[{"data":1,"prerenderedAt":57},["ShallowReactive",2],{"acourtia-runcinata":3},{"_id":4,"popular_names":5,"types":6,"categories":7,"cycles":8,"stratums":9,"gbif_id":10,"scientific_name":11,"name":12,"pictures":13,"canonical_name":48,"slug":49,"description":50,"planting_instructions":51,"short_description":52,"cover":53,"comments":54,"conversations":55,"plantDiscovers":56},"68d5bb04a2339400221618f2",[],[],[],[],[],"5388204","Acourtia runcinata (Lag. ex D.Don) B.L.Turner","Peônia-do-deserto",[14,16,18,20,22,24,26,28,30,32,34,36,38,40,42,44,46],{"url":15},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/605680592/original.jpg",{"url":17},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609377660/original.jpg",{"url":19},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609377667/original.jpg",{"url":21},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606219889/original.jpg",{"url":23},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606700757/original.jpg",{"url":25},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606700780/original.jpg",{"url":27},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/606219866/original.jpg",{"url":29},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609020483/original.jpg",{"url":31},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609020481/original.jpg",{"url":33},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609020489/original.jpg",{"url":35},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/609020488/original.jpg",{"url":37},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/614614493/original.jpg",{"url":39},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612798179/original.jpg",{"url":41},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612798125/original.jpg",{"url":43},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/612798221/original.jpg",{"url":45},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/624971265/original.jpg",{"url":47},"https://inaturalist-open-data.s3.amazonaws.com/photos/625739518/original.jpg","Acourtia runcinata","acourtia-runcinata","Peônia-do-deserto (Acourtia runcinata)\n\nResumo\n- Família: Asteraceae (a mesma das margaridas)\n- Tipo: planta perene, de hábito herbáceo a subarbustivo\n- Tamanho: geralmente 30 a 80 cm de altura\n- Flores: numerosos “botõezinhos” que se abrem em flores tubulares, de rosa a magenta (às vezes esbranquiçadas)\n- Origem: regiões áridas e semiáridas do sul dos Estados Unidos (especialmente Texas) e norte do México\n- Ambiente: solos pedregosos e bem drenados, muitas vezes calcários, sob sol pleno\n\nComo é a planta\n- Caules: eretos, simples ou pouco ramificados; a base pode ficar levemente lenhosa com a idade.\n- Folhas: verdes a verde-acinzentadas, com recortes profundos e lobos voltados para trás (forma “runcinada”), às vezes com bordas um pouco espinhosas; há folhas na base (em roseta) e ao longo do caule.\n- Flores: reunidas em capítulos (como é típico das compostas), sem pétalas grandes ao redor; as florezinhas do centro são tubulares e numerosas, formando “cachos” rosados que lembram vagamente pequenas peônias, daí o nome popular.\n- Frutos: aquênios com um penacho (papus) que facilita a dispersão pelo vento.\n\nCiclo e floração\n- Florece geralmente da primavera ao verão, muitas vezes estimulada por chuvas sazonais.\n- Em condições de seca, reduz o crescimento e “espera” melhores condições.\n\nOnde vive\n- Matorrais desérticos e campos abertos, encostas rochosas e áreas com afloramentos calcários.\n- Prefere altitudes baixas a médias e locais muito ensolarados, com pouca matéria orgânica no solo.\n\nEcologia\n- Polinizadores: atrai abelhas nativas, borboletas e outros insetos.