”) dispostos ao redor de um disco central.\n- Florescência típica na primavera e início do verão em climas mediterrâneos; a época exata depende do clima local.\n\nFrutos e sementes\n- Fruto típico da família: aquênio (semente seca e indeiscente). A presença de pappus (estruturas plumosas para dispersão pelo vento) varia entre gêneros/espécies de Asteraceae; em Agnorhiza a dispersão é frequentemente por gravidade ou por contato com animais, não por longos voos pelo vento.\n\nHabitat e distribuição\n- Espécie nativa da região oeste da América do Norte (principalmente em áreas com clima mediterrâneo, como partes da Califórnia, EUA). Ocupa geralmente encostas, pastagens abertas, chaparral e áreas rochosas com solo bem drenado.\n- Em países fora de sua área nativa (como o Brasil) não há registro de nome popular; se for encontrada fora de sua área nativa, normalmente será como planta cultivada ou ocasionalmente escape de cultivo.\n\nEcologia (polinizadores e interações)\n- Atrai polinizadores generalistas: abelhas, borboletas e possivelmente besouros, que visitam as flores em busca de néctar e pólen.\n- Pode ter papel em estabilizar o solo em encostas devido ao porte herbáceo e sistema de raízes.\n\nCultivo e usos (se aplicável)\n- Uso ornamental restrito: pode ser usada em jardins de clima mediterrâneo e em projetos de restauração ecológica locais à sua área nativa.\n- Prefere pleno sol a meia-sombra e solos bem drenados; tolera períodos de seca depois de estabelecida.\n- Propagação por sementes ou divisão de touceiras (quando permitido pela legislação local).\n\nConservação\n- O estado de conservação pode variar conforme a população e a região; muitas espécies de plantas nativas de áreas com pressão urbana/agropecuária sofrem diminuição de habitat. Para saber o status exato de Agnorhiza reticulata é preciso consultar listas regionais (ex.: autoridades estaduais, bases governamentais ou IUCN, quando disponíveis).\n\nComo identificar no campo (dicas práticas)\n- Fotografe a planta inteira e detalhe das folhas (mostrando a nervação), uma cabeça floral vista de frente e o disco central, e frutos/sementes se houver.\n- Note o tipo de habitat, exposição (sol/sombra), altitude aproximada e data da observação.\n- Compare com outras Asteraceae locais: o conjunto de folhas basais grandes com nervação pronunciada e capítulos amarelos é útil para distinguir Agnorhiza de outros gêneros.\n\nObservações finais\n- Não há nome popular registrado para esta espécie no Brasil; em trabalhos científicos e herbários ela deve ser citada pelo nome científico Agnorhiza reticulata.\n- Se você estiver adicionando registros a uma base de dados, incluir fotos detalhadas, coordenadas GPS e notas de habitat aumenta muito o valor da ficha. Se quiser, eu posso sugerir um formato de ficha com campos recomendados para coleta de dados.","Agnorhiza reticulata é uma espécie da família Asteraceae descrita principalmente para a flora da Califórnia. Há poucas informações horticulturais amplamente divulgadas; abaixo segue um guia prático baseado nas necessidades gerais de espécies herbáceas perenes mediterrâneas/heliantóides e em recomendações para plantas nativas semelhantes. Se você pretende coletar material na natureza, verifique a legalidade e o estado de conservação local antes.\n\nPreparação e local\n- Clima: adapta-se melhor a clima mediterrâneo (verões quentes e secos, invernos amenos e úmidos). Em regiões mais frias, proteção no inverno pode ser necessária.\n- Sol: pleno sol a meio-sombra. Floresce melhor com bastante sol.\n- Solo: bem drenado, preferencialmente arenoso a franco-arenoso. Evite solos pesados e encharcados.\n- pH: neutro a ligeiramente ácido (aprox. 6,0–7,5).\n- Espaçamento: plante com 30–60 cm entre indivíduos (dependendo do porte da muda).\n\nPlantio\n- Mudas: plante na estação de crescimento (primavera ou outono ameno). Cave um buraco um pouco maior que o torrão, acomode a muda na mesma profundidade do vaso e compacte levemente a terra. Regue bem após o plantio para assentar o solo.\n- Sementes: muitas espécies do grupo têm germinação favorecida por estratificação a frio. Semeie no outono em canteiro externo (germinação na primavera) ou faça estratificação a frio (refrigerador) por 4–8 semanas antes da semeadura; semear superficialmente porque sementes de Asteraceae frequentemente precisam de luz. Mantenha solo ligeiramente úmido até a germinação.\n\nRega\n- Após o plantio: regas regulares até o estabelecimento (primeiros 1–2 meses).\n- Estabelecida: moderada a baixa — tolerante à seca. Regue profundamente e esporadicamente; evite encharcamento, que favorece podridões radiculares.\n\nAdubação e manejo\n- Fertilizante: pouco exigente. Uma cobertura leve de composto no início da primavera costuma ser suficiente. Evite adubações ricas em nitrogênio que favoreçam folhagem em detrimento da floração.\n- Poda: retire flores secas (deadhead) para prolongar a floração. Corte a parte aérea ao final da estação de crescimento se a planta entrar em dormência; remova material vegetal doente ou muito danificado.\n\nMultiplicação\n- Por sementes: ver instruções acima (estratificação, semeadura superficial).\n- Por divisão: se formar touceiras, pode ser dividida na primavera ou outono, com cuidado para não danificar o sistema radicular.\n- Estacas: não é o método mais comum para esse tipo de perene, mas algumas espécies permitem.\n\nPragas e doenças\n- Pragas: geralmente poucas; fique atento a pulgões, caracóis e lesmas em clima úmido.\n- Doenças: suscetível a podridão de raízes em solos mal drenados e a doenças fúngicas em condições excessivamente úmidas. Boa circulação de ar e solo bem drenado reduzem problemas.\n\nConservação e observações legais\n- Se a espécie for endêmica e de ocorrência restrita (como muitas Agnorhiza), pode ter status de conservação. Evite coleta na natureza e consulte bancos de germoplasma, viveiros de plantas nativas ou sociedades botânicas locais para obter material legal e adequado.\n\nFontes e referências recomendadas\n- Calflora, Jepson eFlora, USDA PLANTS e herbários locais (para informações taxonômicas e status de conservação).\n- Viveros especializados em plantas nativas da Califórnia ou sociedades de plantas nativas para orientação local de cultivo.\n\nSe quiser, eu:\n- procuro informações mais específicas sobre porte, cor exata das flores e rusticidade (se você permitir que eu confirme fontes); ou\n- adapto as recomendações ao seu clima/UF no Brasil (informe sua cidade/região).","Sem nome popular no Brasil — Agnorhiza reticulata: flor silvestre de folhas reticuladas, charme rústico e estrela botânica em ascensão!","/uploads/species_cover/agnorhiza-reticulata.webp","Endêmica da Califórnia, seu epíteto 'reticulata' refere-se à nervação reticulada das folhas e às flores amarelas em capítulos.","Prefira solo bem drenado e exposição solar plena a meia-sombra.\nResista a regas frequentes; tolera períodos secos após estabelecimento.\nProteja populações naturais: evite coleta e incentive restauração de hábitat.",[],[],[],1786829034717]