\n- Dispersão: sementes levadas pelo vento graças ao penacho.\n- Adaptações à seca: folhas firmes, raiz profunda (pivotante) e crescimento contido em períodos secos.\n\nUsos\n- Ornamental para jardins de baixa manutenção (xeriscape), canteiros pedregosos e vasos grandes em locais bem ensolarados.\n- Boa para atrair polinizadores.\n- Não há uso culinário consolidado; evite ingestão. Uso medicinal tradicional não é amplamente documentado.\n\nComo cultivar\n- Luz: sol pleno é essencial.\n- Solo: bem drenado, de preferência arenoso ou pedregoso; tolera solos calcários. Evite substratos muito ricos e encharcados.\n- Rega: moderada a baixa. Deixe o solo secar entre regas. É resistente à seca depois de bem estabelecida.\n- Clima: tolera calor intenso e geadas leves. Em frio severo, proteja.\n- Adubação: mínima. Um pouco de composto mineral ou adubo de liberação lenta no início da primavera é suficiente.\n- Manutenção: retire inflorescências secas para manter o aspecto e, se desejar, estimular nova floração. Evite mexer muito nas raízes.\n\nPropagação\n- Principalmente por sementes:\n  - Semeie no fim do inverno ou início da primavera, em bandejas com substrato mineral muito drenante.\n  - Cubra levemente (ou nem cubra) e mantenha umidade moderada até germinar.\n  - Transplante com cuidado, pois a raiz pivotante é sensível.\n- Divisão de touceira geralmente não é indicada por causa da raiz principal profunda.\n\nPragas e doenças\n- Em geral, pouco problemática. Pode ocorrer:\n  - Pulgões e cochonilhas em brotações novas.\n  - Podridão de raiz se houver excesso de água.\n- Prevenção: boa drenagem, regas controladas e circulação de ar.\n\nConservação\n- Não é apontada como globalmente ameaçada, mas populações locais podem ser afetadas por sobrepastoreio, obras e coleta indevida. Prefira sempre plantas de viveiros idôneos, não coletadas na natureza.\n\nCuriosidades e nome\n- O nome “runcinata” refere-se ao formato das folhas, com recortes voltados para trás (runcinadas).\n- É chamada de “peônia-do-deserto” porque as inflorescências densas e rosadas lembram, à distância, pequenas peônias, embora pertença a outra família.\n\nDicas rápidas\n- Quer uma planta bonita para clima seco e muito sol? Dê a ela solo pedregoso e pouca água.\n- Evite vasos pequenos: raízes profundas gostam de espaço.\n- Flores mais abundantes após períodos com alguma chuva ou regas um pouco mais frequentes no fim da primavera.","Aqui vai um guia prático para cultivar a Peônia‑do‑deserto (Acourtia runcinata):\n\nVisão geral\n- Hábito: perene subarbustiva da família Asteraceae, nativa de áreas áridas do norte do México e sul dos EUA.\n- Porte: cerca de 30–60 cm de altura e 30–45 cm de diâmetro.\n- Flores: capítulos rosa a magenta, atraem polinizadores; floresce da primavera ao verão após períodos de calor/chuva leve.\n- Uso: jardins de pedra, xeriscape, encostas drenadas e vasos bem drenados.\n\nCondições ideais\n- Luz: sol pleno (6–8 h/dia). Tolera meia‑sombra leve à tarde em regiões muito quentes.\n- Solo: muito bem drenado, pedregoso/arenoso; prefere calcário (pH neutro a levemente alcalino, 7,0–8,0).\n- Clima: resistente ao calor e à seca. Rusticidade aproximada USDA 8–11; suporta geadas leves e curtas se o solo estiver seco.\n- Água: baixa a moderada após o estabelecimento; evite encharcar.\n\nPreparo do solo/substrato\n- Jardim: misture 40–60% de material mineral (areia grossa, pedrisco, cascalho, pó de brita) ao canteiro. Se o solo for ácido, incorpore um pouco de calcário dolomítico.\n- Vaso: use vaso de barro com furos e um mix muito drenante: 50% brita/pumice/perlita, 30–40% substrato de boa qualidade bem maturado, 10–20% areia grossa. Coloque camada de drenagem.\n\nPlantio (passo a passo)\n1) Local: escolha um ponto ensolarado e protegido de água represada.\n2) Abertura: cova apenas um pouco maior que o torrão; em solos pesados, abra o dobro e corrija com material mineral.\n3) Plantio: posicione na mesma altura do torrão; não enterre o colo. Preencha e firme levemente.\n4) Rega inicial: rega profunda para assentar o solo; depois deixe secar parcialmente entre regas.\n5) Cobertura: use pedrisco em volta (mulch mineral) para reduzir respingos e manter o colo seco.\n\nRega\n- Primeiro ano: profunda e espaçada, deixando o substrato secar 5–7 cm na superfície antes de regar novamente.\n- Estabelecida: no calor seco, regue a cada 10–14 dias; em clima úmido, reduza. No inverno, regas mínimas.\n- Sinal de excesso: folhas amareladas, murcha com solo úmido, apodrecimento do colo.\n- Sinal de falta: folhas muito flácidas que não recuperam à noite; ajuste aumentando a profundidade da rega, não a frequência excessiva.\n\nAdubação\n- Parcimônia: excesso de nitrogênio causa crescimento mole e menos flores.\n- Regime: 1x ao ano no fim do inverno/início da primavera com pequena dose de adubo balanceado de liberação lenta, ou uma fina camada de composto peneirado. Em solos ácidos, uma leve correção com calcário ajuda.\n\nPoda e manutenção\n- Desponte/remoção de flores secas para prolongar a floração.\n- Final do inverno: limpeza de ramos secos e leve rebaixamento para manter o formato.\n- Evite cobrir o colo com matéria orgânica úmida.\n\nPragas e doenças\n- Comuns: pulgões e ácaros em tempo muito seco e quente; trate com jato d’água ou óleo de neem, sempre em horários sem sol forte.\n- Doenças: podridão de raiz/colo em drenagem ruim; previna com substrato mineral e regas espaçadas.\n- Em vasos: cochonilhas podem aparecer; remova manualmente e trate com inseticida apropriado se necessário.\n\nPropagação\n- Sementes: colha quando os capítulos secarem e soltarem penugem. Semeie na primavera, superficialmente (apenas pressione; muitas sementes precisam de luz), em substrato arenoso e apenas úmido. Temperatura 18–24 °C. Germinação geralmente em 2–4 semanas. Ventile para evitar fungos.\n- Estacas: semilenhosas na primavera/início do verão, com hormônio enraizador, em mix muito drenante; mantenha umidade do ar alta, substrato apenas levemente úmido.\n- Divisão: possível apenas em touceiras bem formadas; faça no fim do inverno, com cuidado para não danificar o colo lenhoso.\n\nCultivo em vaso\n- Vaso de barro largo e raso favorece drenagem.\n- Replante a cada 2–3 anos, renovando 1/3 do substrato.\n- Rega mais frequente que no solo, mas sempre esperando secar bem entre regas.\n\nCalendário rápido (clima subtropical/temperado)\n- Fim do inverno/início da primavera: poda leve, adubação, semeadura e estaquia.\n- Primavera–verão: floração; regas profundas e espaçadas; controle de pragas.\n- Outono: reduzir regas; coleta de sementes.\n- Inverno: manter mais seco; proteger de geadas fortes com cobertura leve ou local abrigado.\n\nObservações\n- Embora não haja ampla informação de toxicidade, trate como planta ornamental não comestível e evite ingestão por pessoas e animais.\n- Em regiões muito úmidas, priorize canteiros elevados, inclinação e mulch mineral para manter a coroa seca.\n\nSe você informar seu clima/cidade e se pretende cultivar em vaso ou no solo, posso ajustar o manejo (frequência de rega, mistura de substrato e calendário).","Peônia-do-deserto (Acourtia runcinata): pompons rosa no deserto, resistente, atrai abelhas e borboletas. Folhas recortadas e muito charme!","/uploads/species_cover/acourtia-runcinata.webp",[],[],[],1786829081674]